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sábado, 28 de julho de 2018

5 dicas para manhãs descomplicadas

Quando era miúda era uma sortuda. Era a minha mãe quem me acordava quando tinha que ir à escola de manhã. Acordar com o barulho dos estores a abrir e a ouvir "Catarina, acordar!" era um milhão de vezes mais simpático do que utilizar um despertador.
Na faculdade, nem sempre me deitava a horas simpáticas, por isso colocava o horário do despertador quase ao milésimo de segundo para dormir durante o maior período de tempo possível, tomar um duche rápido, comer leite e cereais e sair de casa a correr para apanhar o autocarro que me permitia chegar à aula mesmo à hora.
Ter esta rotina matinal logo assim stressante quebrava logo o meu espírito para aquele dia. Felizmente, ao longo do tempo fui aperfeiçoando a minha rotina matinal.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Dicas para escrever uma Dissertação de Mestrado (parte III)

Aqui deixo a última parte de conselhos para quem vai escrever a tese de mestrado. Podem consultar também a primeira e a segunda parte.

10) Regras da Faculdade
Normalmente a faculdade fornece um ficheiro em que explica todas as normas que devem seguir na elaboração da vossa dissertação. Desde a formatação do texto, à disposição da capa, citações e divisão do conteúdo. Não há desculpa para falhar nesta parte.

11) Faz o que te apetece
Claro que há uma certa ordem para escrever as coisas, mas podem escolher o que fazer dentro do que têm de trabalhar. Podem não estar virados para escrever a discussão, mas não se importarem de ir criando a capa do trabalho. A revisão bibliográfica pode estar chata, mas até precisam de ir buscar imagens para ilustrar o texto por isso concentram-se nisso. O importante é estarem a trabalhar.

12) Discutir ideias
Nada como discutir com o orientador, colegas ou até amigos quando estamos encalhados e não sabemos como abordar certo tema da nossa dissertação. Às vezes dizer as coisas em voz alta ajuda a organizar o pensamento, mas também é bom recebermos sugestões. No limite, as sugestões são má ideia e pelo menos sabemos o que não fazer.

13) Só mais um bocadinho
Há dias em que a produtividade vai estar nas ruas da amargura. Nesses dias comprometam-se a fazer alguma coisa nem que seja só durante 5 minutos. Aqueles minutos podem ser o empurrão de que precisavam para começar a trabalhar, mas mesmo que não seja, são menos 5 minutos de trabalho que irão ter no final.


A todos os que estão a passar por este processo, muita força! Não é fácil, mas também não é impossível. Eu acredito em vocês.

Com amor,
Catarina

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Ideias para começar bem 2018

Não sou contra as resoluções de ano novo, embora raramente as faça. A meu ver, um novo calendário pode ser o pequeno empurrão de que alguém precisa para arriscar e assumir um compromisso.
Como iniciei este mês com tempo de sobra, quero envolver-me em vários projetos e aproveitar para vos deixar algumas ideias para um 2018 mais realizado e feliz.

1. Desafios
A minha yogi/youtuber favorita lançou um desafio de 30 dias agora em Janeiro com o tema "New Year, True You", para iniciantes e praticantes avançados. Para além de uma rotina de yoga nova todos os dias, também recebemos um email diário com uma mensagem especial. Quis logo participar porque adoro a comunidade, praticar yoga e pelo desafio de conseguir arranjar tempo nos 30 dias.
Para além disso, também me desafiei a mim mesma a ler pelo menos 12 livros este ano - um por mês - com a ajuda e motivação do Goodreads.
Se o yoga ou a leitura não são a vossa praia, desafiem-se a deixar de fumar, a meditarem 5 minutos todos os dias, a deixarem as redes sociais durante uma semana ou até a poupar. Mostrem que são capazes de tudo.


2. Agenda/ Bullet Journal
Este ano quero experimentar o método Bullet Journal, ou seja, criar a minha própria agenda, decorá-la ao meu gosto e reservar páginas para apontar o que eu quiser. Se souberem de sítios onde me possa inspirar comente, por favor.
De qualquer maneira, uma agenda (digital ou física) é uma aliada na organização do vosso tempo e na anotação de tarefas e compromissos, principalmente se forem um pouco esquecidos como eu. 



3. Aprender
Sinto-me um pouco enferrujada em alguns conhecimentos de veterinária, por isso queria tentar arranjar uma hora semanalmente para estudar casos ou fisiologia.
Aproveitem este ano para ir a formações ou ler artigos sobre a vossa área profissional, assim como aprender coisas novas: vão a um workshop de cozinha, aprendam uma nova língua, retomem a prática de um instrumento que tocaram em pequenos ou experimentem aulas de dança. Nunca se é demasiado velho para aprender.



4. Arrumação
Só eu sei o quão bem me sabe arranjar um par de horas para limpar e arrumar um armário ou as gavetas da secretária. Porém, tenho alguma preguiça em começar por isso nada como um novo ano para motivação.
Dêem uma volta aos vossos locais de arrumação e reúnam o que já não vos serve, o que não usam e o que já não vos faz feliz. Depois doem a quem precisa, quer sejam amigos ou instituições.


Que planos têm agora para o novo ano?

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Dicas para escrever uma Dissertação de Mestrado (parte II)

Na semana passada escrevi algumas dicas e noções sobre a famosa "Tese de Mestrado" (parte I). Tive um feedback muito positivo e querido da vossa parte por isso quis voltar rapidamente para vos dar mais alguns conselhos apenas com a minha experiência pessoal e a de amigos.

5) Cria horários.
Para muitos, na altura da escrita da tese esta é a vossa única obrigação académica. Se ainda faltarem uns largos meses para o prazo de entrega a tendência vai ser para deixarem as coisas para a última hora. Qualquer que seja a vossa ocupação, definam um horário para trabalharem apenas na tese. Para quem trabalha ou ainda estuda pode ser apenas aquela hora das 19 às 20h três a quatro vezes por semana, mas para quem tem tempo livre podem ser, por exemplo, 6 blocos de 3 horas distribuídos pela semana. Assumam esse compromisso e reservem esse espaço na vossa agenda. 

6) Índice em primeiro lugar
Este foi um conselho de uma colega mais velha e foi muito sensato. Assim que discutirem a estrutura da vossa dissertação com o vosso orientador e de terem a temática relativamente estudada, tentem construir o índice. Depois, copiem o índice para uma folha do word e espacem os vários títulos, de maneira a depois ser uma questão de ir "preenchendo" cada um.

7) Bibliografia
Os professores têm sempre preferência em relação a citarem artigos do que livros, mas devem consultar ambos. Muitas faculdades facultam acesso a artigos que não estão disponíveis ao público-geral aos seus alunos enquanto utilizam a rede académica, por isso tentem informar-se com os funcionários da biblioteca. Para os comuns mortais, existem algumas extensões (como esta) para conseguir obter os artigos pagos que pesquisam no Pubmed.

8) Execução
Devo dizer que o método que utilizei para ir escrevendo a minha revisão bibliográfica (que no formato de investigação se traduz na Introdução) foi o que utilizava ultimamente para os trabalhos. Pesquisava a bibliografia, transpunha para um documento word tudo o que me interessava de cada artigo/livro sobre o meu tema e depois ia colocando essa informação no sítio "correto" do tal Índice espaçado de que falei anteriormente. Depois vou cortando a informação repetida e de artigos que apenas a estão a citar (embora possa pesquisar essa citação se necessário). No fim construo o texto pelas minhas próprias palavras sem me esquecer de atribuir os autores da informação.

9) Guardem a Introdução e Resumo/Abstract para o fim
Dependendo da estrutura, podem introduzir a vossa dissertação com algumas linhas sobre o vosso tema e objetivos. Tanto esta introdução como o resumo (e a sua tradução - abstract) devem referir a globalidade do vosso trabalho, por isso o melhor é deixá-los para o fim para não se preocuparem em modificá-lo caso alterem o conteúdo do que abordaram.


Para não ficar muito extenso, farei ainda uma terceira e última parte destas dicas.
Espero genuinamente ter ajudado e apaziguado os futuros mestres desse lado.

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Dicas para escrever uma Dissertação de Mestrado (parte I)

Tese. Aquela palavra de quatro letras que causa calafrios na espinha de estudantes que pensam em tirar um Mestrado. Era a etapa do curso que mais temia e que me parecia inalcançável.
Não é. Se já milhares de pessoas conseguiram antes de ti (e algumas um pouquinho menos capazes, letsbehonest) também tu vais conseguir.
Quero deixar aqui algumas dicas que fui aprendendo a bem e a mal. O meu caminho não foi perfeito, a minha experiência por si só vale o que vale, mas quero falar desta etapa da minha vida e ajudar os outros a serem bem-sucedidos. Basicamente quero humanizar a tese de mestrado. 
Vamos a isso?

1) Tipos de dissertação de mestrado
Primeiro que tudo, informa-te sobre quais os formatos em que podes entregar a tese. No caso da minha faculdade (curso de Medicina Veterinária) existem 3 possibilidades:
Relatório de estágio - Trata-se de um relato pormenorizado sobre a vossa experiência no estágio curricular. Terão de mencionar a casuística, as horas que fizeram, onde o realizaram e sob que orientação. Muitos alunos optam por este formato porque é o menos trabalhoso. Dependendo das faculdades, poderão falar mais pormenorizadamente de um caso ou de um tema. Existem faculdades onde não existe esta opção e outras onde este faz parte da vossa avaliação e necessitam de realizar outro formato de dissertação.
Revisão Bibliográfica - Este é um dos formatos mais frequentemente utilizados. Não é nada mais do que fazer um trabalho sobre determinado tema, mas mais pormenorizado e utilizando as referências mais actuais possíveis. Por vezes pode ser inserida a vossa experiência pessoal sobre o tema ou (numa área de saúde/ ciência) descrição de casos que tenham visto.
Investigação - Este é um dos formatos mais trabalhosos, mas apenas porque normalmente requer também uma componente prática. Na área de ciência é quase imprescindível escolherem este formato e a cereja do topo do bolo é conseguir criar um artigo científico.

2) Escolher o tema
O tema de uma dissertação não cai do céu, mas também não é a coisa mais complicada do mundo. 
No meu caso o primeiro tema que escolhi foi-me aconselhado por uma veterinária que eu conhecia. Era relacionado com parasitas e seria uma óptima investigação, mas como estagiei em Lisboa acabei por não ter casos nenhuns. Como já tinha escolhido a orientadora especialista em parasitas, decidimos juntas escolher um novo tema com mais casuística e foi assim que cheguei à minha temática actual.
Para além de pedir sugestões a profissionais da vossa área, podem escolher em primeiro lugar o vosso orientador (quer pela afinidade quer pela área de interesse) e determinarem um tema juntos ou trabalharem num projeto que ele tem em curso.
Se durante uma aula ou até durante o banho se lembrarem de um tema interessante, apontem logo para não se esquecerem e investiguem depois junto de profissionais/professores se será uma hipótese viável.

3) Saber o método de trabalho do orientador
Depois de já saberem o objetivo da vossa dissertação e terem a estrutura combinada com o vosso orientador, perguntem-lhe como ele prefere trabalhar.
Este foi um dos meus erros. Assumi que a minha orientadora teria um método de trabalho igual aos de alguns colegas e amigos meus mas não foi isso que sucedeu. Vocês têm todo o direito a pedir apoio e a tirar dúvidas. Mas se por um lado há professores que preferem que vocês vão mandando por capítulos ou que definem prazos, existem outros que preferem ter tudo já escrito para corrigir e sugerir melhorias. Contem com pelo menos um mês para o vosso orientador poder ter tempo de verificar a bibliografia, sugerir alterações e corrigir uma última vez se necessário antes do prazo final.

4) Leiam, leiam, leiam
Sabem sobre o que querem escrever? Já combinaram tudo com o vosso orientador? Então agora começa a parte de estudar.
Pode ser aborrecido, mas convém ter o mínimo conhecimento sobre o que vamos escrever, ver o que já foi escrito e ler diferentes perspectivas sobre o tema.
Por exemplo, tenho uma amiga minha que fez a tese sobre dentes porque gosta da área e acabou por descobrir que o método que ela estudou seria muito útil em medicina veterinária forense. 

Espero ter ajudado alguém. Na parte dois vou abordar técnicas para maximizar a vossa produtividade e alguns truques.


Tenham um óptimo fim-de-semana!

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Palavra Guru

Estou neste momento na casa da terrinha dos avós do meu namorado. Parte da família dele está cá e o dia tem sido passado a comer, jogar e combater o calor nas praias fluviais cá perto. 
Quanto aos jogos, para além do incontornável UNO, o irmão dele viciou-nos a todos no Palavra Guru, uma app que basicamente é um jogo de anagramas. A premissa é simples, mas garanto-vos que é puro entretenimento enquanto põem a cabeça a pensar. É para ser jogado sozinho, mas é ainda mais divertido em grupo, afinal, duas cabeças pensam melhor que uma.
A cereja no topo do bolo? Dá para jogar offline.


Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina 

domingo, 2 de julho de 2017

Aprendam com os meus erros #2

Quando saírem de vossa casa durante bastantes dias (ou deixarem uma casa de férias) tapem o ralo da banheira, lavatórios e bidés. É por aí que as baratas entram. 

Com amor,
Catarina 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

3 idiotas

 Desde que vi o "Quem Quer ser Bilionário" no ano em que ganhou o Óscar (há quase 10 anos!) digo aos meus pais que adorava ver um filme tipicamente indiano de Bollywood. Com aqueles números de dança e música pelo meio, com o drama e com actrizes indianas tão bonitas que queremos ir a correr comprar um sari.
 Foi num sábado à noite que decidimos que o programa seria ir buscar comida chinesa e ver um filme em casa. Pelo top do IMDb começámos a descartar filmes até chegar ao "porque não?" num dos filmes indianos com a melhor classificação de sempre: "Três Idiotas".
O filme conta a história de Farhan, um rapaz cuja família queria que fosse engenheiro desde o dia que nasceu, embora a paixão dele seja fotografia de animais selvagens. Quando vai para a faculdade conhece Rancho, um rapaz que não se conforma com algumas tradições e regras de alunos mais velhos e professores. Ao contrário dos outros, Rancho gosta genuinamente de engenharia e leva Farhan e o seu colega de quarto Raju a ver o lado mais positivo e irreverente da vida.
Há romance, há drama, há números musicais mas o que teve de melhor foi fazer-me rir à gargalhada, sem ser com piadas óbvias e parvas como American Pie (desculpem-me os fãs, mas não aprecio muito esse género de humor). Não é uma obra-prima, mas tem uma boa história, dá-nos a conhecer mais sobre a cultura indiana e faz-nos pensar sobre os moldes da sociedade em que estamos inseridos.
Recomendo imenso e deixo-vos o meu número musical preferido. Lembrem-se: "All izz Well".


Com amor,
Catarina

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O estigma da Depressão

 Ontem fui ver os "Guardiões da Galáxia 2" ao cinema com o meu namorado e um amigo (está giro, mas o primeiro foi muuito melhor) e voltámos de táxi para casa. O taxista estava a ouvir uma entrevista na Renascença e brindou-nos com um "Então vocês jovens agora andam a matar-se por causa de um jogo?". Eu nestas situações infelizmente sei que, normalmente, o que quer que eu diga entra por um ouvido e sai pelo outro. Há um certo tipo de pessoas cujo meu sexo e idade fazem com que dêem a mesma credibilidade aos meus argumentos que às de um caracol.
 O meu namorado ainda lhe respondeu que não era o jogo que andava a matar ninguém saudável, eram jovens com depressão a quem os suicídios infelizmente aconteciam. Mas claro que o senhor nem lhe fez caso.
 Eu própria me confesso, até há poucos anos atrás não tinha sensibilidade quase nenhuma para doenças do foro psicológico. 
Ensinaram-nos como funciona o corpo humano. Quais os seus constituintes, para que servem, do que precisam para funcionar normalmente. Dão-nos exemplos do que acontece quando alguma coisa falha, ou quando falta até um simples composto. Temos aulas sobre educação sexual, sobre doenças sexualmente transmissíveis, álcool e drogas.
 Dos únicos contactos que tive na escola com doenças mentais foram sobre distúrbios alimentares e também cartazes de uma turma que escolheu a opcional de Psicologia no 12º ano em que expunha uma doença mental em cada ilustração.
 Na Universidade felizmente já era comum falar-se de depressão e ansiedade pois os próprios professores alertaram-nos para a elevada prevalência destes transtornos no ensino superior.
 É-me mais fácil compreender uma doença física, somática do que psicológica. Para além de não ter formação nessa área, parece não ser tudo tão dicotómico ou ter causa-efeito diretos. Embora tenham essas diferenças, não deixam de ser ambas doenças. Não deixam as duas de ter sintomas que devem ser examinados por pessoas qualificadas e tratadas. Uma pessoa não fica com pele amarela se não tiver problemas no fígado, assim como uma pessoa não pensa em auto-mutilar-se quando está mentalmente saudável, por muito forte que seja uma infuência de um jogo ou de uma série.
 A depressão então, aprendi que pode ser silenciosa. Pode passar por falta de vontade de querer sair da cama, ataques de choro, tristeza sem razão aparente ou alterações do apetite (podem ver mais aqui e aqui).

 Quando chegámos a casa o Di mostrou-me um vídeo de que já me tinha falado e no qual o Felipe Neto conta a sua experiência com a depressão, fala sobre o estigma contra as doenças mentais e ainda dá imensos conselhos e passos a seguir caso sofram deste problema. Não poderia recomendar mais a visualização do mesmo. 



E obrigada também à Ordem dos Psicólogos, que anda a trabalhar para que pessoas saudáveis da população geral, como eu, consigam ter alguma ideia sobre o que é ter uma doença mental.


Que tenham o resto de uma semana (genuinamente) feliz!

Com amor,
Catarina

segunda-feira, 27 de março de 2017

Como não desistir do ginásio logo nos primeiros meses

Já passou mais de 1 ano desde que me iniciei no mundo dos ginásios. A minha experiência pessoal é relativa, visto que este é o primeiro ginásio a que vou e consegui ter uma relação duradoura, mas é para isso que servem as relações falhadas das minhas amigas e pessoas que vou conhecendo. Com os seus ginásios, claro.

1º Passo: "Será o ginásio a modalidade certa para mim?"
A primeira coisa que têm de ter em conta quando pensam em inscrever-se num ginásio, é que não é a única maneira de pôrem a mexer o vosso corpitcho. Se se divertem muito mais em desportos de equipa, se a vossa vontade de sair de casa é nula ou se o vosso coração palpita por danças de salão pensem duas vezes. Pesquisem sobre campos desportivos na vossa zona, escolas de dança/yoga/pilates ou programas de treino online ou no Youtube antes de colocarem o ginásio como vossa única opção.

2º Passo: Localização
Pode ser o ginásio com as melhores condições do mundo, mas a verdade é que se ficar longe será muito mais difícil ter motivação para ir. O ideal é ser pertinho de vossa casa ou do sítio onde estudam/ trabalham. Assim é muito mais fácil criar uma rotina.

3º Passo: Modalidades
Dentro do mundo do ginásio há muitos sectores por onde escolher. Eu, por exemplo, gosto muito mais de ir a aulas e dentro dessas de Pilates ou musculação, por isso não escolheria um ginásio onde só existe a possibilidade de treinar em máquinas. Quanto maior a diversidade de actividades num ginásio, maior a dificuldade de se cansarem tão cedo (e de encontrarem "a tal" modalidade que vos entusiasma).

4º Passo: Compatibilidade de horários
Quase todos os ginásios têm um mapa de aulas online, o que é um bom factor a ter em conta quando estão a comparar locais. Se preferem ir de manhã mas eles só têm aulas à tarde, talvez a vossa relação não vá longe.

5º Passo: Feedback
Nada como perguntar aos vossos amigos, colegas de trabalho ou familiares qual a opinião quanto ao ginásio que frequentam ou se sabem de alguém que já tenha andado naquele sítio que vocês têm debaixo de olho. Já me aconteceu saber, por exemplo, que embora determinado ginásio tenha aulas marcadas no horário, raramente acontecem por falta de utilizadores.
Se não têm feedback, também não perdem nada em marcar uma visita para conhecer as instalações.

6º Passo: Experimentar
Agora que já estão no ginásio, não se inibam de usufruir de tudo o que tem para vos oferecer. Marcar a avaliação física e atribuição de um plano de treino, experimentar todas as máquinas (com a ajuda de um instrutor) e não dizer que não a nenhum tipo de aula. Aos poucos vão-se apercebendo do que gostam mais, criando rotinas e mudando-as depois consoante o vosso estado de espírito do dia. Naquele dia podem querer partir tudo e fazer uma aula de "Combat", como no outro quererem queimar calorias na bicicleta por terem enfardado croissants de chocolate como se não houvesse amanhã ou então fazer apenas uma aula de "Balance" por não terem energia para mais.

7º Passo: Inspiração
Instagrams, redes sociais, diário de actividade física ou até competição saudável com amigos, vale tudo! Parece fútil, mas quando estão naquele estado de "vai-não-vai" e a navegar pelas redes sociais, uma frase motivadora ou a foto de um amigo com uns abdominais de fazer inveja a uma tablete podem ser o pequeno empurrão necessário para saírem de casa! 
Eu também tinha um espaço na agenda (na vista mensal) onde escrevia o exercício físico que ia fazendo, para ter vontade de ter aquilo bonito e preenchido.

Espero ter-vos ajudado!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

8 Formas de Relaxar Antes De Ir Dormir

Desde que entrei na faculdade e comecei a ser eu própria a regular os meus horários de sono, tenho tentado arranjar artimanhas para dormir pelo menos 8h.
Parece simples, mas muitas vezes já estou supostamente preparada para dormir e depois é que me lembro que tenho de fazer qualquer coisa, ou distraio-me a ver redes sociais, ou não consigo parar de pensar em qualquer coisa que me mantém desperta.
 Por isso, se tenho que me levantar às 7.30h da manhã (por exemplo), sei que às 23h da noite já tenho que ter tudo preparado para o dia seguinte, assim como deixar de parte aparelhos electrónicos cuja luz do visor faz o meu organismo pensar que ainda é dia. Os 15 minutos seguintes são dedicados a relaxar o corpo e a mente para assim que pousar a cabeça na almofada o João Pestana actuar.

1. Ler
Quando era pequena os meus pais contavam-me a mim e ao meu irmão histórias para adormecer. Já sabendo ler, comecei a participar na leitura destes contos e depois passei a ler eu sozinha. É quase um trigger: assim que começo a ler duas ou três páginas de um livro, começo a sentir as pestanas a ficarem mais pesadas. A excepção são alguns enredos que me deixam mais entusiasmada e sem vontade de pousar o livro, por isso é melhor ir vendo as horas.

2. Yoga
Esta é uma prática bem mais recente que a última na minha vida, mas é das que mais gosto. Se há rotinas de Yoga que nos deixam mais energizados e revigorados, também há outras que servem para nos relaxar e fazer desligar do mundo enquanto alongamos os músculos cansados pelo nosso dia. Fiz há pouco tempo este vídeo aqui da minha yogi preferida, que me fez ir dormir sossegada e com um sorriso no rosto.

3. ASMR
Já alguma vez sentiram uns arrepios na cabeça ao ouvir alguns sons ou, por exemplo, pessoas com uma voz calma e baixinha? Era algo que já me tinha acontecido, só que até uma amiga minha me falar do ASMR (Autonomous Sensory Meridian Response) não sabia que esta sensação tinha um nome. Foi através da partilha de experiências através da internet que se descobriu o fenómeno (engraçado, não é?) e pouco depois, ao irem parar vídeos para o Youtube, começaram a popularizar-se como métodos para relaxar e adormecer. Há várias categorias dentro da "arte", mas eu gosto mais de vozes feminas e calmas, assim como de roleplay, por isso a Sabrina, a Darling e a Amanari são algumas das youtubers que me fazem adormecer como um bebé.

4. Música
Também na onda de sons, podem experimentar ouvir músicas mais calmas ou sons que vos façam suspirar de bem-estar (tipo barulhos da floresta amazónica ou do mar). Atenção é a quem adormecer com auscultadores ou fones nos ouvidos, para não os estragar!

5.Massagem
Se tiverem alguém disposto a dispensar nem que seja 5 minutos a tirar a tensão desses ombros ou a afagar a cabeça (até um cafuné, se for a vossa cena) aproveitem bem. Se não, aprendi que uma auto-massagem aos nossos pés em posição de borboleta sabe maravilhas ao fim de um longo dia.

6.The Big-O
Deus, a mãe-natureza ou a selecção natural fez com que fôssemos dos únicos seres vivos que conseguem libertar (voluntariamente) hormonas de relaxamento, as chamadas endorfinas. Para alcançar esse objectivo, é mais ou menos como jogar à Sueca: ou se tem um bom par ou uma boa mão. I'm talking about s-e-x.
Mais uma vez, atenção às horas meninos e meninas.

7. Chá
Esta eu aconselho a fazerem ainda mais cedo, pelo simples facto de não gostar de me levantar a meio da noite pelo efeito diurético que o chá costuma causar em mim. Não só o sabor, a temperatura quentinha e o cheiro agradável me sabem a vida, como há de facto alguns efeitos tranquilizantes em alguns chás como o de tília e o de cidreira. Atenção ao chá preto e verde que contêm cafeína, por isso não devem ser consumidos quando querem ir dormir.

8."Meditação"
Pus a palavra entre aspas porque na verdade não se refere a uma meditação concretamente dita. Todas as tarefas acima descritas promovem o Mindfulness, aquela sensação de estar consciente do presente e de não pensar em mais nada senão nas sensações que o ambiente nos transmite. É uma grande dificuldade minha viver o presente e não me pôr sempre a pensar nos receios do futuro, tristezas do passado ou até mesmo realidades alternativas. A "Insight Timer" é a aplicação que eu uso para o efeito. Tem uma enorme variedade de meditações guiadas, para os mais diferentes propósitos e da duração que quiserem, que nos vão dizendo no que reparar e pensar. Também podem usar apenas o temporizador e desafiarem-se a vocês próprios.


Também têm alguma destas rotinas antes de irem dormir?


Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
A Marquesa

sexta-feira, 22 de julho de 2016

12 Dicas para jogar Pokémon Go (ft. Di)

É o novo vício do mundo e também o meu.
Cresci a ficar colada ao ecrã aos fins de semana para não perder um episódio de Pokémon, coleccionei tazos, cromos e passei horas a completar as aventuras (e plantar berries) no primeiro jogo que tive destes bichinhos, Pokémon Saphira.
 Tenho estado a adorar este jogo e hoje queria deixar aqui algumas dicas com a minha experiência e com os conselhos do meu namorado, que é um expert no assunto.


1. Download
Precisam de um smartphone ou tablet para tal.
Se tal como no meu caso, aparece a mensagem de que o aparelho é incompatível com aquela versão do jogo, podem seguir outras vias. (eu arranjei aqui)

2. Sejam "hipsters"
Isto significa que em alguns aspectos do jogo é bom ir contra a corrente. Ao criarem uma conta no jogo, aconselho utilizarem um email vosso do Gmail em vez de criar uma conta no Pokémon Club. Porquê? Apenas porque é mais frequente o Pokémon Club ter os servidores em baixo devido à procura, o que vos pode impedir de conseguir entrar no jogo.
Também por causa da sobrecarga dos servidores, se quiserem fazer uma caminhada em busca de pokémons prefiram ir no início ou durante o dia, do que ao final do dia ou noite. Isto, porque são as horas em que mais gente joga e é maior a probabilidade de o jogo não vos deixar "entrar".
Contudo, nos últimos dias tenho notado uma melhoria neste aspecto.

3. Wal walk walk
Bem-vindos ao jogo que mais contribuiu para crianças e jovens quererem sair de casa durante as férias de Verão desde a criação dos videojogos.
 A verdade é que andar neste jogo é útil para descobrir novos pokémons, visitar Pokéstops e eclodir ovos (neste último é necessário andar a uma velocidade < 17km/h).
 Com isto também se acaba por socializar com outros jogadores que vemos na rua, impossíveis de não notar ao vê-los a passar o dedo pelo ecrã para lançar mais uma pokébola. O meu namorado já conversou com imensas pessoas e fez-lhes companhia; eu ainda só fui avisar um rapaz de que estava um Squirtle do outro lado da ponte.

4. Pokéstops
As Pokéstops são pontos fundamentais neste jogo, pois é nelas que conseguem abastecer-se de Pokébolas, ganhar ovos e outros itens. Normalmente estão em pontos de interesse locais e precisam de estar suficientemente perto delas para as utilizarem. Após as utilizarem, têm de esperar 5 minutos até poderem voltar a utilizar a mesma.

5. Fica atento em casa
Não é necessário sair de casa para apanhar pokémons, eles estão por todo o lado. Podem ir actualizando a aplicação de tempos em tempos, ou utilizando sites como o PokéVision que vos avisa de alguns que estarão pela vossa zona (mas não todos).

6. Ecrã nearby
É aquele rectângulo que aparece no canto inferior direito. Embora haja um bug, que fez com que todos os pokémons surjam como estando a "três passos", eles estarão organizados por ordem do mais perto ao mais longe de vocês.

7. Ambientes diferentes, Pokémons diferentes
Os Pokémons que me aparecem em casa (meio rural), são diferentes dos que me aparecem no centro de Leiria, perto de um rio ou no meio de Lisboa. Existem muitos em comum, mas o propósito do jogo é imaginar que os pokémons vivem em diferentes "habitats".

8. Modo AR
Embora este modo seja muito engraçado para ver os pokémons ali à nossa frente no mundo real, é mais fácil apanhá-los com este modo desligado, pois centra-os no ecrã. Esse modo também torna normalmente o telemóvel mais lento.

9. Incenso vs Lure
Estes dois itens atraem pokémons, mas o segundo apenas pode ser usado em pokéstops (mas tem a vantagem de poder ser aproveitado por todos os jogadores perto do local).
O incenso também atrai pokémons, sendo que se estiverem parados aparece um a cada 5 minutos e ao andar aumenta para 1 pokémon por minuto.
Se combinarem estes dois o efeito é ainda melhor.

10. Pokémons repetidos
Neste jogo o melhor é apanharem todos os pokémons, mesmo que repetidos. Para além da experiência, ganham stardust e candys de cada espécie que podem utilizar para evoluir ou tornar mais forte um dos vossos pokémons.

11.Segurança
 P'lo amor do Mew, estejam atentos ao que vos rodeia quando estão a olhar para o mapa da aplicação.
 Combinem com os vossos amigos que também jogam para irem passear. É uma maneira de se divertirem e estarem também mais seguros.

12. Divirtam-se!
Por último, gostaria de deixar aqui a ideia de que o Pokémon Go é apenas um jogo. 
Se gostarem divirtam-se e aproveitem; se não, também não é preciso levarem o fenómeno a sério e tão a peito. 


Mais uma vez obrigada ao meu Pokétuber favorito pela ajuda na criação deste post. Se gostarem deste universo, podem visitar o canal dele aqui.


Desejo-vos um óptimo fim de semana!

Com amor,
A Marquesa

domingo, 1 de maio de 2016

No meu saco de ginásio...

Hoje decidi mostrar-vos o que levo no saco de cada vez que vou ao ginásio.
 Em primeiro lugar, há que referir que tenho a grande sorte de ter um ginásio com tudo o que preciso e a um preço simpático apenas a 5 minutos de casa. Por isso, normalmente tomo banho sempre em casa, o que me permite não levar o necessário para tomar banho no ginásio (toalha de corpo + chinelos + gel de banho e champô + roupa para vestir). Sem este pormenor, um malote tão pequeno não seria o suficiente.


[Neste dia, fui já equipada de casa. Senão, veriam aqui o meu fato de treino (normalmente uma t-shirt e uns leggings de desporto) e o sutiã desportivo.]

Malote
O meu já tem meia dúzia de anos e foi comprado na Decathlon. Para além da bolsa principal, também tem duas laterais que dão um jeitão.

Elástico
Porque ninguém gosta de fazer exercício com o cabelo a fazer calor ou a espetar-se nos olhos a cada movimento.

Cadeado
Para deixar os nossos pertences num cacifo. Normalmente usam-se de código, mas eu aproveitei este simples e pus a chave num elástico preto que tinha em casa, para depois ficar no meu pulso ou à volta da garrafa.

Cartão
No meu ginásio são usados cartões electrónicos. Para ser mais fácil encontrá-lo e evitar que se degrade, tenho-o nesta capinha gira própria para passes/cartões da Cath Kidston.

Garrafa
Esta é da Decathlon e meio litro chega-me perfeitamente para o treino.

Sapatilhas de interior
Comprei-as há uns aninhos na Sportzone, quando achava que ia ser runner (ahahahaha!). Custaram 16€ e dão-me perfeitamente para usar no ginásio e não trazer lixo da rua. Costumo tê-las num saco de viagem para calçado.

Toalha
Porque é obrigatório e também absorve os litros que suo nas aulas de Cycling e Body Combat. Esta giraça é da Viva.

Mini pós-treino
Li algures na Women's Health que leite com chocolate era um óptimo pós-treino pela quantidade de proteína e hidratos de carbono que tem. Costumo bebericá-lo no caminho até casa, onde depois tomarei banho e comerei algo realmente consistente. Este mês, como me propus a não comer chocolate, troquei-o por um leite normal.

Saco
Como no caminho ginásio-casa existe um supermercado pelo meio, tenho este saquinho que a minha mãe me ofereceu, que está dobrado dentro de uma bolsa, não vá querer comprar algo que me está a faltar em casa.


O que é que acrescentariam ao meu "kit"?


Desejo-vos uma óptima semana! E feliz Dia da Mãe!

Com amor,
A Marquesa

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

10 ideias para mimar as vossas pessoas

Este post não se refere a ideias para o Dia de São Valentim por duas razões:

  1. Não é só para namorado(a)s
  2. Mimos são bons todos os dias. Aliás, o dia dos namorados estraga tudo porque aumenta as expectativas de gestos amorosos, fazendo com que flores que nos fariam chorar de emoção noutro dia qualquer, se transformem apenas num sorriso e um "Obrigada!".

Aqui vão ideias que já pus em prática, ou que já recebi do meu D. Tenham sempre em conta que quanto mais pessoal e com "inside jokes" melhor!

1. Wish a Bean 
Tive a sorte de receber um feijão "mágico" quando fiz 18 meses de namoro com o meu namorado. Na lata vêm as instruções para tratar do feijão, mas não diz qual a mensagem que tem lá dentro.
É super engraçado e pode também ser uma oferta de amizade pois pode-se escolher outra mensagem sem ser o clássico "Amo-te", como um "Sorri", "Obrigada", "Saudades".(link)

2. Chocotelegram
No dia em que fizémos 15 meses de namoro o meu namorado recebeu à porta uma caixa com uma mensagem comemorativa em quadrados de chocolate. É óptimo para quando estão distantes geograficamente da pessoa a quem querem oferecer e delicioso! (link)

3. Massagem
Para fugir ao stress do dia a dia, porque sabe bem, porque os efeitos positivos pronlongam-se. É uma boa experiência para oferecer, principalmente se forem os dois juntos. Costumam haver sites com descontos ou cupões, para terem uma experiência a um preço mais em conta. Contei-vos a minha experiência aqui.

4. Fotografias
Mesmo na era digital, acho que toda  agente prefere ter uma recordação de um momento vosso na forma física. Desde a clássica fotografia numa moldura, a um quadro ou até num candeeiro como o meu namorado me deu. (link)

5. Scrapbook
É mais personalizável que um simples álbum de fotografias, por isso acho muito mais querido e pessoal. Não ofereci bem um scrapbook ao meu namorado, mas um dossier para pôr tudo o que seja nosso para não perdermos nenhuma memória. É uma maneira de ter grande parte da nossa história num sítio e recordar quando quisermos. (falei dele aqui)

6. Geek stuff
Há sempre uma série, filme ou livro que marcou especialmente uma pessoa. Também há hoje em dia todo um mercado de produtos referentes a isso, basta procurar. O meu namorado adora Star Wars e uma das primeiras coisas que lhe ofereci foi uma t-shirt do cão azul com uma referência engraçada à saga.

7. Bilhetes
Porque as prendas podem não ser propriamente materiais para coleccionar ou exibir, mas sim experiências para se viver. Desde bilhetes para uma ida ao Jardim Zoológico, a um concerto ou filme que sabem que a pessoa vai gostar. Ou, numa loucura, um bilhete de avião!

8. Gomas personalizadas
Foi numa das minhas épocas de exames que recebi um frasco de gomas com uma etiqueta especial que dizia que quanto mais consumisse daquele "remédio", mais seriam as cadeiras a que teria boas notas. Também dei um para a awesomeness do meu namorado no seu 21º aniversário. São fofinhos e personalizáveis, que mais podem querer? (link)

9. Tempo
Nada mais precioso que o vosso tempo. Tirem um dia inteiro para estar com a pessoa, fazerem o que lhes apeteça e ceder aos seus desejos e caprichos. Há mimos melhores que estes?

10. Cartas
Sejam old-school e enviem uma carta com os vossos sentimentos e na vossa caligrafia (mesmo que não seja a mais bonita). É de encher o coração!

sábado, 19 de dezembro de 2015

10 dicas para rentabilizares o teu estudo

Porque vem aí Janeiro e as tão temidas frequências e exames, aqui ficam algumas dicas que me ajudam a estudar mais e melhor. Mesmo as coisas básicas, é sempre bom recordar para ter em mente.

1. Organização
Este passo é essencial para fazermos o melhor proveito do nosso tempo. No meu caso dou sempre prioridade aos trabalhos e só depois começo a estudar. Tento definir em que dias vou estudar/ trabalhar para determinada cadeira, consoante a dificuldade e a data da avaliação. Nas alturas em que tenho mais tempo livre (férias de Natal por exemplo), gosto de aproveitar para estudar da avaliação mais distante à mais próxima que vou ter. Assim adianto trabalho para as longícuas, mas as primeiras ficam mais frescas na memória.

2. Localização
Vejam onde vos rende mais o estudo. Para mim, o estudo pouco ou nada rende quando fico em casa. Ir para uma biblioteca pública onde não tenho acesso à internet motiva-me e fico mais concentrada no que tenho a fazer. Vejam também consoante conseguem estudar com barulho, por exemplo.

3. Boas companhias
Por muito que tenham saudades daquela amiga efusiva e faladora, tentem combinar algo que não estudar com ela porque já sabem que ela vos vai sempre puxar para as cusquices e distrair-vos. Para mim tanto faz estudar sozinha ou com amigos (daqueles que guardam as cusquices para os intervalos para comer e afins), mas por vezes quando tenho dúvidas sobre algo, não tenho medo de pedir ajuda a uma colega que até percebe do assunto. Normalmente as pessoas explicam melhor que os livros...

4. Apontamentos, cadê vocês?!
Uma óptima maneira de começar o estudo para o exame de uma certa cadeira, é passar os apontamentos dessas aulas a limpo. Assim, vão rever alguns conceitos e saber do que andaram a falar durante o semestre, para além de que depois vão ter outra atenção quando lerem os slides e reconhecerem o que o professor disse ser importante.

5. Ler, sublinhar, escrever (repeat)
Há vários métodos para decorar. Porque verdade seja dita a maior parte das cadeiras avalia isso mesmo, a matéria decorada.
 Para mim, o melhor é mesmo ler por alto os slides e sublinhar o que é importante, fazendo depois um resumo escrito. Depois, nesse mesmo resumo, acrescento coisas que tenho nos apontamentos da aula e acho não estarem tão bem esclarecidas nos slides e sublinho mais uma vez o que acho serem os pontos importantes.
 Existem outras pessoas, que lêem em voz alta, sublinham, fazem esquemas... O importante é experimentar e verem o que resulta convosco.

6. Bond, James Bond
 Não digam que vieram daqui, mas muitas vezes os colegas mais velhos sabem o que lhes saiu no exame dessa cadeira. Na minha turma, por exemplo, após uma frequência temos o hábito de reunir numa publicação do facebook as perguntas que nos lembramos que saíram. É uma maneira de ajudar depois quem for a exame ou tiver que repetir em segunda fase.
 Isto ajuda-vos a verem a que matéria o professor costuma dar importância e, depois de estudarem, testarem os vossos conhecimentos.

7. Inventa!
 Na cadeira mais complicada do 3º ano, eu e umas colegas minhas reunimo-nos na véspera do exame para jogar ao "Quem quer ser veterinário". Um jogo feito por nós, em que cada uma fez algumas perguntas sobre a matéria, fizémos um montinho e depois quem acertasse nas perguntas tinha direito a uma goma.
 Eu própria sozinha, quando tenho tempo, invento perguntas sobre a matéria para depois o meu namorado me fazer. Ajuda-me imenso.

8. Constrói a tua própria cela.
Se te distrais facilmente pelas tecnologias, tens várias opções. Deixá-las noutra divisão, como eu faço ao meu telemóvel quando estou em casa a fazer um trabalho; usar apps para não usarmos o telemóvel (o Forest por exemplo); bloquear a Internet ou parte dela (desde desligar o router até usar extensões como o StayFocusd).

9. Horários
Define horas para começares a trabalhar e para as pausas. Não te esqueças de comer de 3 em 3h, manter-te hidratado, mas também aproveita para esticares as pernas e falar com seres humanos (ou não!).

10. Cafeína
Quando queremos aproveitar todo o tempo do dia, é normal termos horas mais produtivas e outras em que nem tanto. A mim costuma-me dar sono depois do almoço, por isso se estiver em casa faço um chá verde ou preto para ter um pequeno boost de cafeína, já que não aprecio muito café.
 É de realçar que esta "droga" nunca deve substituir horas de sono. O nosso cérebro e nós próprios precisamos de descansar, ok?


Boa sorte!

Com amor,
A Marquesa

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Aprendam com os meus erros

 Não se ponham a arrumar loiça, quando ainda estão com as mãos molhadas de ter a andado a lavar uma outra loiça suja.
 Arriscam-se a partir uma das vossas taças preferidas para comer leite com chocapic...
#RIPtaçaamarela



Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
A Marquesa

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Conselhos gratuitos a caloiros aflitos

 Sei que há 4 anos atrás estava eu super ansiosa por começar uma nova etapa da minha vida.
 Uma etapa onde não conhecia ninguém da "escola" e não tinha os meus pais em casa à minha espera para jantar e falar sobre os nossos dias.
 Estes são conselhos que daria a mim mesma nessa altura, para me poupar tempo e "nervos":


1. Se vais morar para outro sítio, compra as coisas a dobrar.
Seja material de higiene, carregadores ou maquilhagem, não vais querer andar todas as semanas com a tralha toda de uma casa para a outra. Mais vale comprares os mesmos produtos para a nova casa (ou imitações mais baratas dos mesmos, como os carregadores) para evitar esquecimentos e ter a mala mais leve.

2. Compensa não ir a todas as aulas.
Na minha faculdade, as aulas teóricas são facultativas. Embora no primeiro ano fosse a todas, logo percebi que há aulas em que mais vale ficar em casa a organizar o estudo ou a fazer outra coisa qualquer. Falo daquelas aulas em que o professor fica a ler os slides e não acrescenta nada de novo ao que possamos estudar em casa.
 Dá vontade de dormir com este tipo de apresentações e não se aprende rigorosamente nada de novo.

3. Apontamentos!
Há aulas em que os professores vos ensinam algo importante seguindo um certo raciocínio, não tão bem explícito na bibliografia. "Caga" para a letra bonita e tenta escrever o máximo de informação a que o professor dê mais importância e frise que devemos mesmo saber. Normalmente, é isso que depois perguntam nas avaliações.
 Para além disso, passar os apontamentos a limpo é uma óptima maneira de estudar.

4. Praxe ou não, eis a questão.
Se forem para o meu curso (Medicina Veterinária, FMV-ULHT), aconselho vivamente irem às praxes. É só uma semaninha e eu gostei imenso.
 Porém, se não quiseres ir mesmo às praxes ou experimentares e não gostares, não tenhas medo de ser um bicho do mato e não conhecer ninguém. Mais de metade do meu grupo de amigos da faculdade conheci nas aulas e não nas praxes. Ninguém fica excluído, acredita.

5. Estuda, mas não só.
Não estou a dizer para aceitares convites em vésperas de avaliações para as quais ainda precisas de dedicar muito estudo, mas perder uma ou duas horas de sono para ir namorar ou ir ter com amigos só faz bem à alma. A vida não deve ser só casa-faculdade-casa.



Boa sorte a todos os caloiros e a todos os que recomeçam a sua vida académica este mês!

Com amor,
A Marquesa

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Random thoughts / pictures


Bom fim de semana!
A Marquesa.