sábado, 1 de agosto de 2020

Favoritos Primavera

Mais um trimestre, mais uma partilha de Favoritos.
Sei que desta vez vêm com mais de um mês de atraso, mas não me coíbo de fazer a publicação na mesma, visto ser das minhas preferidas de escrever e rever.
Vamos a isto?

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Um amor chamado "Animal Crossing"

Durante o confinamento, o meu namorado ofereceu-me o jogo "Animal Crossing: New Horizons" para eu poder jogar na sua Nintendo Switch.
Já tinha ouvido falar muito bem do jogo e tenho amigos que são fãs dos seus precursores nas outras consolas.
Sem ser o período de tempo em que ficámos sem comando operacional, é raro o dia em que não tenho ido à minha ilha, regado as minhas flores e falado com os meus animais vizinhos. Gosto de procurar novos espécimes para o nosso Museu, decorar a minha humilde casinha e visitar outras ilhas.
É um jogo para relaxar, ir cumprindo objetivos ao nosso próprio ritmo e personalizar ao nosso gosto. Se tiverem também subscrição do serviço online da Switch, é possível até visitarem os vossos amigos e outras pessoas que têm o jogo, mesmo à distância.
Uma maneira engraçada  de viajar para uma ilha paradisíaca, sem sair de casa.



Tenham um óptimo fim-de-semana!

Com amor,
Catarina

sábado, 2 de maio de 2020

Os meus filmes do Studio Ghibli favoritos

Conheci os filmes do Studio Ghibli, bem mais tarde do que as produções da Disney. Sei que foi em 2002, teria eu 8 anos, quando vi com os meus pais "A Viagem de Chihiro". Ao princípio estranhei. Era um filme tão diferente do folclore europeu a que estamos habituados. Não há princesas, nem fadas nem duendes, mas há espíritos, deuses e outros elementos da cultura asiática que dão a fantasia necessária às histórias.
Desde aí, vimos imensos filmes desta produtora e, raramente desiludiram. Deixo aqui o meu top 10 filmes preferidos do Studio Ghibli, que estão disponíveis também na plataforma Netflix.



10. Memórias de ontem
Taeko trabalha num escritório em Tóquio e, decide, ir ajudar a família da irmã na colheita anual de açafrão, no campo. Lá o ritmo é completamente diferente e começa a recordar de como a sua vida era na infância e o que mudou desde aí.


9. Kiki - A Aprendiz de Feiticeira
Tal como todas as bruxinhas, aos 13 anos Kiki tem de partir de casa dos seus pais, para encontrar uma cidade nova, que não tenha nenhuma feiticeira, para se estabelecer e crescer no seu ofício. A especialidade da sua mãe eram as poções, mas Kiki sabe pouco mais do que voar de vassoura com o seu gato preto. 
Uma história engraçada, com paisagens lindíssimas e lições de uma pequena feiticeira muito determinada e humilde.

8. Ponyo à Beira-Mar
Este filme conta a história de um menino, que salva um peixinho-dourado de uma garrafa, descobrindo depois que se trata de uma princesa do mar. Os dois criam um laço de amizade e, mesmo em tenra idade, conseguem enfrentar adversidades com coragem e magia.
É um filme muito fofinho, com um enredo interessante, mesmo sendo dirigido para um público mais novo.

7. O Sussurro do Coração
Vi-o este ano e, foi daqueles filmes que, ao princípio parecia não ser nada de especial, mas que me fez rir e emocionar-me como uma miúda. Shizuku é uma adolescente que, num Verão, decide ler 20 livros na biblioteca onde o pai trabalha. Acontece que todos esses livros já tinham sido lidos por uma outra pessoa, segundo o histórico. Afinal, há alguém com os mesmos gostos que ela naquela cidade pequena.

6. O Mundo secreto de Arriety
Lembram-se da popular história da Polegarzinha? Arriety é uma dessas pessoas pequeninas, que vive com a sua família numa casinha, escondida na moradia de umas pessoas do nosso tamanho. Para além da parte engraçada de ver objectos do nosso quotidiano com outras funções, a destemida Arriety é uma personagem pela qual gostamos de torcer.

5. O Castelo no Céu
Um rapaz orfão encontra uma menina, que estava a ser perseguida por um agente secreto e juntos começam a busca pelo Castelo Andante, berço de uma antiga civilização, com piratas voadores pelo meio.
A história é engraçada e com alguns plot-twists e as personagens, adoráveis.

4. O meu Vizinho Totoro
Duas irmãs pequenas, mudam de casa e no quintal encontram algumas criaturas mágicas, que os adultos não conseguem ver. Não é o filme com a história mais envolvente nem imprivisível. Mas os Totoros são adoráveis e as irmãs umas fofinhas, que nos deixam saudosos das nossas brincadeiras infantis.


3. O Castelo Andante
Sophie é amaldiçoada por uma bruxa, de maneira a ter a aparências (e dores) de uma idosa de 90 anos, mantendo a mente jovem. De maneira a tentar quebrar o feitiço, parte em busca do misterioso "Castelo Andante" de um feiticeiro temido por muitos. Para mim, um romance bem bonito.

2. A Princesa Mononoke
San, a princesa Mononoke, é uma daquelas personagens femininas que quebra o estereótipo de donzela indefesa. É uma das personagens do filme, que se desenvolve em torno de um rapaz que busca uma cura para a sua maldição, dada por um espírito. O filme passa também a mensagem de que o ser humano não é nada sem a Natureza e que o dano que lhe faz, volta.


1. A Viagem de Chihiro
Foi o meu primeiro amor e o que já revi mais vezes.
Chihiro é uma menina que está prestes a mudar de cidade, com os seus pais. Durante a viagem, o seu pai decide fazer um atalho e perdem-se. Vão ter a uma pequena vila, aparentemente deserta e os seus pais aproveitam para se servir da comida que ali está à disposição. São "castigados" pelo seu feito e, a partir daí, Chihiro terá de salvar os seus pais, enquanto tenta não se perder no mundo dos espíritos.


sábado, 25 de abril de 2020

O que é o amor?

No último episódio de "Sozinho em Casa", o humorista Guilherme Geirinhas esteve a falar sobre Amor.
A dada altura diz que, para ele, amor é prescindir das "borboletas da barriga" quando estamos com alguém pela qual deixámos de as sentir. Um sacrifício.
Há sempre esse preconceito sobre relações de longa duração, não é? A chama apaga-se. A paixão desvanece. As borboletas na barriga desaparecem. A parte divertida da relação já passou.
Não digo que a parte da conquista e do início da relação não sejam mágicas, porque são. Começar a sentir um fraquinho por alguém, descobrir que nutrimos esse sentimento e tentar descobrir se a atração é mútua é intenso e, quando correspondido, é um momento de catarse. Não é por acaso que  esta fase é alvo do enredo da maioria dos livros, filmes e músicas.
Mas conhecer uma pessoa, partilhar com ela o vosso dia-a-dia e ter nela um porto de refúgio também é mágico. Saber o que a vai fazer rir, dar um abraço depois de um dia difícil ou ter a mão dela na nossa aquando novas experiências também é intenso. 
Continua a existir paixão, mas a ternura, o companheirismo e a paz começam a ocupar também os nossos corações. E quando assim é, é Amor.


Tenham um óptimo fim-de-semana!

Com amor,
Catarina

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Há uns dias estava a falar com o meu namorado e ele perguntou-me: "Qual é que era o teu desafio para Abril?". Estava a referir-se a este meu desafio de 2020. Com tudo o que se tem estado a passar nunca mais me tinha lembrado do mesmo. O desafio era publicar por aqui semanalmente durante este mês, o que obviamente não se passou.
O meu plano era fazer publicações sobre a viagem a Amsterdão, mas a verdade é que neste momento não me faz muito sentido falar sobre viagens, embora perceba que para muitas pessoas seja um bom escape.
Para além de estar com um horário diferente no trabalho e ter havido mudanças na equipa, os meus tempos livres têm sido mais passados a ver séries, jogar e a aproveitar quando o sol bate no terraço para ir ler e produzir um pouco de vitamina D.
Não me custa ficar em casa, ou não saber quando vou poder ir a sítios públicos em segurança, mas custa-me não saber quando poderei estar com os meus. Se tivesse uma profissão em teletrabalho, poderia fazer um período de isolamento e saber que não os vou colocar em risco. Não sendo possível, o meu estado infeccioso é sempre uma incógnita.
Custa-me não saber quando vou estar com os meus pais, custa-me pensar que vai nascer o primeiro bebé de amigos meus e eu não o vou poder ver com os meus próprios olhos, nem segurá-lo ao colo. 
Às vezes penso egoistamente que mais valia ficar infectada de uma vez. Assim, se recuperasse, já poderia ser livre para estar com quem gosto.
Vou tentar então compensar com mais três publicações até ao final do mês para compensar. Com temáticas mais animadoras, prometo.

Com amor,
Catarina