sábado, 30 de novembro de 2013

Grammar

Se há uma coisa que dá comigo em doida são erros ortográficos.
Eu não sou perfeita, também há vezes em que me engano...
Mas quando são daqueles erros em que uma pessoa pensa que está a escrever bem a palavra há algo em mim que ruge de fúria.
Exemplos ( e acreditem que me dói só de escrever isto):

"Revelarao-se" em vez de revelaram-se
"Aqui estudasse" em vez de "aqui estuda-se"
"falta de geito" em vez de jeito
"secalhar"

E em inglês confundir:
 your com you're
to com too
sweety com sweaty

E ainda mais, mas acho que já chega de exemplos.
A maior parte vi no facebook e juro que me controlei bastante para não dar numa de "Grammar Nazi"

Cumprimentos,
A Marquesa.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Vets

Antes de entrar para o meu curso e ter contacto com a diversidade das minhas cadeiras nunca tinha tido noção do papel que um veterinário tem na sociedade para além de clínicas.
A sério, ninguém se consegue livrar de nós! Por exemplo:

Se gostas muito de animais:
Provavelmente vais ter contacto com veterinários num hospital ou clínica se tiveres um animal de estimação. Se não, provavelmente apoias uma organização (ou vais ao zoo) em que também trabalharão médicos veterinários.

Se não gostas de animais:
Provavelmente comes carne ou produtos derivados de animais (ovos, leite de vaca, charcutaria). Em qualquer pecuária, fábrica de rações, matadouros, indústria alimentar tem que estar encarregue um médico veterinário. Assim como na inspecção sanitária.

Se não gostas de animais e és vegan (weird!):
Se já adoeceste e a não ser que sejas hippie (o que é estranho porque costumam curtir dos bichos) já tiveste de tomar medicamentos. Muitos medicamentos foram fruto da investigação de médicos veterinários, e todos os fármacos terão sido testados em animais ( ==> veterinários! )

Este post não pretende de forma alguma "gabar", mas sim informar de que o veterinário é um trabalho importante para a sociedade e não apenas o "doutor dos bichos"!

Cumprimentos,
A Marquesa.


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Lisboa


Foi em Setembro de 2011 que fui morar para Lisboa, ao entrar para a faculdade.
Nos primeiros tempos achava tudo muito confuso. Os transportes, a quantidade de pessoas, as várias zonas.
Sei que há pessoas que nunca se adaptam à cidade. Depois há as que, como eu, se apaixonam por ela.
Por um lado acho que como ao ter ido viver numa fase de vida em que fui "obrigada" a conhecer pessoas novas, na actividade de praxe e na faculdade me facilitou a fazer amigos e ter pessoas com quem explorar a cidade e me divertir. Por outro lado, tenho família lisboeta por isso sempre pude contar com o seu apoio.
Quando antes só conhecia praticamente o percurso casa-faculdade-casa (ou algumas vezes Colombo e Baixa-Chiado), ficava super nervosa quando saía da minha zona de conforto.
Hoje adoro conhecer cada vez mais locais de Lisboa,adoro a diversidade! Se algo existe, tem que haver algures em Lisboa.
Existem os bairros antigos que embora tenham um ar de certa melancolia, são bonitos à sua maneira. As zonas de compras, a zona à beira rio, todos os parques. O bairro alto à noite e os turistas que passeiam tal como nós no Rossio. O castelo de São Jorge e os restaurantes de todas as qualidades étnicas!
E, quando não decidem ter greve, tenho a gabar os serviços de transportes públicos que em 40min no máximo nos transportam de uma ponta à outra de Lisboa!
Como diz o outro "Já fui muito feliz em Lisboa!"

Cumprimentos,
A Marquesa