domingo, 19 de novembro de 2017

Catarina na Terra do Sol Nascente - Pavilhão Dourado e Castelo de Nijo (Kyoto)

No segundo dia em Quioto, fomos visitar dois dos lugares mais emblemáticos da região: o Pavilhão Dourado e o Castelo de Nijo.
O Pavilhão Dourado (Kinkaku-Ji) é um templo budista construído no século XIV, mas cuja estrutura que agora se vê data dois séculos mais tarde, após ter sido destruído por chamas por um monge com alterações mentais.
O primeiro andar é revestido a madeira, mas os superiores  são revestidos a folha de ouro, dando o nome ao conhecido monumento. No seu topo ergue-se uma fénix dourada chinesa (Fenghuang).
O lago ao seu redor é conhecido como o "lago espelhado" (Kyoko-chi) e está inserido num parque antigo com jardins inspiradores.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Dias de Cabelo-Bom

Uma das razões pelas quais eu gosto de cortar muito o cabelo e só uma vez por ano, é que ao longo dos meses parece que vou ganhando penteados novos.
E aqueles dias em que quando me vejo ao espelho e o cabelo está diferente e bonito são dias em que a minha confiança sobe para o dobro. Viva os Good Hair Days.


terça-feira, 14 de novembro de 2017

1 ano de Bóris

A 14 de Novembro de 2016 nasceu o nosso Bóris, na altura ainda chamado Athos.
É um cão que adora água: adora molhar as patas na taça de água (agora já tem um alguidar para o efeito), chapinhar nas poças que encontra durante os passeios, ficar debaixo da chuva e nadar em ribeiras e lagoas. Nos passeios aproveita também para pôr tudo à boca: sejam ossos, cocós de ovelha, lixo, obrigando-nos a estar muito atentos e a ir pescar-lhe estas iguarias à boca. 
Adora estar connosco tanto que, mesmo quando o portão da rua está aberto, ele não liga nenhuma a essa "liberdade" e prefere andar atrás de nós. Mas isso não significa que também não saiba estar sozinho, aproveitando para rebolar na relva e brincar com os seus brinquedos. Desde pequeno adora garrafas de água pelo barulho que fazem ao mordê-las e de jogar ao "busca" com bolas de ténis e de futebol. Só não busca paus, não lhes liga nada, e para roer é louco por pinhas desde a primeira vez que as encontrou num pinhal.
É um cão que adora festas, principalmente na barriga e no peito, onde tem a sua mancha de pêlo branco, e dar beijocas - embora seja um bocadinho bruto à vezes. Por essa razão temos de ter muito cuidado quando encontramos crianças nos passeios, porque o Bóris manifesta a paixão assolapada que tem por miúdos por saltinhos e lambidelas - que num cão de 50 kgs é uma avalanche para a pequenada.
É muito curioso em relação aos outros animais, gostando de ficar a observá-los ou a querer segui-los quando estão em movimento. Nunca o vimos a caçar. Uma vez teve a oportunidade quando uma toupeira estava à superfície no jardim, mas após cheirá-la bem decidiu convidá-la para brincar através de pulinhos e latidos como faz aos outros cães.
Temos de ter muito cuidado com peças de vestuário e calçado ao abandono, porque é certinho que se o Bóris a apanha e não a recuperarmos a tempo já só iremos encontrar farrapos. De vez em quando quando está muito excitado para brincar gosta de nos puxar a roupa, o que não tem muita piada...
Outra curiosidade é que se algum dia eu estiver numa daquelas cenas de filme em que se decide quem é o verdadeiro dono do cão com base em quem é que ele se dirige em primeiro lugar estou tramada: o Bóris adora conhecer estranhos, por isso cumprimenta-os muito entusiasmado em primeiro lugar e só depois vai ter com as caras conhecidas.
Já não trocava o meu cão-urso por nada. É um cachorro traquinas e que faz algumas asneiras, mas compensa sempre com a sua personalidade engraçada e com a quantidade gigante de amor que ele tem para dar.
Parabéns Borizito!

Aqui com o seu "osso" de aniversário

Com amor,
Catarina

sábado, 11 de novembro de 2017

Cantinho Veterinário - Kit de primeiros socorros para cães e gatos

É uma preocupação comum, a de ter um kit de primeiros socorros por precaução. Foi algo que sempre esteve cá em casa e ao qual os meus pais recorriam sempre quando queriam desinfectar uma ferida, acalmar uma picada ou estancar uma pequena hemorragia.
Ora, para os nossos animais de estimação também existem alguns produtos essenciais para ter em casa, para pequenos ferimentos ou para utilizar após a recomendação de um médico veterinário. São todos produtos também utilizados em nós, mas não custa nada relembrar as suas funções.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A artista da família

Na minha família paterna, o talento artístico é praticamente nulo. Só para terem uma ideia, eu e alguns primos andámos na mesma escola básica no 2º e 3º ciclo e calhou os meus primos mais velhos e eu termos a mesma professora de Educação Visual. Quando chegou a vez do meu irmão ela, ao ver os trabalhos dele disse: "Estou a ver que também tens o jeito dos Motas". 
E é algo que parece que nasceu connosco. Todos gostamos muito mais de números, de lógica e de ciências do que de pintar, esculpir e desenhar.
Isto é, todos menos a Filipa.
A Filipa é quatro anos mais nova do que eu e desde sempre que foi a menina que gostava de pintar, de fazer bijuteria ou criar bonequinhos. Quando chegou a altura do secundário escolheu Ciências e Tecnologias, como os primos e a irmã mais velha, porque a verdade é que ela também tinha aptidão para ciências como os restantes.
No entanto, ao contrário de nós que escolhemos cursos de engenharia ou áreas da medicina, a Filipa decidiu seguir o que gostava e estudar Design Gráfico. E a verdade é que aliado ao gosto, também se tem manifestado todo o talento que tem. Acho que de certa forma a Natureza decidiu roubar toda a veia artística do nosso ramo da árvore genealógica e colocar numa única peça - a Filipa.
No mês passado esteve a trabalhar num projecto para uma cadeira que está agora em exibição numa das ruas de Nova Iorque. Vejam a notícia aqui. Eu não caibo em mim de orgulhosa.

Parabéns Filipinha!

Com amor,
Catarina