domingo, 20 de outubro de 2013

O que me impede de ter melhores notas ou As minhas séries favoritas I

Decidi criar um "segmento" talvez mensal ou quinzenal em que falo de uma das minhas paixões: as séries.
Adoro seguir uma história e afeiçoar-me a ela e às suas personagens. Na minha opinião as séries são ainda mais próximas de um bom livro do que o é um filme.

A série que vou usar para inaugurar a rubrica vai ser: Game of Thrones (Guerra dos Tronos).

Comecei a ler o primeiro livro um pouco antes de a série estrear nos Estados Unidos. Tanto a minha mãe como o meu irmão já eram fãs d' As Crónicas de Gelo e Fogo por isso já tinha todos os livros cá em casa.
Quando estreou no Syfy estava a meio do 2º livro (edição portuguesa). Gostei muito da escolha dos actores para cada papel, principalmente o Joffrey e o Ned Stark.
Jon Snow (filho bastardo de Ned Stark)
e o seu lobo gigante bebé (Fantasma)

Para quem não conhece, o enredo passa-se num mundo muito semelhante ao nosso, mas com alguns vestígios de magia e criaturas como dragões, gigantes, "zombies" de gelo, lobos gigantes e mamutes.
Passa-se num reino onde quem manda são as famílias nobres como os Stark, Tyrell, Lannister, Baratheon sendo a última a família do rei.
Vamos sabendo a história e perspectiva de várias personagens, completamente diferentes, mas que de uma maneira ou outra estão ligadas.
Há todo um enredo político em que há quem queira o poder, outros dinheiro e outros só querem levar uma vida pacata e feliz. Não poderia contar muito da história sem spoilers, mas acreditem que a história é extremamente interessante e cativante.
A série também é famosa por morrerem muitas das suas personagens, incluindo algumas principais.

As minhas personagens preferidas são a Daenerys Targaryen (Khaleesi), a qual é descendente da antiga família que reinava, mas teve de se esconder para salvar a própria vida; a Arya Stark, que é uma menina nobre mas o sonho dela é lutar como um cavaleiro e o Tyrion Lannister, o anão que pertence à família mais rica de todo o Westeros que é dotado de uma inteligência, sentido humor e compaixão imensa.

Também gostam desta série? Quais as vossas personagens preferidas?



Uma boa semana,
A Marquesa.

domingo, 13 de outubro de 2013

Irmãos mais novos

 Ainda não me consegui habituar à ideia de que o meu irmão mais novo sai à noite.
 Ele é apenas 3 anos mais novo que eu (tem 17) e os meus pais já o deixam ficar, indo buscá-lo e tudo, até às 3h da manhã.
 Não que ele seja um rapaz que saia à noite muita vez. Se calhar são umas 2 ou 3 vezes por ano.
 A minha admiração vem de que quando eu tinha a idade dele, muitas vezes o meu limite era a 1h da manhã ou pouco mais. Se quisesse ter uma noite mais longa combinava com uma amiga e dormia em casa dela. Até porque vivemos a 20 minutos de carro da cidade onde (vivem e) me encontro com os meus amigos.
 Ora, o meu irmão é, nesta e outras situações, um privilegiado por ser filho mais novo. Já para não falar de que ele é um daqueles gamers que preferem estar sempre em casa para jogar e a minha mãe fica sempre contente e entusiasmada por ele sair de casa.
 Os meus pais já não são inexperientes como quando foi a minha vez, por isso sentem-se mais à vontade para lhe dar a liberdade que a mim custou ganhar.
 Podia estar aqui a enumerar 100 grandes vantagens de ser o irmão mais novo, como quando éramos pequenos fazermos tropelias e apenas eu ficar com as culpas.. Ou ter mais cedo acesso à linguagem de grandes em casa porque os meus pais a mim faziam "baby talk" quando era piquinininha e isso o ajudar a desenvolver o vocabulário e a mente mais cedo.
 Mas sei que também deve ser difícil corresponder às expectativas criadas pela irmã mais velha, embora nas notas ele até me ganhe em algumas coisas...
Enfim, acho que o que realmente me levou a escrever o post é que ainda não me habituei ao crescimento do meu brô. Que chega tarde mas chega! (isto em termos de maturidade)


Uma boa semana!
A Marquesa

sábado, 12 de outubro de 2013

Fumar

 Nos intervalos das aulas (que no nosso horário são inexistentes mas que os professores nos dão por bom senso), normalmente gosto de ir com as minhas amigas respirar um pouco de ar fresco à porta da sala.
 O problema é que tenho imensas pessoas da minha turma que são fumadores.
 Do nosso grupo de colegas mais próximos apenas 3 ou 4 fumam, mas como gostamos de conversar todos, acabamos por nos sujeitar ao fumo.
 Eu nunca fumei na vida, simplesmente não acho que me traga vantagem alguma. Só vejo desvantagens. E o cheiro a tabaco é uma coisa que me incomoda, principalmente quando fica entranhado no meu cabelo e roupa.
 Já me importei mais com as pessoas que fumam, really. Acho que a partir de uma idade as pessoas já são mais conscientes e sabem o que estão a fazer.
 E sinceramente, sem querer parecer mesquinha, o último a rir ri melhor: Eu tenho muito menos probabilidade de ter defeitos na pele, incluindo acne, devido a uma pior circulação sanguínea. Não vou ter maior produção de testosterona, que me provocará mais pêlos corporais. Não hei-de ter tão mau hálito nem dentes tão amarelos (e unhas!) como um fumador. As rugas hão-de aparecer-me mais tarde porque não vou matar as fibras elásticas da minha pele e vou continuar a conseguir subir as escadas do meu prédio sem arfar.
Tenho ainda menor probabilidade de aumentar o perímetro abdominal (a gordura fica mais localizada no abdómen, mesmo sem aumentar o peso) e , ao contrário do que dizem, estarei menos sujeita ao stress porque fumar aumenta o nervosismo.
Quando quiser ser mãe (para além de ter mais líbido sexual e menos propenção a infecções genitais), não terei que ter o peso de consciência de que poderei estar a a fazer mal ao meu feto. Para além de não ter um risco tão elevado de ter um enfarte, úlceras gástricas ou cancro e poder ver o meu bebé crescer.

Bom fim de semana,
A Marquesa

Informação retirada deste site bastante esquematizado e interactivo.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Nós e os problemas

 Todos temos os nossos problemas. Uns mais graves do que outros. Mas o que para mim diferencia as pessoas é a maneira como reagem aos seus problemas.
 Tenho um amigo, por exemplo, que já passou por coisas horríveis. É daquelas pessoas que mesmo em situações sérias não consegue deixar de sorrir. A primeira vez que soube dos seus problemas (porque era impossível imaginar que eles existissem para alguém tão alegre), disse-me que a razão pela qual andava sempre tão feliz e despreocupado era: todos os nossos "problemas" do dia-a-dia para ele são insignificantes, pois sabe bem quais são os problemas a sério e que realmente merecem a sua preocupação.
 Por outro lado tenho várias pessoas as quais se nota perfeitamente quando algo se passa. Sinceramente acho que pertenço a este segundo grupo. Não me orgulho, porque às vezes quando ando ocupada e frustrada com coisas na minha mente acontece descarregar nas outras pessoas que culpa nenhuma têm. Por isso acho que não tenho o direito de me irritar quando o fazem a mim. 
 Mesmo assim o mundo seria bem melhor se, caso os outros não possam solucionar o nosso problema, o guardássemos para nós ou desabafássemos apenas com alguém sem o tom agressivo...

Um bom Outubro para todos,
A Marquesa.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Estudo e Trabalhos

Juro que não me importo nada com o recomeço das aulas.
Primeiro significou "praxe" que, embora eu não seja muito activa durante a dita cuja, gosto de participar na preparação e nas actividades da mesma. Se não fossem os sapatos já era rapariga para ter paciência para praxar.
Depois, deu para rever grandes amigos e colegas, de quem já tinha saudades e felizmente continuam as pessoas que eu tanto adoro.
Por último, eu sou uma sortuda por estar no curso que quero e adoro aprender mais e fazer mais coisas. Finalmente agora no 3º ano já terei actividades práticas e vou finalmente estar no hospital e clínica!
A parte que é para mim mais maçadora é quando os professores falam de trabalhos... Sim, é verdade que se aprende muito sobre o assunto do trabalho que fazemos, mas o stress e a trabalheira que dão não me compensa. Principalmente agora que até nos pediram um trabalho de 20 páginas!
Sim, eu sei que um dia terei que fazer a minha tese de mestrado e será um milhão de vezes mais díficil e trabalhoso, mas por enquanto vou-me queixando.

Feels good to be back!

Cordialmente,
A Marquesa.