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quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Moscovo (Parte 1)

Moscovo foi a nossa primeira paragem da expedição de verão. Saímos de Lisboa à noite para acordarmos na capital russa, ainda que com algum jet lag e cansaço à mistura (são mais de 5h de avião).
Após fazermos check-in, tomar banho e um bom pequeno-almoço - pelo menos bom dentro do parâmetro russo - dirigimo-nos à estação de metro mais próxima para irmos para o centro da cidade. No entanto, o metropolitano de Moscovo já é uma atração em si, sendo todas as estações diferentes e ricamente decoradas, com alusões à história do país e de personagens ilustres. O metro funciona bem, está assinalado também com o nosso alfabeto e o tempo de espera entre comboios é inferior a dois minutos. No entanto é gigante, com mais de 200 paragens distribuídas em 14 linhas.


sábado, 15 de setembro de 2018

8 curiosidades sobre a Rússia

As últimas viagens em família têm sido das mais incríveis dos últimos anos. Se cá pelo nosso belo país temos aproveitado para aumentar o contacto com a natureza e ir a banhos, internacionalmente temos viajado para países com uma cultura diferente da nossa.
No início de Agosto estivémos num roteiro que nos apresentou três cidades que até aí nos eram desconhecidas: Moscovo, São Petersburgo e Helsínquia.
Como a maior parte da viagem foi em terras russas, venho falar-vos hoje de algumas coisas que achei bastante curiosas neste país. Vamos a isso?


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Souvenirs

Para finalizar as publicações sobre a viagem ao Japão, queria partilhar coisas fofinhas que trouxémos de lá. Não estão cá (a maioria d') as escolhas dos meus pais e irmão, mas mesmo assim a publicação está bastante grandinha. É um sítio tão distante e uma cultura tão diferente que não resisti mesmo a trazer muita coisa.

 

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Tóquio

Acho que é impossível dizer qual foi o meu local favorito do Japão, mas se tivesse a oportunidade de voltar e o tempo fosse escasso Tóquio estaria sem dúvida no itinerário da viagem.
A capital do Japão é um mundo. Os seus edifícios, cartazes luminosos e parques no meio da cidade podem ser comparáveis a Nova Iorque, mas a arquitetura de alguns bairros e todos os pormenores kawaii que vamos encontrando não nos remetem apenas para o Japão, remetem-nos para o "Futuro".
Querem saber quais os locais que visitei e recomendo? Basta carregar no "Ler Mais".

sábado, 26 de maio de 2018

De volta

Já não me lembro da última vez que tinha passado tanto tempo sem publicar aqui. Porém, foi (maioritariamente) por boas razões.
Tenho neste momento duas primas a viver em Nova Iorque e a mais velha estava sempre a pedir-me para as ir visitar, que ia ser giro. Como os prazos de entrega e defesa da tese não eram fixos, fomos adiando esta visita. E ainda bem, porque assim pude usufruir desta viagem como uma prenda de aniversário e final de curso.
Tinha planeado escrever pelo menos uma ou duas publicações no fim-de-semana antes de ir para não deixar o blog ao abandono, mas a morte da minha bisavó apanhou-nos desprevenidos e mudámos todos os planos. Sim, estou bem. De certa maneira já me tinha despedido da minha querida bisavó há alguns anos, quando ela deixou de me reconhecer e sorrir quando me via.
Quanto à viagem, foi inesquecível, com direito a abraços às minhas primas lindas, visitas a espaços que só com a companhia de locais descobriríamos e mostrar ao Didi os meus pedaços preferidos de Nova Iorque, já que para ele foi uma estreia. 
Espero contar-vos tudo em breve.


Com amor,
Catarina

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Hakone

Estamos quase a chegar ao final da viagem. Desta vez, apresento-vos a cidade que foi o nosso último dormitório antes de chegarmos a Tóquio: Hakone.
Hakone é conhecido por ser uma das regiões com uma das mais belas vistas para o monte Fuji (sobre isso falarei mais para o fim), mas oferece-nos também uma das mais antigas cidades famosas pelas suas termas, com uma paisagem só por si relaxante num vale entre montanhas ricas em cedros e o rio.

domingo, 22 de abril de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Shirakawa-go

Shirakawa-go foi uma das povoações mais fofinhas que já vi. Não será por acaso que é Património da UNESCO. Fica num vale e, no Inverno, as casas com um telhado que faz lembrar as casas típicas de Santana na Madeira, ficam cobertas de neve e há fotografias lindas disso.
Em Agosto visitámos uma versão muito verdinha desta bonita paisagem, que estava cheia de turistas japoneses, mas mesmo assim com uma tranquilidade e beleza típicas do campo.


terça-feira, 10 de abril de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Takayama

Tenho pena por não termos tirado muitas fotografias na pequena cidade de Takayama, porque foi uma das minhas paragens favoritas. Não tanto pela cidade em si, que é adorável e tem ruas preservadas como na antiguidade, cheias de lojas de comércio tradicional (onde adquirimos pauzinhos personalizados com o nosso nome em caracteres japoneses), mas pela experiência no hotel. Fomos a banhos.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Fui ali à Islândia e voltei

Ainda nem consigo bem acreditar, mas a verdade é que cheguei de uma viagem a um dos países mais bonitos do mundo: a Islândia.
Foi uma estadia curta (4 dias), não deu para ver a aurora boreal porque o céu esteve sempre coberto, mas fora disso vim maravilhada. O pior de viajar é isto, viver o momento mas saber que ficou imenso por ver e conhecer.
De qualquer maneira quero muito partilhar convosco o que vi, lendas que ouvi e dicas para ter a viagem de uma vida.
Ainda me falta escrever mais três ou quatro publicações sobre o Japão (first world blogger problems), mas assim que terminar quero começar toda uma saga islandesa. Fica prometido.


Com amor,
Catarina

domingo, 18 de março de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Magome-juku

Logo após a visita a Tsumago, dirigimo-nos para visitar outra das pequenas vilas que serviam como posto de descanso na estrada que ligava Quioto a Edo, na época Edo. Tratava-se de Magome.


quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Tsumago

Partimos de Quioto no Shinkansen até Nagoya, onde apanhámos um autocarro que nos levou pelas montanhas.
Sair do ambiente da cidade e ver as paisagens do interior japonês, cheias de floresta, percursos de água e arrozais foi um grande contraste. Eu, que sou uma rapariga do campo, gostei imenso destas paisagens e de respirar o ar puro, incomparável ao das metrópoles.
A nossa primeira paragem foi Tsumago-juku.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Roadtrips de sonho

Tal como a grande maioria das pessoas, adoro viajar. Tenho a sorte de os meus pais terem possibilidades de conhecermos lugares novos todos os anos e de gostarem de descobrir um sítio e os seus costumes tal como eu.
Há uns anos fizemos uma espécie de roadtrip pela Alemanha e devo dizer que gostei muito de, embora tendo um roteiro e reservas para os hotéis/apartamentos, podermos descobrir lugares entre os pontos turísticos igualmente bonitos, interessantes e talvez ainda mais representativos da vida típica dos habitantes do país.
Como sonhar não custa, aqui estão roadtrips que adorava fazer um dia.

Costa Vicentina
Há anos que falava com as minhas amigas da faculdade sobre um dia fazermos a descida da Costa Vicentina no Verão, conhecendo as diferentes praias alentejanas e passando uma semana juntas, sem preocupações. 
Já conheço relativamente bem a zona, mas acho que é a parte de o fazer com um bom grupo de amigos que me atrai ainda mais para esta viagem.

Açores
Já se passou uma década desde que fui à ilha de S. Miguel, nos Açores, numa curta estadia de 3-4 dias compreendendo a passagem de ano. Gostei imenso da viagem, mas o facto de estarmos em pleno Inverno condicionou algumas das actividades que fizemos.
Quero muito voltar a visitar as paisagens naturais, percorrer trilhos, ver as vaquinhas, trazer mais uma carrada de embalagens de chá Gorreana e visitar mais ilhas. Se tudo correr bem tenho um casamento em S. Miguel em 2019 por isso vamos fazer figas para que dê para explorar também um bocadinho.

Escócia
Estive o ano passado em Edimburgo, que é uma cidade espetacular e que adorei visitar, mas o bichinho de conhecer a Escócia não esmoreceu, até pelo contrário.
Se calhar tenho que culpar o filme Brave e, mais recentemente, Outlander (comecei ontem a 3ª temporada!), que mostra paisagens lindíssimas e nos faz tentar (e falhar redondamente) falar com o sotaque e as expressões escocesas. Só sei que quero muito conhecer as Highlands e viver o folclore gaélico.

Islândia
Sim, eu sei que toda a gente desde o ano passado se lembra de ir à Islândia. Eu sou humana, por isso não consigo ficar indiferente às fotografias de paisagens incríveis e habitantes queridos e acolhedores. Um dos meus maiores desejos era poder presenciar a aurora boreal, por isso gostava muito de tentar a minha sorte na Islândia. Tenho que ir começando o pé-de-meia.

E vocês? Qual é aquele destino que se imaginam a percorrer de carro com uma máquina fotográfica à mão?

Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina 

domingo, 14 de janeiro de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Hiroshima

No último dia de Kyoto, existia uma visita a uns Jardins de Bambú opcional, mas o meu pai queria muito mostrar-nos Hiroshima que era pertíssimo indo de Shinkansen (o "comboio-bala").
Embora tenha sido um dia extremamente quente e húmido, fiquei grata por ter visto o palco de um dos momentos mais negros da humanidade em primeira mão. Acredito piamente que devemos aprender com os erros e este foi um deles.

Memorial da Paz de Hiroshima (edifício deixado no estado em que ficou após a bomba nuclear)


domingo, 17 de dezembro de 2017

Catarina na Terra do Sol Nascente - Santuário de Heian e voltas por Kyoto

Depois de visitarmos o Pavilhão Dourado e Castelo de Nijo, fomos visitar um dos santuários budistas mais recentes: o Santuário de Heian.


domingo, 19 de novembro de 2017

Catarina na Terra do Sol Nascente - Pavilhão Dourado e Castelo de Nijo (Kyoto)

No segundo dia em Quioto, fomos visitar dois dos lugares mais emblemáticos da região: o Pavilhão Dourado e o Castelo de Nijo.
O Pavilhão Dourado (Kinkaku-Ji) é um templo budista construído no século XIV, mas cuja estrutura que agora se vê data dois séculos mais tarde, após ter sido destruído por chamas por um monge com alterações mentais.
O primeiro andar é revestido a madeira, mas os superiores  são revestidos a folha de ouro, dando o nome ao conhecido monumento. No seu topo ergue-se uma fénix dourada chinesa (Fenghuang).
O lago ao seu redor é conhecido como o "lago espelhado" (Kyoko-chi) e está inserido num parque antigo com jardins inspiradores.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Catarina na Terra do Sol Nascente - Santuário Fushimi Inari e Estação de Kyoto

  A última paragem do nosso primeiro dia no Japão foi o Santuário Fushimi Inari em Quioto. Este santuário data do século VIII e começou por ser dedicado a Inari o deus do arroz e restantes gramíneas, mas com a diminuição da agricultura, o foco foi-se desviando para a prosperidade dos negócios. Inari é também o nome que dão às estátuas das raposas que se vêm pelo santuário, visto que este animal era tido como o mensageiro do tal deus.
  Para além das raposas de pedra e das cores vibrantes, a maior atração deste local é o túnel dos 5000 Torii, estes portões/arcos bastante conhecidos de cor laranja que vão sendo doados ao santuário por empresas que querem atrair sorte e sucesso.
A entrada no santuário

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Catarina na Terra do Sol Nascente - Nara

Após um bom almoço ainda em Osaka num restaurante com cozinha tradicional japonesa, viajámos um par de horinhas no autocarro da "excursão" onde sinceramente sucumbi ao cansaço da falta de horas de sono e jet lag. 
 Quando acordei, estávamos a chegar a Nara e nos parques da cidade já se viam alguns cervos a pedir comida às pessoas ou simplesmente deitados a descansar sem ligar aos paparazzis.  Descemos para visitar o Todai-ji, o templo que alberga o maior Buddha de bronze do mundo e que é considerado património da UNESCO. Os cervos também se encontram junto a este lugar sagrado, visto que são considerados mensageiros dos deuses, segundo o Xintoísmo.


sábado, 16 de setembro de 2017

Catarina na Terra do Sol Nascente - Osaka

Partimos de Lisboa, em direcção ao Dubai onde fizemos escala para ter como destino final Osaka. O primeiro voo durou 8 horas, mas estávamos a aproveitar as comodidades de voo de longa distância, com direito a todo um repertório de filmes, séries, documentários e música. Seriam apenas 2 horas no Dubai para seguirmos para o Japão, mas infelizmente decorria um pequeno tufão em Osaka que adiou o nosso voo 12 horas. Nem tudo é mau, porque tivemos direito a uma noite e refeição num hotel perto do aeroporto, mas a verdade é que acabámos por perder metade de um dia no Japão. O segundo voo demorou mais 9 horas e quando aterrámos tínhamos o relógio biológico completamente desnorteado, sendo que teríamos apenas uma hora e meia no hotel antes de iniciar o primeiro dia da tour
Foi no pequeno-almoço que tive o primeiro choque cultural, ao ver arroz, algas, salada e sopas no buffet. Também tinham comida ocidental, mas fiquei realmente admirada ao ver as famílias japonesas a comer assim logo de manhã.
 Após o pequeno-almoço conhecemos a nossa guia, Masami e os restantes excursionistas que fomos conhecendo melhor ao longo dos dias. Não acho que seja necessário marcar com uma agência de viagens uma excursão ao Japão - nós só o fizemos porque foi uma decisão de última hora - mas a verdade é que foi muito cómodo e vimos imensas coisas em pouco tempo.
Osaka é uma grande metrópole, a segunda maior área metropolitana do Japão e tem cerca de 19 milhões de habitantes. O meu pai passou aqui três meses quando fez um intercâmbio na universidade e diz que nota bem diferenças de há 30 anos para cá.
 Começámos por ir visitar o Jardim Flutuante (Umeda Sky Building), um edifício com 173 metros de altura que tem uma óptima vista para a cidade.

Sinceramente, senti-me um pouco "claustrofóbica" com esta vista. Tanto edifício, tanta gente e pouco verde.
Pormenor de uma estrada que atravessa um edifício

 Na cultura japonesa não são "bem-vistos" as demonstrações de afecto públicas entre casais, mas este edifício tem uma varanda para os casais virem pendurar cadeados a selar o seu amor e tirar fotografias mais românticas.


 Ao lado do edifício existe um pequeno parque com hortas e também este jardim vertical, que na primavera se enche de flores.

 Como perdemos a oportunidade de explorar a cidade devido ao atraso do voo, o resto da cidade foi visto através da janela do autocarro, sempre com as explicações da nossa guia, enquanto nos dirigíamos para a paragem seguinte.

Castelo de Osaka




Próxima paragem: Nara.

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Catarina na Terra do Sol Nascente - Curiosidades sobre o Japão

 Sei que já se passaram três semanas desde o meu regresso do Japão e que vos tinha prometido posts sobre a viagem. Tal como o Jon Snow (desculpem, ainda não me convenci de que esta temporada acabou verdadeiramente) eu sou uma pessoa de palavra e, mesmo tardando, cá estou.
 Sempre que se viaja, mesmo dentro do nosso país, fascinam-nos os costumes do local, a história e o modo de estar dos habitantes. Porém, o Japão foi o país mais culturalmente distante do meu a que já fui, por isso fiquei fascinada com milhentas coisas.
 Venho aqui partilhar algumas:

Coexistência de religiões
No Japão praticam-se maioritariamente duas religiões, o Xintoísmo e o Budismo. A primeira é a mais antiga e originária do Japão, em que se acredita em vários deuses (de elementos naturais) e se preza por respeitar a natureza, honrar os antepassados e procurar a pureza de espírito. As correntes de pensamento desta religião influenciam muito a conduta de vida japonesa, daí achar importante referi-la. O Budismo foi trazido mais tarde pelos chineses, mas também se encontra enraízado na cultura e vêem-se os bonitos templos em todo lado. O mais especial? As duas religiões coexistem. É normal ver um pequeno templo xintuísta ao lado de um budista e até altares das duas diferentes religiões na mesma casa. As pessoas comuns aplicam tradições e rituais tanto de uma como de outra.
Santuário budista Heian
Alfabeto
E se eu disser que, em japonês, pode haver até quatro maneiras diferentes de escrever o mesmo? Têm um alfabeto fonético, mas também existem caracteres que significam uma única palavra (como árvore, mulher...) ou a combinação destes para outra. Para além disso, ainda existe outro tipo de "letra" que usam quando se tratam de estrangeirismos.


Numeração

Para contar (um, dois, três...) usam a nomenclatura japonesa, mas para dizerem a quantidade de algo (um chá, por favor) é usado o mandarim.
Em japonês

Superstição
O número quatro é um número de azar porque dito em japonês é semelhante à palavra morte. Esta superstição é tão levada a sério que, por exemplo, em alguns parques de estacionamento a numeração salta este número. Pisar os limites dos tatamis também dá azar, segundo a nossa guia.

Táxis
O tipo de condução pode ser semelhante à de cá, mas tudo o resto não. Ninguém utiliza Uber porque os motoristas são atenciosos, o táxi está limpo, as portas abrem e fecham automaticamente e a viagem não é cara.
Todos os estofos tinham esta espécie de "naperon" branquinho, achamos que para mostrar a limpeza do táxi.


Respeito
É um dos valores mais presentes nos japoneses. Seja o respeito pelos mais velhos, pela natureza e pelas outras pessoas. As filas eram estranhamente ordeiras e eram raros os caixotes de lixo na rua, porque toda a gente leva simplesmente o lixo para casa.

Sanitas
É das partes mais engraçadas, juro. Por um lado, algumas casas-de-banho públicas são "japanese style", ou seja, são um buraco no chão, mas com instruções e uma pega para se segurarem enquanto fazem o que têm a fazer agachados.
 Por outro, magia! As sanitas modernas têm assentos aquecidos, e um painel com botões que vos permite escolher repuxos e em que zona do vosso corpo querem que eles incidam para se lavarem, som de água a correr para vos ajudar e a intensidade do autoclismo. 


Gostaram destas pequenas curiosidades?

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Buddha Eden Garden

 Foi num dia de muito calor que eu e o meu namorado aproveitámos o facto de irmos de Leiria para Lisboa para fazer uma paragem no Bombarral.
 O Buddha Eden Garden é o maior jardim oriental na Europa e foi construído como protesto pela destruição de budas de Bamiyan pelos talibãs no Afeganistão.