terça-feira, 15 de agosto de 2017

Biblioteca da Maquesa - Miss Peregrine's Peculiar Children

 Só tomei conhecimento de "O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares" quando se soube que o livro ia ser adaptado para um filme com a realização de Tim Burton.
 Entretanto a minha mãe comprou-o e eu li-o com agrado. É uma história que ao início pode ser um bocadinho cliché por acompanhar um rapaz que se sente deslocado na cidade onde vive, que não sabe o que quer fazer da vida e não tem muitos amigos. Ao descobrir que as histórias que o avô lhe contava em pequeno podiam ser baseadas em pessoas reais com verdadeiros talentos peculiares, inicia a sua jornada e aprende que há todo um mundo desconhecido escondido à vista de todos.
 Porém, há qualquer coisa na escrita de Riggs, na forma como aborda os personagens e o rumo que a história nos leva, trazendo-nos novas informações a cada capítulo que nos mantém de nariz no livro.
O mais interessante? As fotografias que aparecem na capa e ao longo do livro são parte de uma coleção que o autor começou em pequeno e ia completando com fotos a preto e branco que encontrava em feiras de rua. Ele queria fazer um livro mostrando a sua colecção e talvez imaginando uma pequena história para cada uma, mas acabou por se inspirar para criar a história do livro. É a narrativa que tenta ir de encontro às fotos que ele encontrou e não o contrário e acho isso fascinante. Que forma engraçada de escrever e que resultado tão empolgante.
 Quando acabei o primeiro livro descobri que afinal tratava-se de uma triologia e quando fui falar com a minha mãe sobre isso ela disse-me que já andava à procura dos próximos exemplares, pois também tinha ficado curiosa.
 Achei o segundo volume ainda mais interessante do que o primeiro e achei que o terceiro deu o final que este mundo merecia.
 Vou estar atenta a próximos livros do autor.

Já conheciam?


Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Buddha Eden Garden

 Foi num dia de muito calor que eu e o meu namorado aproveitámos o facto de irmos de Leiria para Lisboa para fazer uma paragem no Bombarral.
 O Buddha Eden Garden é o maior jardim oriental na Europa e foi construído como protesto pela destruição de budas de Bamiyan pelos talibãs no Afeganistão. 

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Um ano sem comer carne

Curiosamente, o dia em que comecei a excluir carne da minha alimentação coincide com o aniversário do meu irmão e mais dois familiares, por isso acho que seria muito difícil esquecer. A viagem para Londres onde iria fazer o meu estágio de Verão foi a desculpa perfeita para algo que já queria há imenso tempo. Catarina de 6 ou 7 aninhos, we did it girl!
A minha mãe e irmão aceitaram muito bem, também tive o apoio do meu namorado, amigos e de alguns familiares. É engraçado como a minha avó materna, que sempre foi aquela pessoa que andava sempre atrás de mim “tens comido?”, “Estás demasiado magra.”, “não te esqueças de comer!” (como se eu não fosse uma pessoa que adora comer…) foi das que mais apoiou. Como viveu com pouco em pequena, apenas tinha o cultivo da horta caseira e só muito de vez em quando algum peixe ou carne para comer. “Os feijões eram a nossa carne” disse-me ela.
Quem ainda não confia muito nesta alimentação é o meu pai. Diz que percebe que se deixe de comer vaca por questões ambientais ou alguns produtos, mas achou a minha decisão “demasiado radical”. Mesmo sendo seguida por uma nutricionista, é rara a semana em que não oiço “Então onde é que está a proteína?”.
Falando na nutricionista, foi um elemento essencial para a minha transição. Antes de a consultar ainda comia peixe uma vez por semana por medo e mesmo assim perdi peso e notei uma maior queda de cabelo. Por mais que tivesse lido, escaparam-me alguns detalhes e depois de conversar com ela percebi quais tinham sido. Corrigiu-me e tranquilizou-me (fiquei assustada quando vi o peso na balança), passando-me um plano para começar a comer melhor e garantindo-me que ia conseguir voltar a ver um número mais saudável na balança. Dois meses depois já tinha recuperado o peso que tinha antes de deixar a carne e hoje em dia consegui atingir um peso que nunca tinha tido antes, o melhor para a minha estatura.
Se noto diferenças a nível físico? Acho que não. O meu cabelo já voltou ao que era, a minha pele está igual e o meu corpo também. Sei que se deixasse os lacticínios provavelmente notaria uma melhoria nesse sentido, segundo o testemunho da maioria das pessoas, mas ainda não estou preparada para esse passo.
 Mais do que deixar a carne, o que mais me custou foi deixar o peixe, daí só ter acontecido no início deste ano. No entanto, sabia que a Catarina que detestava quando a levavam a pescar e teve que lutar contra o impulso de libertar os peixes ainda vivos da lota não me deixaria dormir descansada.
A consciência tranquila e sentir-me mais feliz foram as principais mudanças que notei neste ano. Sinto que sempre fui vegetariana mas apenas a 7 de Agosto de 2016 "saí do armário". Pensei que seria um processo difícil mas foi natural e gradual, como um desabrochar.
O que também me ajudou foi o facto ser um bom garfo. Desde pequena que como todo o tipo de legumes, frutas e hortaliças o que me dá um grande espaço de manobra para experimentar receitas novas e ir comer a restaurantes sem medos. Se havia coisas que não gostava ou tinha medo de provar, hoje em dia tento contrariar isso. Comecei a ver a minha comida como uma fonte de nutrientes e a querer acrescentar coisas e a diversificar o meu prato, em vez de olhar pelas calorias porque o que eu quero ao fim do dia é que a maquinaria tenha tudo o que precise para funcionar bem e nunca mais ter algo parecido com aquele susto na balança. Claro que de vez em quando lá marcha um pacote de batatas ou uma pizza, que sei não ser o mais nutritivo, mas não sou feita de ferro.
A única coisa de que me arrependo foi não ter tomado esta decisão mais cedo, acreditem.

Se por acaso também gostavam de ter uma alimentação mais plant-based o meu conselho é: vão experimentando. Pesquisem restaurantes vegetarianos ou receitas para fazerem em casa e divirtam-se. Não se deixem influenciar por rótulos ou por metas. Se quiseres ser uma pessoa que come comida vegetariana apenas uma vez por semana força. Se quiseres ser uma pessoa que come produtos animais só uma vez por semana força nisso também. Não se deixem influenciar por modas e façam apenas aquilo que fizer mais sentido para vocês e com que se sintam melhor. Só faz sentido retirarem alguma coisa da vossa dieta se tiverem algo que vos motive por trás: seja a vossa saúde, sejam questões éticas, sejam causas ambientais. E, por favor, peçam ajuda de um profissional se o fizerem. Um curso não serve apenas para aprender o que qualquer pessoa pode ver na internet, mas para distinguir o trigo do joio e saber qual é a informação em que podem confiar.


Com muito amor,

Catarina

sábado, 5 de agosto de 2017

Dog Paddle com o Bóris

 O Bóris tem, desde cachorro, aulas para socializar numa escola para cães cá em Leiria. É algo que recomendo vivamente e espero fazer um post sobre isto um dia.
 Para além das aulas, de vez em quando a escola desenvolve outras actividades como "cãominhadas", concursos e workshops. Quando anunciaram uma aula de Dog Paddel ficámos bastante interessados, porque temos um cão apaixonado por água e era um desporto que eu gostava de experimentar.
 Hoje foi o dia.
 Depois de uma pequena caminhada para os cães se conhecerem e acalmarem um pouquinho, fizémos dessensibilização das pranchas: dar biscoitos para eles porem uma patinha na prancha, depois duas, depois de pé, depois sentado, etc. Nós humanos tivemos uma aula de como fazer stand-up paddle e andámos pela lagoa a pôr os ensinamentos em prática. É estranho andar a remar de joelhos em cima de uma prancha, mas achei desafiante ir percebendo como estava a corrente para conseguir ir de um lado ao outro e depois pôr-me de pé, sem cair. 
A seguir era a parte de tentar ir com os cães e eu não tinha expectativas para o Bóris, que quando não gosta de determinada coisa recusa-se a fazer mais do que quer. Ia para a prancha mas não se sentava, até o treinador sugerir que ele se sentasse com a prancha sem ser ancorada na areia, pois estava a abanar um pouco. Dito e feito. Sentou, deitou e enquanto eu o distraía com um exercício para tocar com o focinho na minha mão, já estávamos a "paddlar". Eu alternava as remadas com os biscoitos para lhe dar e ele manteve-se sossegadinho e deitou o queixo como se fosse a coisa mais natural e até boring do mundo. Quando estava a acabar a comida, voltei para a margem e ele saltou borda fora. O resto do tempo achámos que merecia só chapinhar e ir buscar o brinquedo à água. 
Foi mesmo das experiências mais giras que tive até hoje e espero repetir um dia.



Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Vaidosices de Verão

Entre roupa que me ofereceram, peças de que estava a precisar e achados nos saldos aqui vai um grande "Vaidosices".


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Textos antigos

 No outro dia, estive a usar o meu antigo blog para fazer umas experiências no design (que talvez vá aplicar aqui entretanto) e reparei que tinha duas publicações que apenas ficaram guardadas nos rascunhos. Não tinha muito esse hábito, mas por vezes quando estava a passar por uma turbilhão emocional entrava logo no Blogger para traduzir os meus sentimentos por palavras. Esse rascunho em particular chamou-me a atenção porque era escrito no meu dia do vigésimo aniversário. Assim que abri e vi aquelas palavras carregadas de emoção só me deu vontade de rir. Era uma crise existencial por ter passado essa noite de aniversário sozinha e porque eu não conseguia viver sem ter algum nome no coração. Nesse momento estava frustrada comigo mesma porque estava a começar a gostar de um rapaz com quem mal tinha falado. Porque é que me ri com esse texto? Porque esse rapaz é o meu namorado e mal eu sabia que a menos de um mês depois de escrever aquele texto estaria a ser beijada por um amor "platónico". Mostrei aquele texto ao meu namorado e ele também achou piada e sentiu-se muito lisonjeado (e um bocadinho cocky, podes admitir Di).
 A vida dá umas voltas engraçadas, às vezes.

sábado, 29 de julho de 2017

"Ali, eu soube que era um amor para a vida toda..."

Esta semana ouvi esta música na rádio enquanto conduzia e apaixonei-me logo. A voz bonita da Carolina Deslandes, os instrumentos que embalam a canção e a letra lindíssima deixaram-me emocionada e com vontade de a ouvir vezes sem conta.
O videoclip então também está mais que amoroso.



Já conheciam a música?


Com amor,
Catarina



quinta-feira, 27 de julho de 2017

O Quase-Amor

Adoro ouvir os casais a contar a história de como se conheceram. Quando o pedido lhes é feito, há sempre um olhar entre os dois, tanto para concordarem contar a história ou até,  quem sabe, para definir que versão vão contar dessa vez.
Há sempre o porta-voz, o membro mais extrovertido que começa a contar, enquanto o outro ouve atentamente fixando o amado ou lendo as reações da plateia, interrompendo só quando acha que certa parte não foi contada da melhor maneira ou para dar o seu ponto de vista do acontecimento. Quando se sente injustiçado pela história ou apenas quer contar o seu lado das coisas, recomeça a história quando o outro acaba. Nota-se bem a diferença de casais recentes para quem já namora há anos e já tem quase um número preparado para entreter os espectadores.
A minha parte favorita, como romântica incurável, é “o quase”. Sabem a parte em que os dois já gostam um do outro mas não têm coragem para o dizer? Em que já têm aquele ciúme miudinho, fazem de tudo para estar mais tempo com o outro e toda a gente os empurra mas eles têm medo de dar o último passo, aquele sem retorno?
É dos momentos mais terríveis da nossa vida. Aquele segundo em que sabemos que é o momento perfeito para dar um beijo no meio daquele abraço, aquele silêncio entre risos em que um “gosto de ti” sairia natural, aquela proximidade no sofá em que o ombro dele parece o sítio certo para pousar a nossa cabeça. Felizmente quando é mútuo basta a coragem de um para a felicidade dos dois. Mesmo assim quantos amores terão sido perdidos para o “quase”?


Com amor,
Catarina

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Wishlist - Vestidos mais fresquinhos para o Verão

Quando a Zaful me contactou para uma parceria e comecei a navegar pelo site deles, os vestidos foram o que me chamou "más" a atenção.
Faço anos em Maio por isso não me costuma faltar roupa para a estação seguinte, mas já não me entra um vestido de verão para o armário há um par de anos.
 Estes foram os que achei mais "mimosos".

1. 2. 3. 4
Se tivessem que escolher apenas um, qual escolhiam?


Vou ser sincera e admitir que ainda não recebi a encomenda do site, por isso não sei ainda qual a qualidade dos produtos. Caso queiram aqui fica um código para terem um desconto numa futura compra!

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Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

domingo, 23 de julho de 2017

Novo Ginásio

O meu namorado gozou imenso comigo quando, dias depois de escrever um post sobre “Como não desistir do ginásio” cancelei a inscrição do meu.
Porém, tal como ele admitiu, o cancelamento era inevitável visto que o ginásio era em Lisboa e agora passo a maior parte do meu tempo em Leiria a escrever (ou pelo menos trabalhando ligeiramente n’) a tese.
Com isto foi-se passando o tempo e eu dediquei-me exclusivamente a fazer Yoga e um pouco de PopPilates em casa e a passear o Bóris ao final do dia com a minha mãe. Embora a minha flexibilidade esteja óptima, assim como a força abdominal e de pernas, sinto-me uma franganota nos braços. Enquanto estive a estagiar bem vi o quão dá jeito ter força para mover transportadoras, levar pacientes sedados ao colo e ajudar a transportar caixotes de material e rações… Por isso quando vi uma promoção aqui de um ginásio da zona para os 3 meses de Verão (em que sei que ainda não vou ter a tese defendida de certeza) aproveitei e inscrevi-me. Mais tarde contei a uma amiga e coincidiu ela também ir inscrever-se na mesma promoção.
Na avaliação vi que felizmente estou saudável, embora possa perder um quilinho de gordura nas pernas e compensar ganhando massa muscular. Tenho um plano com 3 treinos diferentes e não podia estar mais feliz. Embora haja poucas aulas no período da manhã (hora a que me dá mais jeito ir), consigo ir às vezes a alguma de que goste mais e estou mesmo a gostar de trabalhar nas máquinas porque existe muito mais variedade do que no meu primeiro ginásio e está sempre um treinador na sala pronto a corrigir ou a explicar-me o exercício de cada máquina.
Ainda estou naquela fase em que sempre que vou fico com dores nos dois dias seguintes, mas estou entusiasmada para começar a ver resultados e a conseguir pôr mais peso nas máquinas.

Adoro esta máquina, parece que estou a fazer arabesques enquanto aniquilo celulite!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Temos Que Ser Umas P'ras Outras - Argan Oil Body Butter (M&S)

Muitas famílias têm a sua tradição quando vão a outros países. Umas compram um íman para o frigorífico, outras t-shirts do Hard Rock Cafe, uma caneca ou outra recordação qualquer. Por outro lado, há quem aproveite ir a outro país para comprar produtos que não estão disponíveis no seu.
 Nós juntamos os dois e temos a tradição de, sempre que vamos a um país do Reino Unido ou Irlanda, comprarmos cuecas da Marks & Spencers. Reza a lenda de que quando existia a loja cá em Portugal a roupa interior era realmente boa e era onde os meus pais se abasteciam... 
 Por isso quando fui estagiar a Inglaterra já sabia que iria aproveitar para trazer um pack ou dois para mim. Aproveitei para explorar a loja e na área de beleza vi umas embalagens de manteiga corporal muito engraçadas e decidi trazer para a minha mãe.
 Ela deu-me uma delas, para peles mais secas e só tenho pena de não ter comprado uma embalagem maior.
Embora a manteiga corporal esteja reservada para dias sem pressa porque demora mais tempo a ser absorvida, é dos poucos produtos que sinto que realmente me deixa a pele mais hidratada e não apenas com melhor aspecto durante umas horas.
 Com muita pena minha, este produto não cheirava a cacau, mas tinha um cheiro suave agradável. Sempre que usava, sentia a minha pele macia durante pelo menos dois dias, o que para mim é quase milagroso. 
 Como outro ponto super-positivo vi que no rótulo existe o selo do Leaping Bunny, o que significa que é um produto não-testado em animais. 


Mesmo que da próxima vez que vá a uma Marks & Spencer não exista esta especificamente, com certeza vou trazer mais manteigas corporais!


Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

sábado, 15 de julho de 2017

Uma ode às tranças

 Adoro tranças. Adoro fazê-las, adoro vê-las, adoro percorrê-las com as minhas mãos (soou creepy... só costumo sentir as do meu cabelo).
Acho que esta adoração existe porque sempre as achei bonitas, mas só lá para o secundário é que as aprendi a fazer. Já não me lembro se foi com uma prima ou uma tia minha (Catadory, remember?), mas assim que percebi que afinal era facílimo entrançar cabelo, nunca mais parei. Colegas meus da faculdade podem confirmar que era um vício meu nas aulas mexer no cabelo e ir fazendo trancinhas só para o cabelo não me vir para a frente dos olhos ou porque tinha calor e estava sem elástico.

Um dia gostava de saber fazer tranças em rabo de peixe e penteados mais elaborados, mas para já, nada me tira a confiança de uma guerreira amazona quando estou de trança.


Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Manjares da Marquesa - 3 pequenos-almoços com aveia

Bolachas de Maçã e Canela com aveia
"Bolachas" pode não ser bem a primeira coisa que nos vem à cabeça quando pensamos em pequeno-almoço, mas garanto-vos que estas bolachinhas combinam bem com um copo de leite ou um chá logo pela manhã. Têm é que as preparar na noite anterior.
A receita é da Joana Roque (original aqui).

Ingredientes para +/- 20 bolachas:
1 maçã e 1/2 descascadas e partidas em pedaços 
150g de flocos de aveia
40g de farinha
1 ovo (ou "ovo" de linhaça)
30g de manteiga ou óleo de coco derretido
40g de açúcar mascavado

Passos:
1. Pré-aquecer o forno a 180ºC
2. Juntar os ingredientes e triturá-los num robô de cozinha ou com uma varinha mágica até ficar uma mistura quase líquida,.
3. Forrar um tabuleiro com papel vegetal e colocar, com uma colher de sopa, montinhos de massa, achatando ligeiramente.
4. Deixar cerca de 15 minutos, mas ir vigiando, até ficarem douradas.
5. Tirá-las do forno e deixá-las arrefecer numa grelha.



Panquecas de Banana, Ovo e Aveia

Sempre adorei fazer panquecas. Em miúda, era aquele lanche que preparava com os meus primos quando estávamos nas férias de Verão acompanhada por uma limonada dos limões do quintal.
Hoje em dia continuo a adorar, mas com uma receita mais saudável.

Ingredientes para 6 panquecas (1 pessoa):
1 banana madura
2 ovos (ou "ovos" de linhaça)
3 colheres de sopa de flocos de aveia

Passos:
1. Numa taça, esmagar muito bem a banana com um garfo até estar em papa.
2. Acrescentar os ovos e a aveia e misturar muito bem (pode ser com o garfo).
3. Aquecer a lume médio uma frigideira anti-aderente (ou espalhar um bocadinho de azeite/ óleo de coco com um guardanapo) e colocar uma concha de cada vez. Deixar fazer "bolhinhas" até estar consistente o suficiente para virar. Deixar cozinhar até ficar dourada.
4. Podem servir simples, com canela ou então pôr manteiga de amendoim, que fica óptimo.



Papas de aveia "express" com canela
É um dos meus pequeno-almoços preferidos para quando tenho uma longa manhã pela frente ou vou para o ginásio. É rápido, delicioso e deixa-me satisfeita nas 3h seguintes.

Ingredientes:
5 colheres de sopa de flocos de aveia
240ml de leite ou bebida vegetal
1 pitada de canela

Passos:
1. Colocar a aveia e depois o leite numa tigela alta (a mistura vai ferver e eleva-se por isso convém a taça estar só a metade da capacidade).
2. Aquecer durante 2 minutos na potência máxima do microondas (800-900W).
3. Mexer com uma colher para ficar mais uniforme e colocar uma pitada de canela ou outro topping à vossa preferência.


Quais os vossos pequenos-almoços favoritos? Deixem sugestões que eu acordo sempre esfomeada e goste de experimentar coisas novas!


Com amor,
Catarina

segunda-feira, 10 de julho de 2017

A mágoa de "esquecer"

 Perder o nosso amigo de quatro patas é difícil. Saber que nunca mais vamos ver aquele focinho bem-disposto, brincar pelo jardim como quando éramos ambos pequeninos ou fazer festas naquelas orelhas fofas que o deliciavam deixa-nos de rastos.
 Defendo que não é por termos mais do que um animal de estimação que damos menos amor a cada um. O amor é das poucas coisas que quanto mais se reparte, maior é. Aumenta a nossa capacidade de nos apaixonarmos, de cuidarmos.
Porém, hoje senti-me mal. Não por saudades, mas por sentir que não estou a pensar no meu Rodolfo vezes suficientes. Que me estou a divertir "demais" com o meu novo cachorro e que, quando penso no meu velhote, já praticamente não me assola tristeza. Tenho medo que com a perda da tristeza também se perca o carinho inerente. 
 Passaram dois anos desde a nossa despedida e continuo a desejar vê-lo só mais uma vez. Só mais umas festas na barriga enquanto lhe sussurro o quanto gosto dele e que nunca o esquecerei. Ver-lhe a alegria estampada no focinho de cada vez que me via.
 Foste o meu primeiro grande amor canino "biguito". E um primeiro amor nunca se esquece.


Com amor,
Catarina

quinta-feira, 6 de julho de 2017

As séries que ando a adorar no momento

Orange is The New Black
Sinopse: Uma nova-iorquina de classe média alta vai parar à prisão por crimes do passado. Vamos acompanhando os amigos que deixou cá fora e a sua vida atrás da grades, assim como das restantes prisioneiras.
Opinião: Estou agora na 3ª temporada e devo dizer que estou a adorar esta série. É um misto de comédia, com drama, romance e um bocadinho de tudo na verdade. Para além de situações bizarras que nos fazem chorar a rir e cenas de sexo lésbico episódio sim, episódio não (pelo menos na 1ª e 2ª temporada) também nos consegue deixar a pensar. Quão fácil é julgarmos alguém sem sabermos a história, quão infeliz é não terem um acesso a saúde ou comida saudável nas prisões? Quão injusto é pessoas que deviam estar a cuidar e ajudar pessoas estão na verdade a aproveitar-se da situação delas porque elas foram apanhadas a fazer algo de errado mas essa pessoa teve sorte? 


13 Reasons Why
Sinopse: Uma rapariga deixa após o seu suicídio 13 cassetes em que expõe as várias razões que a levaram aquele extremo, para os "culpados" terem noção das suas ações.
Opinião: Digam o que disserem, a série está mesmo feita para termos vontade de devorar os episódios todos de seguida. Consegue trazer-nos surpresas em cada episódio e a história é sem dúvida original. Assim como as personagens, também nós nos pomos a questionar se também existiram consequências mais graves de atitudes nossas aparentemente inócuas. Deixo só um aviso, esta série não é para pessoas sensíveis.


Anne with an E
Sinopse: Um irmão e irmã querem adoptar um rapaz para os ajudar na sua quinta, agora que atingiram uma certa idade, mas por engano é-lhes trazida uma rapariga. Essa rapariga é ruiva, muito faladora e dona de uma imaginação e vocabulário que deixa as pessoas simultaneamente espantadas e confusas. 
Opinião: A "Ana dos Cabelos Ruivos" (ou Anne of Green Gables) é dos meus livros preferidos, muito devido à Anne, uma das personagens mais únicas que já conheci. A minha mãe adorava os desenhos animados baseados neste livro que deram quando era pequena e foi ela quem me deu a conhecer o livro. Por isso ficámos bastante entusiasmadas quando soubemos que a Netflix ia dar vida a esta história mais uma vez.
 Se quiserem conhecer esta bonita história, não se assustem logo com o primeiro episódio que tem 80 minutos. Vejam pelo menos até ao 3º episódio, em que o contexto já foi feito, já começaram as aventuras e desventuras e, mesmo sem quererem, já criaram laços com a Anne e todas as personagens daquela pequena aldeia. A única parte má é o genérico, para mim é psicadélico e nada tem a ver com a série.
Mais um aviso, acho que não houve um único episódio até agora em que não chorasse com emoção por momentos fofinhos.



Jessica Jones
Sinopse: Jessica Jones é uma mulher com super-força que vive como detective. Num novo caso, ela encontra ligações com a sua vida passada e com o homem que arruinou a sua vida.
Opinião: Não vejo muitas séries de super-heróis, mas das que vejo a Jessica é a minha favorita. Tem uma heroína com um bom fundo mas culpas das quais não se consegue desligar, tem um dos vilões mais horríveis de sempre, uma linha de história que nos mantém interessados e algum romance. Terminei agora a 1ª temporada e tenho imensa curiosidade para o que virá a seguir.


Já viram alguma destas séries? Têm alguma para me recomendar?

Com amor,
Catarina

terça-feira, 4 de julho de 2017

CataDory

Um dos defeitos que mais me deixa frustrada ter é má memória.
Mais do que para o estudo dos exames onde teria dado imenso jeito, detesto estar a falar com o meu namorado, família ou amigos e não me lembrar de coisas de que já falámos.
Porém, acho que a minha memória para palavras é pior do que a minha memória por imagens. Lembro-me de muitas das paisagens de países que vi apenas em pequena, consigo visualizar a roupa que tinha vestido em determinada data e costumo ter boa memória para o que aconteceu em séries e filmes. Mesmo assim, deixa-me triste quando estou a discutir um livro que li o ano passado com a minha mãe e já não me lembro do nome de metade das personagens nem de algumas acções paralelas à história principal que houve pelo meio.
E a quantidade de vezes que vou a uma divisão e me esqueço completamente do que ia lá fazer? Ou que me esqueci de tarefas?
Juro que dava um dedinho do pé para me recordar melhor das coisas. Têm algumas dicas?



Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

domingo, 2 de julho de 2017

Aprendam com os meus erros #2

Quando saírem de vossa casa durante bastantes dias (ou deixarem uma casa de férias) tapem o ralo da banheira, lavatórios e bidés. É por aí que as baratas entram. 

Com amor,
Catarina 

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Linda Leiria - Actividades deste Verão (2017)

 Para quem não sabe, Leiria é a minha cidade natal.
 Nos últimos anos Leiria tem vindo a surpreender com cada vez mais programas na sua agenda cultural e construindo estruturas que os cidadãos agradecem. Tudo começou com a reabilitação do passeio à beira do nosso rio Lis, que nos permite percorrer a cidade de uma ponta à outra com uma paisagem maravilhosa, depois os novos parques infantis, skate parks e até mais recentemente um parque para cães.
 Mas voltando aos eventos, aqui estão alguns pelos quais estou verdadeiramente entusiasmada:


  • Cinema Vadio (ao Ar Livre) -1,8 e 15 de Julho
Infelizmente não vou estar este fim-de-semana em Leiria, mas adorava ir ver (novamente) o La La Land num sítio giro à beira-rio acompanhada de mais leirienses. Sei que o ano passado foi um sucesso. Espero conseguir ir ver o Sing Street dia 8!


  • Yoga no Castelo - 29/07, 19/08, 30/09, 28/10
Se já me acompanham há algum tempo, sabem que yoga é uma paixão que tenho desde miúda. Já não pratico em grupo há quase 4 anos, por isso gostava mesmo de ir a esta aula num dos sítios que, para além de respirar história, tem uma das melhores vistas sobre a cidade.



  • Leiria Medieval - 21, 22 e 23 de Julho
O conceito pode não ser novo (no pun intended), mas a verdade é que o ano passado delirei com a feira medieval leiriense. Para além de barraquinhas e actuações pelo centro histórico da cidade, por uma pequena quantia podemos visitar o castelo com um mercado, artistas e tabernas. Lembram-se de vos ter falado da vista linda que há na varanda do castelo para a cidade? Para mim é ultrapassada pela mesma vista mas à noite, com as ruas iluminadas, criando uma espécie de labirinto de luz entre os edifícios que vemos lá em baixo.



Tenham um óptimo fim-de-semana!

Com amor,
Catarina

terça-feira, 27 de junho de 2017

Sitting Waiting Eating - Jardim dos Sentidos

 O Jardim dos Sentidos é um restaurante vegetariano que até pessoas que não seguem essa dieta conhecem, o que é apenas um dos sinais de que realmente vale a pena.
 Fui com duas amigas por recomendação de uma delas que já lá tinha ido há uns anos atrás. Depois de uma subida íngreme a partir da Avenida da Liberdade e mais umas curvas e contracurvas com a ajuda do GPS, lá chegámos a este canto bastante discreto, perto da Praça da Alegria.
 Escolhemos o económico menu de almoço que incluía buffet livre e chá à disposição por 9€, mas se preferirem um sumo natural são apenas mais 2 ou 3€.
 A atmosfera zen sente-se instantaneamente ao chegarmos à sala onde se encontram algumas mesas e o buffet, mas foi ao ir para o exterior que me apaixonei. Tem decoração com alguma inspiração oriental e um lindo jardim em que conseguimos ver uma tenda e outros gabinetes de massagem. É daqueles sítios em que não me importava nada de passar uma tarde sentada no jardim, à conversa com um copo de chá gelado na mão.

Fotos da aplicação Zomato

 A verdadeira estrela, no entanto, é mesmo a comida. É raro o restaurante vegetariano em que goste de todos os pratos, até porque sou um pouco esquisita com o seitan, mas aqui não houve um único prato que não me desse vontade de repetir. Tem imensa variedade, desde saladas frias, leguminosas, pratos mais elaborados e outros mais reconfortantes. Tudo óptimo e divinamente temperado.

Uma das repetições
Já conheciam?


Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Chegueeei!

Não sei bem quando começou esta superstição, mas não gosto de espalhar que vou viajar.
Antes do tempo das redes sociais isto nem me passava pela cabeça. Quem acabava por saber era a família e os amigos com quem passava tempo no verão pois contava-lhes pessoalmente, mas agora basta abrir uma aplicação para saber onde andam as pessoas que conhecemos.
 Não acredito em mau-olhado nem nada do género, mas parece-me que atrair inveja antes de me pôr numa lata voadora e ir para um sítio estranho não é boa ideia. 
 Desta vez fui à Bélgica com o meu namorado matar saudades de uns amigos nossos que lá vivem e conhecer o patudo mais novo. Soube bem aproveitar o tempo com eles só na conversa, passeando os cães e vendo filmes, como se vivêssemos ali ao lado. 
 É difícil ter pessoas de quem gostamos tão longe, mas acho que só nos faz apreciar ainda mais os momentos em que estamos juntos.


Espero que tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 16 de junho de 2017

O que eu tenho andado a fazer.

Já se passaram 3 meses desde que terminei o estágio.
Considero que as primeiras semanas serviram de descanso (embora tenha ficado doente uns dias), de reaproximação dos meus amigos e família que me viram muito fortuitamente durante o estágio, de acompanhar o meu cachorro doido e voltar a sentir calma nos meus dias.
 Após esse período comecei a tentar ir passar as minhas tardes à biblioteca, já que em casa sei que tenho demasiadas distrações. Digo tentei, porque mesmo assim raramente declino convites de quem merece o meu tempo. 
Se por vezes me sinto culpada, por não estar empenhada a 100% na escrita da tese, por outro sei perfeitamente que é incerto quando terei outra fase assim na minha vida. Uma fase de ser jovem, ter tempo, ter meios e poder escolher ir ao meu próprio passo. De tomar o pequeno-almoço enquanto vejo a minha série favorita do momento, de praticar yoga para depois ir tomar um duche fresquinho, ler enquanto espero que o creme seja absorvido pela pele, brincar e dar "papinhas" ao Bóris, inventar o meu almoço, ir para a biblioteca e então passar depois 4 horas a pensar e a trabalhar para o meu futuro. Regressar a casa sem pressas desfrutando da música enquanto estou no trânsito, falar sobre o meu dia com a minha mãe enquanto fazemos o jantar e o Bóris nos observa a ver se cai alguma coisa, jantar quando o pai chega e comentar as notícias, dar uma caminhada lá na aldeia com o nosso cão-urso e voltar para um chá enquanto vemos uma série. Falar ao telemóvel com o meu namorado para saber como correu o dia dele e planear quando e onde nos voltamos a ver. São dias de sonho.
 Entretanto, pelo menos duas colegas minhas já entregaram e defenderam a sua dissertação e vejo que o prazo se está a aproximar, embora pareça ainda estar a centenas de quilómetros de distância. Vou agora passar uns dias em casa de uns amigos meus e do meu namorado e vou aproveitar a pausa para voltar com mais determinação e dedicação. Até ao final de Julho quero muito enviar uma primeira versão da tese à minha orientadora. Vamos lá.


Tenham um bom fim-de-semana!

Com amor,
Catarina

domingo, 11 de junho de 2017

3 coisas que aprendi com o livro "Calm"

 Calma é um adjectivo que não constaria de uma descrição que fizesse sobre mim.
 Embora tenha momentos de paz e tranquilidade, quando existe pressão sobre mim toda a calma se esvai. Adoraria mudar isso e deixar de ser uma pessoa ansiosa em situações de stress.
 Por isso, comprei este livro de que já tinha ouvido falar vagamente quando me ofereceram um vale de uma livraria.
 Embora não seja o meu tipo de leitura favorita, gostei do formato do livro, que nos permitia andar para trás e para a frente, tinha ilustrações muito bonitas, um design bem-feito, uma escrita cativante e actividades para fazer e escrever nas próprias páginas.



 1. Enumerar 3 coisas pelas quais te sentes grata ao final do dia.
De tantas em tantas páginas, aparecia um "questionário" sobre quais os 3 pontos mais importantes do dia, 3 coisas pelas quais te sentias grata e 3 momentos em que te tinhas sentido em paz.
 Embora não o deixe por escrito, pensar em 3 coisas pelas quais estou grata por aquele dia quando já estou deitada na cama faz-me ir deitar com um sorriso na cara e ver o lado positivo do que se passou.

 2. A importância de me desligar.
 Não é novidade para ninguém que as tecnologias nos roubam sossego. Eu tenho noção de que consulto as minhas redes sociais mais do que devia e quero começar a limitar isso.
 Ultimamente tenho aproveitado para, em vez de ir logo para o telemóvel, levar um livro para ler comigo nos momentos de espera e, quando brinco o meu cão, não levo mais nada a não ser uma bola para não perder a nossa ligação pela tentação de o fotografar. (Embora haja momentos que merecem ser partilhados com o mundo).

 3. Dar uma oportunidade à meditação.
Pratico yoga há algum tempo e sei que normalmente vem acompanhado de meditação. Mas a verdade é que queria experimentar este "desligar dos pensamentos" por si só, já que tem uma lista enorme de benefícios.
Instalei a aplicação Calm e segui as aulas guiadas para iniciantes e devo dizer que é muito mais difícil do que imaginava. Num minuto estou a seguir a minha respiração mas 10 segundos depois já estou a pensar no filme que vi ontem ou numa conversa que tive há 2 anos atrás com uma amiga e lá se foi a meditação. Entretanto acabaram-se as 7 aulas grátis por isso desinstalei a aplicação e tenho-me guiado por vídeos de Youtube (recomendaram-me estes). A tradicional posição de pernas cruzadas deixava-me desconfortável por isso, aliado a umas dicas para combater a celulite, tenho meditado deitada na cama com as minhas pernas elevadas e encostadas à parede antes de ir dormir. Faz-me sentir relaxada mas ainda tenho que trabalhar na parte de afastar pensamentos da minha mente.


Tenham uma óptima (e calma) semana!

Com amor,
Catarina

terça-feira, 6 de junho de 2017

Cantinho Veterinário - A importância das coleiras (certas)

Foto: 366daysofbolacha
As coleiras muitas vezes são-nos vendidas como apenas um acessório para os nossos animais de estimação, mas são muito mais do que isso.
Para os gatos, por exemplo, as coleiras têm imenso que se lhe diga. Em primeiro lugar, muitas delas vendem-se com guizos. Sei que a intenção de saber onde está o vosso animal é boa, mas tentem imaginar o que era andarem o dia todo com uma sineta que vos soasse aos ouvidos com qualquer movimento que fizessem, ainda mais se forem um animal com o sentido auditivo mais apurado que os humanos. O vosso gatinho vai agradecer o alívio do silêncio. 
Outro perigo das coleiras em gatos com acesso ao exterior é que, caso fique presa em algum local alto, pode causar enforcamento. Felizmente já existem coleiras com um sistema anti-enforcamento que se abrem ao serem "puxadas".

Foto: Tail Wag

 Nos cães também se aplica a teoria dos guizos e, para além de uma coleira identificada, devem ter um peitoral para quando vão passear à rua. Isto porque, ao puxarem a trela, vão estar a fazer pressão na traqueia do cão (o que não é saudável) e impedi-lo de explorar o mundo da melhor maneira que um cão sabe fazê-lo: a cheirar.
O peitoral permite um melhor controlo e conforto do cão e, se o vosso cão for grande ou tiver tendência a puxar bastante, podem apostar num cuja trela se prenda na zona do peito ou de lado para, em vez de fazerem um duelo de força com o cão, usarem a própria força dele para o desequilibrar e virar na direcção certa.

Quando se trata de pinhas, é mesmo preciso um puxãozinho para o Bóris vir...
E, se o vosso animal usa coleira/ peitoral, aproveitem para gravar uma medalha de identificação com o vosso número de telefone para a colocar lá. Muita gente não sabe que deve levar um animal perdido a um veterinário para verificar o microchip e até caso o vosso gato não tenha, é uma maneira barata de ser mais fácil o vosso patudo regressar a casa caso se perca.


Espero ter-vos ajudado!

Com amor,
Catarina

domingo, 4 de junho de 2017

Biblioteca da Marquesa - A Rapariga de Antes

Este ano, felizmente, tenho tido mais tempo para ler. Estamos no 6º mês do ano e estou a iniciar-me no 8º livro de 2017.
 No meu aniversário recebi "A Rapariga de Antes", um thriller com óptimas críticas na contracapa.
 Embora não leia muito este género (sou principalmente uma miúda de Fantástico) fiquei curiosa.
 O livro fez-me lembrar muito "A Rapariga no Comboio", não só por ter sido dos únicos livros que já li do mesmo género, mas por também ser narrado alternativamente por duas mulheres em momentos diferentes.
 A mulher de "antes" é Emma, cujo assalto na antiga casa faz com que deixe de se sentir segura e decida mudar-se com o namorado Simon. A mulher de "depois" é Jane, uma mulher que acabou de sofrer a morte da sua bebé, o que acabou por afectar a sua vida profissional.
 O que estas personagens têm em comum é que, por motivos de segurança e económicos respectivamente, candidatam-se a uma casa com arquitectura deslumbrante e a tecnologia mais avançada. O problema é que o arquitecto, Edward Monkfort, tem uma lista interminável de regras sobre a maneira como se deve viver na casa. Isto se conseguirem ser aprovados num questionário cheio de perguntas íntimas e dilemas éticos primeiro.
 Na minha opinião, é um livro interessante e cuja parte thriller faz o seu efeito. Houve certas partes em que sentia que tinha de ler mais um pouquinho para não ir dormir com aquele nervosinho pelas teorias que se formavam na minha cabeça.
 Gostei da escrita, mas dispensava algumas cenas sexualmente explícitas pelo meio que nem percebi bem o que acrescentavam à história...
 Por último, gostei do final e das reviravoltas que a história deu. Pessoas veteranas de policiais (aposto que vai acontecer com a minha mãe) podem não se surpreender por não confiarem nos escritores, mas eu sou inocente neste tipo de histórias.


Já ouviram falar do livro? Gostam de thrillers ou preferem outros géneros literários?


Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Salvadorcite

 Desde que ouvi a música "Amar Pelos Dois" pela primeira vez (quando houve polémica ainda na escolha da música para o Festival da Canção e o Miguel Araújo a partilhou), fiquei curiosa com o dono daquela voz cuja interpretação da música nos emocionava sem sabermos como.
 Nos recomendados do Youtube apareceu-me a audição do Salvador Sobral dos Ídolos. Reconheci-o da única temporada que assisti (pronto, a meio das galas fartei-me e fiquei por aí) deste programa. Já referi que o nome que gostava de dar a um filho meu era Salvador (aqui) e, nunca tinha admitido a ninguém até recentemente ao meu namorado, que se deriva de nunca ter conhecido ninguém com esse nome (em Leiria os betinhos são Joões, Jozés, Henriques e Franciscos com um segundo nome) até ver aquele rapaz com um ar fofinho, com bom gosto musical e que tinha atitudes românticas para a sua namorada. Por isso na altura associei o nome bonito a uma boa pessoa e ficou na minha lista.
 Não era super fã ou apaixonada por ele, tanto que nunca segui o seu percurso, mas foi uma bela surpresa ver o quanto ele conseguiu progredir na sua carreira musical e como se tornou num performer único. Estive a assistir ao concerto dele que passou na RTP e parece continuar fofinho na interação com as pessoas (e, admito, charmoso e giro).
 Só sei que não me importava de receber o CD dele para ouvir no carro. *just saying*

Aqui fica uma das minhas músicas preferidas, em que dá voz ao poema Presságio de Fernando Pessoa.
(A música começa aos 3:21)


Para acabar, devo dizer que aproveitei esta nova panca para me tentar motivar para a minha lenta escrita da tese de mestrado.

Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Sobre a(s) Irlanda(s) - Malahide, Game of Thrones e Phoenix Park

Falei vagamente sobre ter feito uma viagem à Irlanda há quase dois meses atrás (aqui), mas a verdade é que não tenho muito para elaborar. A melhor parte foi ter ido na Game of Thrones Tours visitar alguns dos locais onde filmaram a série. Visitei também as principais atrações perto de casa dos meus tios, mas de Dublin vi pouco mais que o Zoo e o percurso do autocarro do City Sightseeing. O resto ficou reservado para o último dia, em que adoeci.
 Deixo-vos aqui as fotos e um link para um vídeo onde eu e o meu namorado falamos um bocadinho sobre a nossa viagem (sou muito camera shy, não se assustem).


quarta-feira, 17 de maio de 2017

3 idiotas

 Desde que vi o "Quem Quer ser Bilionário" no ano em que ganhou o Óscar (há quase 10 anos!) digo aos meus pais que adorava ver um filme tipicamente indiano de Bollywood. Com aqueles números de dança e música pelo meio, com o drama e com actrizes indianas tão bonitas que queremos ir a correr comprar um sari.
 Foi num sábado à noite que decidimos que o programa seria ir buscar comida chinesa e ver um filme em casa. Pelo top do IMDb começámos a descartar filmes até chegar ao "porque não?" num dos filmes indianos com a melhor classificação de sempre: "Três Idiotas".
O filme conta a história de Farhan, um rapaz cuja família queria que fosse engenheiro desde o dia que nasceu, embora a paixão dele seja fotografia de animais selvagens. Quando vai para a faculdade conhece Rancho, um rapaz que não se conforma com algumas tradições e regras de alunos mais velhos e professores. Ao contrário dos outros, Rancho gosta genuinamente de engenharia e leva Farhan e o seu colega de quarto Raju a ver o lado mais positivo e irreverente da vida.
Há romance, há drama, há números musicais mas o que teve de melhor foi fazer-me rir à gargalhada, sem ser com piadas óbvias e parvas como American Pie (desculpem-me os fãs, mas não aprecio muito esse género de humor). Não é uma obra-prima, mas tem uma boa história, dá-nos a conhecer mais sobre a cultura indiana e faz-nos pensar sobre os moldes da sociedade em que estamos inseridos.
Recomendo imenso e deixo-vos o meu número musical preferido. Lembrem-se: "All izz Well".


Com amor,
Catarina

segunda-feira, 15 de maio de 2017

24 anos e o meu fim-de-semana

Pela primeira vez, escrevo-vos já com 24 anos no corpo.
Este ano o meu aniversário não começou da melhor maneira. Já sei que quando a Queima das Fitas coincide vou ter duas ou três baixas no meu jantar de amigos e também sei que três das minhas pessoas mais queridas estão no estrangeiro, mas costumo conseguir juntar meia-dúzia e fazer uma celebração mais íntima. Este ano, para além do meu namorado, só podia vir uma amiga minha que à última hora ficou retida em Coimbra. Fui tomar café na 6ª com um amigo meu que não tinha disponibilidade para jantar e foi isso. Sei que ninguém fez de propósito para não estar na cidade naquele fim-de-semana mas a verdade é que me doeu imenso e trouxe aquelas inseguranças que costumam estar arrumadas no fundo da alma ao de cima.
Porém, não houve muito tempo para lamúrias porque na manhã seguinte fui fazer voluntariado para o Banco Solidário Animal. O meu namorado foi um amor e deixou-me inscrevê-lo também para não me aventurar sozinha e, fora as dores de costas, pernas e garganta que fiquei por falar da iniciativa e entregar panfletos às pessoas, valeu cada momento quando via os carrinhos a encherem-se com comida para os animais de associações, famílias carenciadas e sem-abrigos. 
Pela primeira vez na minha vida, confecionei alguns pratos para uma festa minha. A minha avó (aka Deusa da Cozinha) não tem experiência com comida vegetariana, por isso pus as mãos na massa (literalmente!) e fiz Folhados de Espinafres, Tofu e Cogumelos (receita do livro da Gabriela Oliveira) e Bolinhas de Grão e Cenoura (receita da Made by Choices). Com a mão-de-obra do meu Di e dicas de experiência da minha avó correu tudo bem e recebi elogios de vários membros da família.
O meu aniversário acabou da melhor forma, com a minha família a torcer pelos irmãos Sobral na Eurovisão e a pedir à família na Irlanda para votar (cuja minha tia nos chocou há um mês atrás dizendo não gostar da canção). A minha mãe e primas comentavam como nas suas infâncias era comum assistirem também em família a este concurso e como todo o país conhecia a música que os representava. Nunca tive o hábito de assistir à Eurovisão lá em casa e, em parte, penso que é por nunca ter tido orgulho na canção que nos representava. Para além da linda melodia, a interpretação do Salvador dá-nos a sensação de que nós próprios também estamos a sofrer de um amor não-correspondido tal é o nó da garganta que surge.
Sofri tanto enquanto anunciavam as pontuações. Esperava que ficássemos em 2º ou 3º lugar, mas a Europa surpreendeu-nos por conseguir emocionar-se com uma música cuja letra não compreendem. Fiquei mesmo feliz por eles.
Domingo foi dia de rever mais família, comer fatias dos bolos que restaram e passear com o meu Bóris que comemorou os 6 meses.

Como correu o vosso fim-de-semana?

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Sitting Waiting Eating - Casanova

 Mesmo tendo passado toda a minha vida académica em Lisboa, sinto que não conheço nem 1/10 da cidade.
 Por isso, alguns dos tópicos de conversa que me deixam sempre feliz é a partilha de locais para visitar, paisagens para ver e restaurantes onde comer por quem já vive cá há mais tempo.
 Numa importante discussão sobre as melhores pizzas da cidade no estágio, houve um nome que quando veio à baila, todos os que conheciam concordaram ter a melhor pizza italiana lisboeta: Casanova.
 Num Sábado à noite decidi ir experimentar as famosas pizzas com o meu date de sempre. Chegámos a Santa Apolónia por volta das 21h da noite e, mesmo sendo hora de ponta, esperámos apenas 10 minutos pela mesa. Ainda tive algum receio sobre ser uma mesa no exterior, mas têm uns aquecedores que ajudam a afugentar o frio.
 Há imensa variedade de entradas, massa e pizzas mas decidimos ficar-nos apenas pelas estrelas da casa. 
 Foi-nos servida Acqua della casa e um Chá frio da casa que eu pedi. Para comer, uma Parmiggiana e uma Vegetariana (para lacto-vegetarianos há imensa variedade!) a fazerem-nos apaixonar por comida uma vez mais. Sabem aquela sensação de que já estão cheios mas mesmo assim cada garfada continua a saber muito melhor do que a potencial indisposição? Era assim tão boa.
 Para sobremesa pedimos uma panacotta de frutos vermelhos e um sorvete de limão, ambos deliciosos.
 Todo o atendimento foi muito atencioso e rápido para comida feita ali na hora, ainda mais para um dia em que o estabelecimento estava cheio. O preço, para mim, considerei justíssimo para a qualidade e tamanho das pizzas.
 Sobre a atmosfera posso dizer que, embora as fotos durante o dia façam inveja e a paisagem para o rio seja linda, de noite tem um encanto muito descontraído e romântico com as luzes e tudo mais. Tem ainda a vantagem de fechar apenas à uma e meia da manhã, sendo um bom spot para uma ceia deliciosa.




Já conheciam o espaço? Quais são as vossas pizzas favoritas de sempre?


Tenham um óptimo fim de semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Guia para Londres - Souvenirs

Para acabar a temática da cidade de Londres, deixo por curiosidade alguns dos souvenirs que trouxe comigo. Aqui faltam umas latinhas de chá "Keep Calm and Carry On" que ofereci ao meu pai, umas manteigas corporais da Marks & Spencer à minha mãe e uma t-shirt da Team Valor (Pokemon Go) ao meu irmão.


Em Camden perdi-me por uma promoção de 2 tops por 5£ e trouxe um referente a Game of Thrones e outro com os três Talismãs da Morte de Harry Potter.

Para o meu namorado trouxe a t-shirt do Han Solo (Star Wars) da loja de M&M's e a do Gengar  (Pokémon) também de Camden.

Da loja 9 e 3/4 de King's Cross trouxe esta sweatshirt com o brasão de Hogwarts (que mais tarde vi em versão praticamente igual e muito mais barata em Camden).

Na Boots comprei um batom de cieiro da EOS de mirtilos e um creme hidratante com proteção solar. (Falei do batom aqui.)


Na Cath Kidston comprei a minha agenda de 2017, que tem vista anual, mensal e semanal e muito espaço para tomar notas.

Algures na North Lane em Brighton entrei numa loja com utensílios de cozinha e mais umas quantas utilidades e encontrei este dispensador de fita-cola em forma de unicórnio que é a cara chapada da minha melhor amiga. Ela adorou!


Espero que tenham gostado destas publicações sobre Londres. Sei que, para mim, deu uma vontade imensa de lá voltar.


Com amor,
Catarina


Outras publicações sobre Londres: DicasWalk Like a LondonerBrightonCamdenCarnaval de Notting Hill, Greenwich/ St Paul's Cathedral/ London Tower

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Os podres dos senhores da fruta

 Há uma profissão que ganha muito ao se aproveitar das emoções das pessoas. Publicitários, escritores, actores, pintores, bailarinos, agentes funerários, jogadores de futebol? Também, mas não são os mais importantes. Hoje venho falar dos vendedores de fruta.
 Todos os anos sucede o mesmo fenómeno cá em casa. Chega a esta época do ano e começam a aparecer as nossas frutas da época favoritas. Nós já sabemos que aquela melancia vai saber a água ou que aquelas cerejas ainda vão estar amargas, mas as saudades são tantas que não há como não as trazer connosco. O pior é que a maioria das vezes até pagamos mais por fruta que daqui a um mês nem que nos pagassem comeríamos. É o poder da nostalgia.
 Na verdade, nem sei se estas frutas, como a melancia, romã e cerejas, são realmente as que eu mais gosto, ou se estou é farta de comer sempre bananas, laranjas e maçãs. Como diz o ditado: fruto proibido (ou mais escasso sazonalmente) é o mais apetecido.


Espero que tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O estigma da Depressão

 Ontem fui ver os "Guardiões da Galáxia 2" ao cinema com o meu namorado e um amigo (está giro, mas o primeiro foi muuito melhor) e voltámos de táxi para casa. O taxista estava a ouvir uma entrevista na Renascença e brindou-nos com um "Então vocês jovens agora andam a matar-se por causa de um jogo?". Eu nestas situações infelizmente sei que, normalmente, o que quer que eu diga entra por um ouvido e sai pelo outro. Há um certo tipo de pessoas cujo meu sexo e idade fazem com que dêem a mesma credibilidade aos meus argumentos que às de um caracol.
 O meu namorado ainda lhe respondeu que não era o jogo que andava a matar ninguém saudável, eram jovens com depressão a quem os suicídios infelizmente aconteciam. Mas claro que o senhor nem lhe fez caso.
 Eu própria me confesso, até há poucos anos atrás não tinha sensibilidade quase nenhuma para doenças do foro psicológico. 
Ensinaram-nos como funciona o corpo humano. Quais os seus constituintes, para que servem, do que precisam para funcionar normalmente. Dão-nos exemplos do que acontece quando alguma coisa falha, ou quando falta até um simples composto. Temos aulas sobre educação sexual, sobre doenças sexualmente transmissíveis, álcool e drogas.
 Dos únicos contactos que tive na escola com doenças mentais foram sobre distúrbios alimentares e também cartazes de uma turma que escolheu a opcional de Psicologia no 12º ano em que expunha uma doença mental em cada ilustração.
 Na Universidade felizmente já era comum falar-se de depressão e ansiedade pois os próprios professores alertaram-nos para a elevada prevalência destes transtornos no ensino superior.
 É-me mais fácil compreender uma doença física, somática do que psicológica. Para além de não ter formação nessa área, parece não ser tudo tão dicotómico ou ter causa-efeito diretos. Embora tenham essas diferenças, não deixam de ser ambas doenças. Não deixam as duas de ter sintomas que devem ser examinados por pessoas qualificadas e tratadas. Uma pessoa não fica com pele amarela se não tiver problemas no fígado, assim como uma pessoa não pensa em auto-mutilar-se quando está mentalmente saudável, por muito forte que seja uma infuência de um jogo ou de uma série.
 A depressão então, aprendi que pode ser silenciosa. Pode passar por falta de vontade de querer sair da cama, ataques de choro, tristeza sem razão aparente ou alterações do apetite (podem ver mais aqui e aqui).

 Quando chegámos a casa o Di mostrou-me um vídeo de que já me tinha falado e no qual o Felipe Neto conta a sua experiência com a depressão, fala sobre o estigma contra as doenças mentais e ainda dá imensos conselhos e passos a seguir caso sofram deste problema. Não poderia recomendar mais a visualização do mesmo. 



E obrigada também à Ordem dos Psicólogos, que anda a trabalhar para que pessoas saudáveis da população geral, como eu, consigam ter alguma ideia sobre o que é ter uma doença mental.


Que tenham o resto de uma semana (genuinamente) feliz!

Com amor,
Catarina