Mostrar mensagens com a etiqueta Bóris. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bóris. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de abril de 2018

A escala de Bóris

Cá em casa avaliamos as condições meteorológicas, não só pelas previsões dadas pelas apps de meteorologia, mas pelo nosso cão - a escala de Bóris.
Ora, o Bóris é um cão bastante calorento (devido à pelagem) e adora água. Portanto, de manhã ao olharmos pela janela observamos o nosso cão e chegamos às seguintes conclusões:
-Deitado ao sol - significa que deve estar fresquinho lá fora, provavelmente uma temperatura igual ou inferior a 12ºC.
-Deitado à sombra - estará uma temperatura relativamente agradável.
-Molhado, na relva - precipitação ligeira a moderada.
-Molhado e abrigado - está a chover a sério/granizo.
-Com as patas enfiadas no alguidar da água - está uma temperatura superior a 20ºC.

Neste caso a previsão era: "Está um bom tempo para jogar ao busca!"


O que avaliam no dia-a-dia pelo comportamento dos vossos animais?


Com amor,
Catarina

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Feliz Carnaval!

Este ano não me mascarei nem fui tradicionalmente festejar o Carnaval. Porém, a ocasião não passou ao lado do Bóris que, fazendo jus à tradição portuguesa, se mascarou de matrafona.

Ter animais também é isto; rir das coisas mais totós.

Mesmo que a trabalhar, tenham um dia muito feliz!

Com amor,
Catarina

domingo, 28 de janeiro de 2018

"Animais da Blogosfera"

Um dia destes estava a rever algumas publicações antigas e encontrei textos que escrevi como participação em rubricas/concursos promovidos por alguns blogs há cerca de três anos atrás. Invadiu-me um certo sentimento de nostalgia porque, embora tenha sido há relativamente pouco tempo, sinto que ultimamente não tenho visto tantas iniciativas de interacção entre diferentes autores na blogosfera.
No final do ano passado lembrei-me que seria engraçado entrevistar algumas pessoas que leio por aqui sobre os seus animais de estimação. Adoro quando as pessoas falam sobre algo que as apaixona e, quando se trata de tutores de animais, normalmente o tempo nunca é suficiente para falarem das tropelias e personalidade do seu patudo (contra mim falo!).
Semanas depois, enchi-me de coragem e convidei algumas pessoas especiais para falarmos de animais  também especiais.
O objectivo é trazer-vos uma conversa informal - não sei se se pode chamar entrevista, quando a "entrevistadora" não tem qualquer formação para tal - sobre seres fantásticos e a sua família.
A rubrica será mensal e a primeira publicação estará no blog já no próximo fim-de-semana.

Eu e o Bóris cá vos esperamos!

Com amor,
Catarina 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

1 ano de Bóris

A 14 de Novembro de 2016 nasceu o nosso Bóris, na altura ainda chamado Athos.
É um cão que adora água: adora molhar as patas na taça de água (agora já tem um alguidar para o efeito), chapinhar nas poças que encontra durante os passeios, ficar debaixo da chuva e nadar em ribeiras e lagoas. Nos passeios aproveita também para pôr tudo à boca: sejam ossos, cocós de ovelha, lixo, obrigando-nos a estar muito atentos e a ir pescar-lhe estas iguarias à boca. 
Adora estar connosco tanto que, mesmo quando o portão da rua está aberto, ele não liga nenhuma a essa "liberdade" e prefere andar atrás de nós. Mas isso não significa que também não saiba estar sozinho, aproveitando para rebolar na relva e brincar com os seus brinquedos. Desde pequeno adora garrafas de água pelo barulho que fazem ao mordê-las e de jogar ao "busca" com bolas de ténis e de futebol. Só não busca paus, não lhes liga nada, e para roer é louco por pinhas desde a primeira vez que as encontrou num pinhal.
É um cão que adora festas, principalmente na barriga e no peito, onde tem a sua mancha de pêlo branco, e dar beijocas - embora seja um bocadinho bruto à vezes. Por essa razão temos de ter muito cuidado quando encontramos crianças nos passeios, porque o Bóris manifesta a paixão assolapada que tem por miúdos por saltinhos e lambidelas - que num cão de 50 kgs é uma avalanche para a pequenada.
É muito curioso em relação aos outros animais, gostando de ficar a observá-los ou a querer segui-los quando estão em movimento. Nunca o vimos a caçar. Uma vez teve a oportunidade quando uma toupeira estava à superfície no jardim, mas após cheirá-la bem decidiu convidá-la para brincar através de pulinhos e latidos como faz aos outros cães.
Temos de ter muito cuidado com peças de vestuário e calçado ao abandono, porque é certinho que se o Bóris a apanha e não a recuperarmos a tempo já só iremos encontrar farrapos. De vez em quando quando está muito excitado para brincar gosta de nos puxar a roupa, o que não tem muita piada...
Outra curiosidade é que se algum dia eu estiver numa daquelas cenas de filme em que se decide quem é o verdadeiro dono do cão com base em quem é que ele se dirige em primeiro lugar estou tramada: o Bóris adora conhecer estranhos, por isso cumprimenta-os muito entusiasmado em primeiro lugar e só depois vai ter com as caras conhecidas.
Já não trocava o meu cão-urso por nada. É um cachorro traquinas e que faz algumas asneiras, mas compensa sempre com a sua personalidade engraçada e com a quantidade gigante de amor que ele tem para dar.
Parabéns Borizito!

Aqui com o seu "osso" de aniversário

Com amor,
Catarina

sábado, 5 de agosto de 2017

Dog Paddle com o Bóris

 O Bóris tem, desde cachorro, aulas para socializar numa escola para cães cá em Leiria. É algo que recomendo vivamente e espero fazer um post sobre isto um dia.
 Para além das aulas, de vez em quando a escola desenvolve outras actividades como "cãominhadas", concursos e workshops. Quando anunciaram uma aula de Dog Paddel ficámos bastante interessados, porque temos um cão apaixonado por água e era um desporto que eu gostava de experimentar.
 Hoje foi o dia.
 Depois de uma pequena caminhada para os cães se conhecerem e acalmarem um pouquinho, fizémos dessensibilização das pranchas: dar biscoitos para eles porem uma patinha na prancha, depois duas, depois de pé, depois sentado, etc. Nós humanos tivemos uma aula de como fazer stand-up paddle e andámos pela lagoa a pôr os ensinamentos em prática. É estranho andar a remar de joelhos em cima de uma prancha, mas achei desafiante ir percebendo como estava a corrente para conseguir ir de um lado ao outro e depois pôr-me de pé, sem cair. 
A seguir era a parte de tentar ir com os cães e eu não tinha expectativas para o Bóris, que quando não gosta de determinada coisa recusa-se a fazer mais do que quer. Ia para a prancha mas não se sentava, até o treinador sugerir que ele se sentasse com a prancha sem ser ancorada na areia, pois estava a abanar um pouco. Dito e feito. Sentou, deitou e enquanto eu o distraía com um exercício para tocar com o focinho na minha mão, já estávamos a "paddlar". Eu alternava as remadas com os biscoitos para lhe dar e ele manteve-se sossegadinho e deitou o queixo como se fosse a coisa mais natural e até boring do mundo. Quando estava a acabar a comida, voltei para a margem e ele saltou borda fora. O resto do tempo achámos que merecia só chapinhar e ir buscar o brinquedo à água. 
Foi mesmo das experiências mais giras que tive até hoje e espero repetir um dia.



Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

terça-feira, 6 de junho de 2017

Cantinho Veterinário - A importância das coleiras (certas)

Foto: 366daysofbolacha
As coleiras muitas vezes são-nos vendidas como apenas um acessório para os nossos animais de estimação, mas são muito mais do que isso.
Para os gatos, por exemplo, as coleiras têm imenso que se lhe diga. Em primeiro lugar, muitas delas vendem-se com guizos. Sei que a intenção de saber onde está o vosso animal é boa, mas tentem imaginar o que era andarem o dia todo com uma sineta que vos soasse aos ouvidos com qualquer movimento que fizessem, ainda mais se forem um animal com o sentido auditivo mais apurado que os humanos. O vosso gatinho vai agradecer o alívio do silêncio. 
Outro perigo das coleiras em gatos com acesso ao exterior é que, caso fique presa em algum local alto, pode causar enforcamento. Felizmente já existem coleiras com um sistema anti-enforcamento que se abrem ao serem "puxadas".

Foto: Tail Wag

 Nos cães também se aplica a teoria dos guizos e, para além de uma coleira identificada, devem ter um peitoral para quando vão passear à rua. Isto porque, ao puxarem a trela, vão estar a fazer pressão na traqueia do cão (o que não é saudável) e impedi-lo de explorar o mundo da melhor maneira que um cão sabe fazê-lo: a cheirar.
O peitoral permite um melhor controlo e conforto do cão e, se o vosso cão for grande ou tiver tendência a puxar bastante, podem apostar num cuja trela se prenda na zona do peito ou de lado para, em vez de fazerem um duelo de força com o cão, usarem a própria força dele para o desequilibrar e virar na direcção certa.

Quando se trata de pinhas, é mesmo preciso um puxãozinho para o Bóris vir...
E, se o vosso animal usa coleira/ peitoral, aproveitem para gravar uma medalha de identificação com o vosso número de telefone para a colocar lá. Muita gente não sabe que deve levar um animal perdido a um veterinário para verificar o microchip e até caso o vosso gato não tenha, é uma maneira barata de ser mais fácil o vosso patudo regressar a casa caso se perca.


Espero ter-vos ajudado!

Com amor,
Catarina

sábado, 22 de abril de 2017

A hora B

No fim-de-semana da Páscoa tive o previlégio de ir com os meus pais e irmão conhecer Edimburgo, a capital da Escócia. Gostei imenso do local, do ambiente, das paisagens e espero vir dar-vos a conhecer melhor a minha experiência em publicações vindouras.
 Depois consegui estar uns dias com o meu namorado a matar saudades e conhecer a sua casa nova. Voltei para a "terra" e retomei a missão TESE.
 A minha rotina diária tem sido acordar, tomar o pequeno-almoço a ver Friends, fazer yoga ou o novo desafio da Blogilates, tomar banho, internet, brincar e dar o almoço ao Bóris, almoçar e ir para a biblioteca.
 Depois de uma tarde a dar no duro, a ter picos de motivação e desmotivação e farta de olhar para o ecrã do computador, só eu sei o que me sabe bem chegar a casa a uma hora do jantar. É a hora B, em que deixo as minhas responsabilidades de lado e só me preocupo em estar no nosso jardim a atirar bolas, a treinar truques e a esfregar a barriga do meu Bóris bebé. Que privilégio é ter recursos e tempo para amar um cão.


Desejo-vos um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 15 de março de 2017

Os meus "Hachikos"

Depois da minha primeira semana de aulas na faculdade, os meus pais foram-me buscar ao comboio. Levaram também o meu cão, o Rodolfo para me surpreender e quando o vi deu-me imensa vontade de chorar. Tinha acabado de ter uma semana intensa, cheia de novidades, desafios e stress e aquele focinho peludo representava a minha casa, a minha família, todo o conforto que eu vivera até aí e do qual me estava a afastar por ter ido estudar para Lisboa. Custou-me imenso ver a cada semana como a vida continuava mesmo sem mim por lá. Havia séries que viam sem mim, acontecimentos nos quais não participei, comidas que não saboreei. Mesmo com os telefonemas dia sim dia não a minha presença naquela casa nunca voltou a ser a mesma. Mas entrei numa nova rotina, fiz novos amigos, conheci o meu namorado, o meu irmão juntou-se a mim em Lisboa e esta passou a ser a minha segunda casa.
 Há duas semanas acabei o estágio. A minha mãe foi-me buscar ao comboio e desta vez levou o Bóris. Veio-me logo à cabeça o momento vivido há 5 anos e meio atrás. Tanta coisa mudou nesses anos e a rapariga que eu era não é a mesma que neste momento vos escreve. Por enquanto vou aproveitar estes tempos em casa para, além de escrever a tese, redescobrir a minha cidade natal, acompanhar o crescimento do Bóris, rever os amigos, partilhar tempo com os meus pais e viver com calma um dia de cada vez. Vamos ver o que me reservam os próximos meses.


Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 10 de março de 2017

Bóris

Para além do estágio, há outra pequena razão para não ter andado tão presente por aqui.
Essa razão nasceu dia 14 de Novembro, tem 4 patinhas, um rabo fofo e gordo e veio para nós com quase 9 semanas de vida. Ficou com o nome de Bóris.
 A mãe dele era incrivelmente meiga e conformada, por isso mesmo na 8ª semana de vida e com aqueles dentinhos de leite, o miúdo ainda mamava. O que não é muito fixe para nós, pois o papel de mãe deveria ser ensinar à cria "Olha que não podes beber leite porque essas coisinhas afiadas que tens na boca aleijam a sério".
 Foi o primeiro desafio, ter a paciência para redireccionar a boquinha dele das nossas mãos e roupa para os brinquedos dele. 
 De resto, é um cachorro bastante pachorrento, com muita vontade de brincar, que se porta bem na escola nas aulas de sociabilização e que já aprendeu montes de truques por gulodice. Embora tenha quase 20kgs ainda gosta de caminhar connosco no quintal por entre as nossas pernas, mas já sabe andar bem à trela e consegue detectar todo o lixo possível nos passeios para o meter à boca.
 Quando a minha mãe disse que queria um Terranova eu bem lhe tentei trocar as voltas para um rafeiro (escrevi sobre a minha aversão em comprar animais aqui), mas a verdade é que já não trocava o Bóris por nada. É o meu cão. Um totó lindo.

#FollowMeToOurBackyard

Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina