sábado, 22 de abril de 2017

A hora B

No fim-de-semana da Páscoa tive o previlégio de ir com os meus pais e irmão conhecer Edimburgo, a capital da Escócia. Gostei imenso do local, do ambiente, das paisagens e espero vir dar-vos a conhecer melhor a minha experiência em publicações vindouras.
 Depois consegui estar uns dias com o meu namorado a matar saudades e conhecer a sua casa nova. Voltei para a "terra" e retomei a missão TESE.
 A minha rotina diária tem sido acordar, tomar o pequeno-almoço a ver Friends, fazer yoga ou o novo desafio da Blogilates, tomar banho, internet, brincar e dar o almoço ao Bóris, almoçar e ir para a biblioteca.
 Depois de uma tarde a dar no duro, a ter picos de motivação e desmotivação e farta de olhar para o ecrã do computador, só eu sei o que me sabe bem chegar a casa a uma hora do jantar. É a hora B, em que deixo as minhas responsabilidades de lado e só me preocupo em estar no nosso jardim a atirar bolas, a treinar truques e a esfregar a barriga do meu Bóris bebé. Que privilégio é ter recursos e tempo para amar um cão.


Desejo-vos um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Fresh Off The Boat


 Já há algum tempo que não andava tão obcecada por uma série como estou por Fresh Off the Boat.
 Tudo começou quando estava num serão com os meus pais a fazer zapping. Parámos na Fox Comedy e vimos que estava a dar uma série nova. Apanhámos o episódio a meio e acompanhámos até ao fim, tinha alguma piada. Fui às gravações automáticas do MEO ver a primeira parte do episódio e quando dei por mim já estava a ver todos os episódios que tinham sido transmitidos até ao momento. Apaixonei-me.
 É uma série muito leve, de comédia, em que acompanhamos uma família de americanos asiáticos desde o momento em que vão para uma nova cidade, onde não há uma chinatown como a que viviam anteriormente.
 A mãe, que é a minha personagem favorita, é muito ligada aos costumes e padrões de exigência chineses mas, embora não queira admitir, também gosta da cultura americana. O pai é o good guy lá de casa, que decidiu começar o seu próprio negócio. A personagem principal é o Eddie, o irmão mais velho, que adora hip-hop e diz ser alguém de raça negra preso num corpo asiático. Os irmãos mais novos, Emery e Evan, são tudo o que um "bom rapaz chinês" tem de ser, perfeitos, adoráveis e muito engraçados.
 Já estou a meio da segunda temporada e não consigo deixar de aconselhar a toda a gente esta série que me faz rir em cada episódio e cujas personagens adoro cada vez mais.


Já conheciam a série?


Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Calças e a minha Auto-estima

 Uma das coisas que percebi quando fui à nutricionista é que estive magra demais. Isto reflectiu-se não só na mentalização de que tenho uma imagem distorcida do que deve ser um corpo saudável na minha cabeça, mas também no meu guarda-roupa.
 Tinha uma percentagem demasiado baixa de gordura corporal para o que uma mulher saudável deve ter, mas como não o sabia, continuava a achar que era uma falsa magra porque não tenho uma barriga com abdominais à mostra, o meu rabo não é empinadinho, tenho celulite e as minhas coxas são o dobro das normais modelos de roupa. Para mim foi muito importante ter valores concretos à minha frente, porque a verdade é que todos temos corpos diferentes e um corpo saudável não obedece a um molde de fábrica.
 Tinha algumas calças no armário que me serviam apenas em algumas alturas. Quando eu estava "melhor" achava eu. Portanto quando atingi um peso mais aconselhável e deixaram de me servir doei-as.
 Havendo esta pequena lacuna no meu arsenal de calças, dirigi-me a um centro comercial curiosa com uma promoção da H&M no 2º par deste tipo de peça. Fiquei desmotivada porque não havia calças que me fizessem sentir confortável. Normalmente ou me apertavam as coxas e ficavam bem na cintura, ou então as pernas ficavam bem mas a cintura encontrava-se em órbita. Se me ficava bem nesses dois locais, era o rabo que ficava achatado e apertado.
 Já me tinha dado por derrotada quando a minha mãe me perguntou se não queria passar pela Tiffosi, até porque já tenho dois pares da loja. E o quão a minha auto-estima subiu naqueles provadores. Não sei se é por ser uma marca portuguesa, mas a verdade é que tem em maior consideração as curvas que muitas mulheres têm. Melhor, eu sou baixinha e o modelo de calças pelo tornozelo ficou na medida perfeita. Gostei de um modelo com um ligeiro push-up e antes que tivesse de voltar tão cedo às compras, levei-o em duas cores diferentes.
 Também não resisti a esta camisa, às riscas navais e com um corte que deixa os ombros descobertos. Tem a minha cara.
 As sabrinas foram-me oferecidas no Natal pela mamacita, mas o meu habitual 36 teve que ser devolvido para um 35. Chamem-me doida, mas mesmo com este calor estou à espera de uma ocasião especial para estreá-las.





Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
A Marquesa

domingo, 9 de abril de 2017

Então e como vai a tese?

Esta fase da minha académica é estranha. Durante 6 meses estagiei uma média de 9 horas por dia, 6 dias por semana, num ritmo acelerado sempre com tarefas para fazer no momento. Adorei a experiência e quando terminou de um momento para o outro foi muito estranho. De qualquer maneira, estava ocupada em repôr horas de sono, viajar para a Irlanda com o meu namorado e ver lá os meus tios, ter uma toxinfeção alimentar e rever os meus amigos. Só vos tenho a dizer que não me lembro da última vez que tive uma vida social tão activa. Como não tenho horários nem um sítio obrigatório para estar é muito mais fácil dizer que sim a toda a gente e fazer planos com as pessoas de quem gosto.
 Já a tese em si... segundo a minha orientadora está encaminhada, o que não deixa de ser verdade. Escolhi o meu tema, tenho os dados necessários dos casos que vi durante o estágio e já sei a estrutura da minha dissertação. Só falta pôr as mãos à obra. O que acontece é que sempre fui uma rapariga trabalhadora, mas cuja principal motivação são os prazos. Eu bem tento começar a fazer as coisas com antecedência, mas é depois aquela adrenalina, a frustração e exasperação dos momentos finais que me faz escrever como um poeta que encontra a sua musa. Estupidamente são esses trabalhos que escrevo com lágrimas e dores de barriga do stress que têm melhor classificação. Malditos.
 Portanto, embora vá tentar continuar a aproveitar as oportunidades para estar com as minhas pessoas, vou tentar impingir a mim mesma prazos. Ontem até já fiz esta imagem a seguir para os objectivos do próximo mês, que defini como fundo do ambiente de trabalho para causar alguma pressão. (Tenho que seguir os meus próprios conselhos).



Tenham uma boa semana!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Tempos Que Ser Umas P'ras Outras - Bandas de depilação facial (Veet vs Skino)

 Se há coisa que eu gosto nos meses de Inverno é poder ir menos frequentemente à esteticista. Nada contra as esteticistas, mas o facto é que arrancar a nossa camada de pelagem com cera não é a sensação mais agradável do mundo. Também não tenho nada contra pêlos, mas para mim são uma parte mais íntima de mim e não os quero andar a mostrar na rua. 
 Como não escondo a cara no inverno, continuo a querer tirar os pelinhos da zona do buço e manter as sobrancelhas on point (ou pelo menos afastar a "monocelha"). E é aí que as bandas de cera me permitem adiar a ida à esteticista.
 Sempre usei as da Veet, que agora até têm para peles sensíveis e são as que tenho adquirido. Bastava esfregar uma das bandas entre as minhas mãos, separar, usar no buço e na zona entre as sobrancelhas e voilá. Tem também toalhitas embebidas em óleo de amêndoa para retirar os restos de cera e hidratar as zonas irritadas.
 Porém, da última vez que fui ao supermercado decidi ver se a diferença de preço (quase um terço) das mais baratas se justificava. Trouxe então as bandas da marca Skino (marca branca do Pingo Doce).
 Têm um cheiro mais agradável que as da Veet, mas os pontos a favor (para além do preço) param por aí. Tive que gastar o dobro das bandas porque parecia não agarrar tão bem o pêlo depois de uma primeira utilização, ao contrário das da Veet que funcionam bem as duas ou três vezes que as utilizam. Na zona entre as sobrancelhas então, foi mesmo muito complicado e como tive que repetir mais vezes acabei por ficar com essa zona um pouquinho maltratada. As toalhitas embebidas em Aloe Vera também funcionaram bem.


Portanto, pelo menos a Skino para já vou pôr de parte. Têm mais alguma marca que me recomendem?


Tenham um bom fim de semana!

Com amor,
Catarina


domingo, 2 de abril de 2017

Guia para Londres - Carnaval de Notting Hill

No último fim-de-semana de Agosto (e o último que estive por Londres) ocorreu mais uma edição do "Notting Hill Carnival". É um evento anual, que celebra a cultura Africana-Caraíba em Inglaterra.
Só ouvi falar deste Carnival na sexta-feira anterior, por causa de dois veterinários estarem a conversar sobre os seus planos para o fim-de-semana. Não sabia bem o que esperar, mas fiquei curiosa e fui.


A única coisa semelhante ao nosso Carnaval é que existe uma parada, com algum pessoal vestido a rigor e música. O resto das pessoas vão vestidos com roupa normal, com um ou outro apontamento de cor em alguns casos, na maquilhagem ou em acessórios festivos. A saída de metro de Notting Hill estava fechada e tive que sair na paragem anterior, mas a multidão fez com que nem fosse necessário ligar o GPS ou pedir direcções. A zona de Notting Hill em si é uma zona cara de habitação e tem edifícios lindos, quase destoando do ambiente festivaleiro da multidão que passa.





Já a festa em si, é engraçada, tem música e comida caraíba com óptimo aspecto mas achei menos animado que o nosso carnaval, por exemplo. Pode ter sido por este povo ser menos recetivo e desinibido (a não ser já com litros de álcool em cima) que o português. Também penso que ir sozinha contribuiu por ter achado isso, visto que fui quase só quase para observar.


Outras publicações sobre Londres: Dicas, Walk Like a Londoner, Brighton, Camden

Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 30 de março de 2017

Não há mãe como a minha...

Imaginem a seguinte situação: Estudante finalista cuja única preocupação e trabalho neste momento é escrever a tese de mestrado. Acham que a progenitora dessa pessoa...

a) Passa a vida a perguntar se está a correr bem, se teve dias produtivos, se não prefere ir para um sítio mais calmo escrever?

b) Traz uns miminhos para casa para dar à filha, pois quer ajudá-la na sua demanda e premiá-la com reforço positivo pelo seu trabalho?

c) Pede à filha para ver os primeiros 3 episódios de Legion porque o resto do pessoal da casa já viu e quer que vejam todos juntos, para além de lhe enviar propostas tentadoras de irem às compras juntas?



Pois. Mas eu também não sou melhor porque ando com uma inércia e preguiça daquelas...

Desejo-vos o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina


quarta-feira, 29 de março de 2017

Saúde 24

Eu não sei se sou eu que tenho azar, se tenho um estômago sensível ou se a minha disciplina para comer coisas que não me sabem assim tão bem é na verdade um defeito, mas a verdade é que preciso das duas mãos se quiser-vos apontar o número de vezes que já tive uma toxinfeção alimentar.
 A semana passada fui à Irlanda com o meu namorado, visitar os meus tios e prima que moram perto de Dublin e passear um pouco. Uma espécie de prenda pelos 6 meses de estágio.
 Mas no penúltimo dia comecei com vómitos e febre e logo desconfiei de uma batata doce que tinha comido na noite anterior ao jantar.
 Fomos a uma clínica por lá, o médico examinou-me e receitou-me medicação. Nada de estranho.
O estranho foi no dia seguinte já em Portugal (ainda zonza e com alguns vómitos) eu reparar que... bem... o meu xixi parecia radioactivo com a cor laranja que tinha. Fui logo ler a bula dos medicamentos receitados e não era um efeito expectável de nenhum dos dois. Lembrei-me então da Saúde 24. A única vez que me lembrava de a termos usado foi na altura da Gripe A, em que o meu irmão ficou gripado e ligámos para tirar dúvidas. O sortudo tinha só uma contipação normal mas devido ao plano de contingência não o deixavam ir para a escola 5 dias. 5 dias que ficou a jogar computador por casa...
Continuando, liguei, fui atendida minutos depois por uma simpática enfermeira, expliquei a minha situação e a medicação que estava a tomar e ela, após confirmar com alguém superior, disse-me que poderia ser um caso de sobredosagem e lesão hepática e que o melhor seria dirigir-me para um centro de saúde. A melhor parte é que, como eu ainda estava por Lisboa e o meu centro de saúde é em Leiria, indicou-me logo onde eu me podia dirigir e em que horário. Chegando lá só tive que indicar que tinha vindo por parte da Saúde 24, que eles tinham lá o registo, fui atendida em cerca de meia-hora após ter chegado e fiquei isente da taxa moderadora.
 Realmente tinha sinais de danos hepáticos e bilirrubinuria porque o médico irlandês me indicou uma dose superior à recomendada, mas felizmente já fui repetir as análises e o meu fígado está fresco e fofo.
Isto tudo para elogiar este serviço do Sistema Nacional de Saúde, que tão bem me esclareceu e redireccionou para ser devidamente atendida e tratada. Um bem haja!


Com amor,
Catarina

segunda-feira, 27 de março de 2017

Como não desistir do ginásio logo nos primeiros meses

Já passou mais de 1 ano desde que me iniciei no mundo dos ginásios. A minha experiência pessoal é relativa, visto que este é o primeiro ginásio a que vou e consegui ter uma relação duradoura, mas é para isso que servem as relações falhadas das minhas amigas e pessoas que vou conhecendo. Com os seus ginásios, claro.

1º Passo: "Será o ginásio a modalidade certa para mim?"
A primeira coisa que têm de ter em conta quando pensam em inscrever-se num ginásio, é que não é a única maneira de pôrem a mexer o vosso corpitcho. Se se divertem muito mais em desportos de equipa, se a vossa vontade de sair de casa é nula ou se o vosso coração palpita por danças de salão pensem duas vezes. Pesquisem sobre campos desportivos na vossa zona, escolas de dança/yoga/pilates ou programas de treino online ou no Youtube antes de colocarem o ginásio como vossa única opção.

2º Passo: Localização
Pode ser o ginásio com as melhores condições do mundo, mas a verdade é que se ficar longe será muito mais difícil ter motivação para ir. O ideal é ser pertinho de vossa casa ou do sítio onde estudam/ trabalham. Assim é muito mais fácil criar uma rotina.

3º Passo: Modalidades
Dentro do mundo do ginásio há muitos sectores por onde escolher. Eu, por exemplo, gosto muito mais de ir a aulas e dentro dessas de Pilates ou musculação, por isso não escolheria um ginásio onde só existe a possibilidade de treinar em máquinas. Quanto maior a diversidade de actividades num ginásio, maior a dificuldade de se cansarem tão cedo (e de encontrarem "a tal" modalidade que vos entusiasma).

4º Passo: Compatibilidade de horários
Quase todos os ginásios têm um mapa de aulas online, o que é um bom factor a ter em conta quando estão a comparar locais. Se preferem ir de manhã mas eles só têm aulas à tarde, talvez a vossa relação não vá longe.

5º Passo: Feedback
Nada como perguntar aos vossos amigos, colegas de trabalho ou familiares qual a opinião quanto ao ginásio que frequentam ou se sabem de alguém que já tenha andado naquele sítio que vocês têm debaixo de olho. Já me aconteceu saber, por exemplo, que embora determinado ginásio tenha aulas marcadas no horário, raramente acontecem por falta de utilizadores.
Se não têm feedback, também não perdem nada em marcar uma visita para conhecer as instalações.

6º Passo: Experimentar
Agora que já estão no ginásio, não se inibam de usufruir de tudo o que tem para vos oferecer. Marcar a avaliação física e atribuição de um plano de treino, experimentar todas as máquinas (com a ajuda de um instrutor) e não dizer que não a nenhum tipo de aula. Aos poucos vão-se apercebendo do que gostam mais, criando rotinas e mudando-as depois consoante o vosso estado de espírito do dia. Naquele dia podem querer partir tudo e fazer uma aula de "Combat", como no outro quererem queimar calorias na bicicleta por terem enfardado croissants de chocolate como se não houvesse amanhã ou então fazer apenas uma aula de "Balance" por não terem energia para mais.

7º Passo: Inspiração
Instagrams, redes sociais, diário de actividade física ou até competição saudável com amigos, vale tudo! Parece fútil, mas quando estão naquele estado de "vai-não-vai" e a navegar pelas redes sociais, uma frase motivadora ou a foto de um amigo com uns abdominais de fazer inveja a uma tablete podem ser o pequeno empurrão necessário para saírem de casa! 
Eu também tinha um espaço na agenda (na vista mensal) onde escrevia o exercício físico que ia fazendo, para ter vontade de ter aquilo bonito e preenchido.

Espero ter-vos ajudado!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 17 de março de 2017

A Bela e o Monstro

 A expectativa era grande (até fiz um post sobre isso), a curiosidade estava aguçada, mas o medo de de que não fosse tão bom ou fosse apenas igual ao meu filme preferido da Disney também não me saía do espírito.
 Não queria esperar mais, por isso comprei bilhetes logo para o dia de estreia com o meu namorado.
 E que posso dizer? A-DO-REI!
 Embora tenha cenas que são iguais frame-by-frame ao filme de animação e deixas que nos são mais que familiares, conseguiu trazer algo essencial à história: profundidade das personagens.
 Não vou revelar nada, mas conseguimos ter uma contextualização, relações interpessoais e lógica que dão um ar mais adulto e realista (dentro do realismo de uma história com pratos que dançam) ao filme.
 Por outro lado, gostei de ver uma Disney mais actual e tolerante. Ver mulheres em cenas que no clássico só entravam personagens masculinas, ver mais diversidade tanto na cor de pele como na orientação sexual dos protagonistas.
 Por isso, se adoraram a Bela e o Monstro em miúdos aconselho vivamente (eu chorava sempre e neste ainda chorei mais). Se não achavam muita piada, também aconselho a ver esta versão mais madura.


Curiosos? Se já viram, o que acharam?


Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 15 de março de 2017

Os meus "Hachikos"

Depois da minha primeira semana de aulas na faculdade, os meus pais foram-me buscar ao comboio. Levaram também o meu cão, o Rodolfo para me surpreender e quando o vi deu-me imensa vontade de chorar. Tinha acabado de ter uma semana intensa, cheia de novidades, desafios e stress e aquele focinho peludo representava a minha casa, a minha família, todo o conforto que eu vivera até aí e do qual me estava a afastar por ter ido estudar para Lisboa. Custou-me imenso ver a cada semana como a vida continuava mesmo sem mim por lá. Havia séries que viam sem mim, acontecimentos nos quais não participei, comidas que não saboreei. Mesmo com os telefonemas dia sim dia não a minha presença naquela casa nunca voltou a ser a mesma. Mas entrei numa nova rotina, fiz novos amigos, conheci o meu namorado, o meu irmão juntou-se a mim em Lisboa e esta passou a ser a minha segunda casa.
 Há duas semanas acabei o estágio. A minha mãe foi-me buscar ao comboio e desta vez levou o Bóris. Veio-me logo à cabeça o momento vivido há 5 anos e meio atrás. Tanta coisa mudou nesses anos e a rapariga que eu era não é a mesma que neste momento vos escreve. Por enquanto vou aproveitar estes tempos em casa para, além de escrever a tese, redescobrir a minha cidade natal, acompanhar o crescimento do Bóris, rever os amigos, partilhar tempo com os meus pais e viver com calma um dia de cada vez. Vamos ver o que me reservam os próximos meses.


Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

segunda-feira, 13 de março de 2017

Guia para Londres - Camden

Camden foi a zona que mais gostei de Londres.
Na viagem com os meus pais não passámos por lá, mas toda a gente que conheço que vive ou foi a Londres ultimamente fala deste local. E não é por acaso.
Camden era um bairro dedicado ao estilo musical e indumentário gótico, do qual ainda vêem bastantes "vestígios". Entretanto tornou-se também num óptimo sítio para fazerem compras no mercado (guardem a compra de souvenirs para aqui!) ou provar comida tradicional das mais variadas nações a preços bastante mais simpáticos que na zona de compras da cidade.
 Para além das "pechinchas", os edifícios e ruas estão decorados a preceito e têm uma certa energia contagiante.







Como podem ver, a visita calhou num dia bastante cinzento, mas nem isso tirou a magia destas ruas. Espero mostrar-vos num outro post alguma das coisas que comprei por aqui!


Desejo-vos uma óptima semana!

Com amor,
Catarina


Outras partes do Guia para Londres: IntroduçãoWalk like a Londoner, Brighton

sexta-feira, 10 de março de 2017

Bóris

Para além do estágio, há outra pequena razão para não ter andado tão presente por aqui.
Essa razão nasceu dia 14 de Novembro, tem 4 patinhas, um rabo fofo e gordo e veio para nós com quase 9 semanas de vida. Ficou com o nome de Bóris.
 A mãe dele era incrivelmente meiga e conformada, por isso mesmo na 8ª semana de vida e com aqueles dentinhos de leite, o miúdo ainda mamava. O que não é muito fixe para nós, pois o papel de mãe deveria ser ensinar à cria "Olha que não podes beber leite porque essas coisinhas afiadas que tens na boca aleijam a sério".
 Foi o primeiro desafio, ter a paciência para redireccionar a boquinha dele das nossas mãos e roupa para os brinquedos dele. 
 De resto, é um cachorro bastante pachorrento, com muita vontade de brincar, que se porta bem na escola nas aulas de sociabilização e que já aprendeu montes de truques por gulodice. Embora tenha quase 20kgs ainda gosta de caminhar connosco no quintal por entre as nossas pernas, mas já sabe andar bem à trela e consegue detectar todo o lixo possível nos passeios para o meter à boca.
 Quando a minha mãe disse que queria um Terranova eu bem lhe tentei trocar as voltas para um rafeiro (escrevi sobre a minha aversão em comprar animais aqui), mas a verdade é que já não trocava o Bóris por nada. É o meu cão. Um totó lindo.

#FollowMeToOurBackyard

Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 8 de março de 2017

As minhas 5 Youtubers favoritas

Já queria partilhar algumas destas raparigas por aqui há algum tempo, por isso nada como aproveitar o Dia da Mulher para celebrar todas num só post.



Não me lembro como cheguei ao canal da Nat, mas desde o primeiro vídeo que o sentido de humor e social awkwardness dela me conquistaram. Fico sempre entusiasmada quando me aparece algo novo dela para ver. Para além disso, também a admiro pelo seu activismo pelos direitos dos animais e refugiados.





Embora eu não use maquilhagem, não planeie outfits e não saiba os penteados da moda, adoro os vídeos do canal anteriormente conhecido por "My Makeup Secret". Adoro ouvir a Inês a falar sobre os mais variados assuntos e acho-a muito genuína em tudo o que faz.





"Conheci" a Melissa pela primeira vez quando escrevia o blog "Oh, Don't Make Us Blush" com a Suse, mas foi no seu canal de comédia do Youtube que comecei a recomendar esta miúda a toda a gente. Tem imenso jeito, faz-me rir à gargalhada e tem vindo a crescer que é uma coisa doida (mas mais que merecida).





Já falei da Adriene várias vezes por aqui, portanto não poderia faltar nesta publicação. Adoro o seu lado humano a ensinar yoga, o seu sentido de humor engraçado, a autenticidade e amor que transmite em cada vídeo, email ou fotografia. Bastam 20 minutos com a Adriene para me sentir em paz comigo mesma.





Posso estar a puxar um bocadinho a brasa à minha sardinha, mas acho que esta menina que conheço na vida real tem imenso jeito para fazer vídeos. Não é qualquer um que aos 13 anos já chegou aos 1000 inscritos e que tem uma edição de vídeo destas. Para além disso, acho-a muito empática e fofinha que só ela!


Conheciam alguma delas? Quais as youtubers que me recomendam?


Um feliz dia das mulheres a todas!


Com amor,
Catarina

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Catarina, a esponginha

Na primária a minha melhor amiga tinha vivido em França e tinha um sotaque francês amoroso quando falava. Ao fim de algum tempo comecei a notar que quando falava com ela, a minha própria voz adquiria esse sotaque em certas palavras. Até fiquei preocupada que ela achasse que estava a gozar com ela, mas felizmente nada disso sucedeu.
 Nos anos seguintes, via-me a adoptar imensas formas de expressão das pessoas de quem era mais próxima, o que vendo agora acho ser normal, mas que me envergonhava imenso.
 Quando iniciei o estágio no hospital notei logo que havia uma certa maneira que várias pessoas usavam para "falar" com os animais e pensei: "ora bolas, lá vou eu outra vez". Acho que aconteceu em parte, mas arranjei maneira de dar o meu toque pessoal à coisa.

Também vos acontece?



Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Amor é... (VII)

Quando ele acorda mais cedo que eu e me desliga o despertador para eu poder acordar com um abraço e beijinhos ternurentos.

Ilustração by Puuung


Tenham uma óptima semana!

Com amor,
A Marquesa

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Vício do momento - Banda Sonora de La La Land

 Já passou mais de uma semana desde que vi o filme, mas a banda sonora e as coreografias não me saem da cabeça.
 Não é novidade, costuma acontecer-me na maioria dos musicais, mas como já não via um que gostasse tanto nos últimos anos, não tinha o Youtube à minha disposição para me poder fazer acompanhar destas melodias enquanto ando por casa.
 Só para verem, a ideia inicial do post surgiu-me há 3 dias em que queria dizer que estava viciada no "Someone in the crowd", mas entretanto passou para o "The Fools Who Dream", "Another Day of Sun" (se tivesse câmaras na cozinha iam ter vergonha alheia das minhas figuras a dançar) e hoje para o "Lovely Night".
 Tão diferentes, mas tão bonitas. Porém, metade da piada é recordar as cenas do filme.



Cliquem no Ler Mais apenas se não se importarem com spoilers.


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Limbo

Faltam 22 dias para acabar o meu estágio curricular.
É verdade que há dias muito cansativos em que sonho acordada com a altura em que poderei deixar de ter horários e não andar todo o dia "a correr". Por outro lado, estou a gostar tanto e a sentir-me tão bem no meio daquela equipa que me parte o coração saber que os vou "abandonar". Já prometi e sempre foi minha ideia ir nem que seja uma ou duas vezes por semana ajudar para não perder a prática e desanuviar da tese, mas sei que não vai ser a mesma coisa. Ainda por cima sinto que ainda há tanto a aprender, mesmo reconhecendo o meu percurso e as capacidades e conhecimentos que consegui adquirir graças a eles.
Vou aproveitar ainda mais estes dias ao máximo para absorver tudo e estar com todos enquanto posso!


Espero que tenham tido uma óptima semana!

Com amor,
A Marquesa

domingo, 29 de janeiro de 2017

Cirurgia

O primeiro contacto que tive com um bisturi e restante material cirúrgico foi em aulas de Anatomia. Para conhecermos os diferentes músculos, vasos e nervos tínhamos que dissecar os cadáveres à nossa frente. Uma espécie de desconstrução de uma máquina para perceber as diferentes peças e a forma de como se encaixam para um perfeito funcionamento. 
Anos depois começámos então a treinar as técnicas cirúrgicas para a resolução de certos problemas e as suturas (que para alguém que nunca teve jeito para artes manuais era giríssimo andar com a agulha e linha a cozer um pedaço de fato de surf). No semestre seguinte com a ajuda dos professores passámos então para castrações e esterilizações de animais reais. Que nervosismo ao ver as mesmas peças, desta vez num corpo que respira, sangra e se repara. 
Embora gostasse nunca achei que tivesse o mínimo de jeito e com a falta de oportunidades fui deixando de pensar nisso. 
Porém no local de estágio tenho ajudado os cirurgiões e feito algumas partes destas cirurgias menores. Tem-me sabido muito bem ver as minhas mãos ganhar cada vez mais firmeza, os dedos já saberem a dança para fazerem os diferentes nós, a mente que de maneira quase automática já sabe qual o passo a seguir. Ainda não me sinto à  vontade para fazer tudo sozinha, mas saber que com a prática e disciplina não é difícil melhorar motiva-me imenso.


Desejo-vos uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Ele e Ela

Ele perde-se a jogar jogos de consola, ela perde-se a ler livros.
Ele gosta de seguir e ver youtubers, ela gosta de seguir e ler bloggers
Ele é um friorento, ela é uma calorenta.
Ele não gosta muito de dançar, ela passa a vida em passos de dança.
Ele é um noctívago, ela gosta de deitar cedo e cedo erguer.
Ele adora aqueles queijos mal-cheirosos, ela não consegue entrar numa divisão com eles sem se sentir nauseada.
Ele não liga muito a redes sociais, ela é um bocado viciada no Instagram.
Ele é alto e olha para o mundo cabisbaixo, ela é baixa e olha para o mundo de cabeça erguida.
Somos diferentes em muitas coisas, mas a verdade é que essas diferenças acabam por se complementar. O mais importante é que nos nossos valores e opiniões importantes estamos em sintonia. 
A minha cara-metade. O meu parceiro para o que der e vier.


Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
A Marquesa

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Encontros Inesperados

Esta semana larguei a chorar no hospital.
Não, não foi por alguém ter gritado comigo ou por algum animal morrer. Aconteceu algo completamente inesperado.
 Quando morreu o meu cão escrevi este texto e contei que ele teve 8 filhotes com a cadela da minha tia. Pois bem, apareceu para ecografia uma cadela com a idade desses cachorros e com o mesmo nome que a tal cadela da minha tia. Fui ver por curiosidade a ficha do animal e vi que a data de nascimento coincidia.
 Pedi desculpa pela indiscrição, mas perguntei à senhora onde a tinha arranjado e por acaso até tinha lá a papelada e quis logo mostrar-ma. Quando vejo o nome e a morada dos meus tios não me consegui conter. Tinha ali à minha frente um pedacinho do meu querido cão e de repente aquela boa disposição e aquele focinho pareceram-me incrivelmente familiares. A senhora felizmente não levou a mal e ficou muito feliz por conhecer um pouco mais sobre a história dos pais da cadelinha que já há 14 anos faz parte da sua vida. 
 O mundo é pequenino e há coincidências do caraças. Podia-me ter calhado a mim e não ao outro estagiário estar de folga naquele dia, podia ter estado a ajudar noutra coisa que não na ecografia e podia até nem estar a estagiar naquele hospital. Mas foi um encontro feliz e quando o contei à minha mãe e à minha tia foi como se vissem pedaços do Rodolfo e da Goldie naquela fotografia que a senhora insistiu que tirasse. Desejo do fundo do coração que consiga ultrapassar os 15 anos e meio do pai e com uma boa qualidade de vida.


Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
A marquesa

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

 Depois da experiência no Bounce, comecei a pensar no quão dava por garantida as aulas de educação física no básico e secundário. A verdade é que me divertia imenso com os meus colegas e sempre espairecia a cabeça das restantes aulas.
 Depois lembrei-me que, graças às rotações, havia semanas ou até meses em que só desejava que essas aulas acabassem. Por muito que goste de jogar em equipa, há certos desportos de grupo aos quais não achava muita piada. Em parte, porque me "assustava" descobrir o lado competitivo e de mau perder/ganhar de alguns colegas meus. Principalmente em jogos com muito contacto físico como o basquetebol e andebol (o contacto é mais íntimo do que quando chutamos a bola com os pés, por exemplo). Sei que o facto de haver um vencedor e um perdedor dá "pica" à coisa, mas para mim o que contou foi sempre divertir-me. Pensando melhor nisso, sempre adorei vólei, ténis e outros jogos em que possa apenas dar passes e ir jogando com os oponentes. Gosto de ajudar os outros a melhorar e trabalhar em equipa, tanto no desporto como na vida em geral. Gosto de celebrar as vitórias, sabendo não foi preciso ser bruto ou passar por cima de alguém. Acredito que todos temos espaço para crescer e que quanto melhor os indivíduos, seja em que área for, melhor a comunidade.
 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Bounce!

 Estávamos a ver um vídeo em que uma rapariga treinava saltos de trampolim, quando o meu namorado deixou escapar que adorava essa modalidade.
 Ainda umas semanas antes uma colega minha me tinha estado a contar sobre a ida ao Bounce, um pavilhão cheio de trampolins com alguns monitores para nos ajudar, em que podíamos pular à vontade e em segurança. Dizia que se tinha divertido imenso e que era uma experiência mesmo gira e diferente.
 Surgiu logo ali a minha ideia para a prenda de Natal dele.
 O pavilhão ficava em Alfragide e, felizmente, tem parque privativo. Tem um ambiente colorido e giro que dói, inspirando ainda mais a criança que há em nós. Fomos no dia 2 de Janeiro, aproveitando a minha folga, por isso apanhámos ainda muitos miúdos que estavam no último dia das férias de natal. A fila era enorme e dei por mim a desejar ter feito reserva online, mas acabámos por ter lugar  logo no turno seguinte.
 Pagamos 12€ + 2€ nas meias anti-derrapantes obrigatórias, tendo direito a 1 hora a usufruir de todos os equipamentos do pavilhão, com a ajuda dos monitores que vão estando por lá e que nos dão um aquecimento geral de 5 minutos logo no início.
 As minhas vertigens ainda se fizeram sentir nos primeiros saltos, mas depressa fui-me habituando e ganhando alguma confiança. O meu namorado conseguiu fazer mais uns truques do que eu, mas eu acho que nas gargalhadas ficámos empatados.
 A minha parte favorita foi o colchão gigante de ar em que podíamos saltar do trampolim para aterrar lá. Senti-me logo radical por fazer mortais aí, mas logo via umas miúdas com metade da minha idade a fazer prestações dignas de Olimpíadas e voltava às palhaçadas com o meu namorado.
 A hora passou num instante e fomos logo a correr para o nosso cacifo (que alugámos por 1€) tirar as coisas rápidas para não apanharmos a confusão de toda a gente a sair dali.
 Suei um bocadinho, mas foi no dia seguinte que percebi o verdadeiro esforço que tinha feito ao sentir as dores musculares nos braços, pernas e abdominais.
 Se estão à procura de um programa diferente, recomendo vivamente!



Tenham uma óptima semana!

Com amor,
A Marquesa

sábado, 7 de janeiro de 2017

Cantinho Veterinário IX - Porquê esterilizar?

 Se há coisa que deixa qualquer profissional de saúde um pouco frustrado é quando se depara com situações complicadas que poderiam ter sido facilmente evitadas.
 Compadecemo-nos na mesma com os donos dos animais que nos chegam nessas situações, que estão desesperados e querem fazer tudo pelo animal, mas ao mesmo tempo pensamos nos "e se's".
 Acontece em doenças para as quais já há vacinas, em intoxicações por alimentos ou medicamentos que não podem ser dados e, do que vou falar hoje, em fêmeas que não foram esterilizadas. Em todas estas situações não há "maldade" ou propriamente negligência por parte das pessoas. Pode ser por ignorância, por achar que é excesso de zelo ou até por falta de dinheiro. 
 Mas, falo por mim, é prefirível investir na prevenção do que depois no tratamento para não sujeitar o meu animal ao sofrimento associado.
 No caso específico da esterilização, era algo que eu não hesitaria um segundo em fazer a uma cadela ou gata minha. Para além do controlo populacional, é muito vantajoso em várias questões de saúde.
 Ficou provado em vários estudos que quanto mais precoce a esterilização (mas só a partir de 6/7 meses, dependendo do animal), menor a probabilidade de desenvolverem tumores mamários. Se tirarem os ovários (fonte hormonal) antes do primeiro cio, ficam com uma probabilidade de ter cancro da mama igual à de um macho (cerca de 1%).
 Para além disso, o útero é suscetível a uma das doenças mais perigosas e complicadas que tenho visto na prática clínica: piómetra. Trata-se de uma infeção do útero, que acumula bactérias no seu interior e que muitas vezes só é detectada quando existe uma carga bacteriana enorme. Aí a única coisa a fazer é a cirurgia em que se remove os ovários e o útero - ovariohisterectomia - conhecida vulgarmente pela esterilização, que seria também a maneira de a prevenir em primeiro lugar. Porém, neste caso tem de ser feita em urgência senão pode ser fatal.
 Se conseguir sensibilizar pelo menos uma pessoa para considerar proteger a sua cadela ou gatinha para o futuro já fico muito feliz!



Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
A Marquesa

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Christmas Veggie Challenge - 24 & 25 de Dezembro

Ao contrário da maioria dos participantes deste desafio, não cozinhei para a consoada de dia 24. Quando falei com a minha mãe sobre isso, já estava tudo organizado entre os adultos da família (leia-se, as gerações que não a minha) e não havia mais espaço para outro prato...
 Por isso, a minha consoada foi vegana porque a minha mãe fez questão que um dos acompanhamentos do bacalhau fosse um refogado de grão, que serviu como a minha fonte de proteína, bem acompanhada de batata e couves cozidas como prático típico da natal.



 Para o almoço de dia 25 decidi usar uma receita que já usei algumas vezes. Nada de muito elaborado, mas ideal para alimentar muita gente e agradar a todos: empadão de lentilhas com puré de batata doce. Baseei-me na receita da Made by Choices, com algumas alterações num legume ou outro, mas faltou lá em casa um ingrediente que é chave para a receita: Noz Moscada. Por isso a meu ver ficou "meh", quando normalmente me sabe a um manjar dos deuses. O resto da família disse que estava bom, mas não vi muito entusiasmo.
 De qualquer maneira, foi uma experiência diferente e já me deixou o bichinho a pensar no que farei para o ano que vem. Prometo que desta vez verificarei se tenho mesmo todos os ingredientes essenciais.



E com este post dou como terminada a participação neste desafio. Reforçou-me a ideia de que há imensas ideias de refeições vegan em todo o lado e que mesmo quando não há, não é um bicho de sete cabeças fazer a adaptação de algo tradicional para ingredientes cruelty-free.
Parabéns à Nádia por ter criado esta iniciativa!


Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
A Marquesa


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Trem-Bala

Conheci esta música ontem no Instagram por causa de um vídeo da Gisele Bundchen. Vi então o vídeo original e desde aí não consigo deixar de a ouvir e cantar com um sorriso. 
Tão bonita.



Tenham uma óptima semana!

Com amor,
A Marquesa