terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Coisas que não me importava de receber no sapatinho

Estamos numa das minhas épocas favoritas do ano: o Quase-Natal.
Desculpem, mas gosto mesmo de tudo aquilo a que tem associado. Luzes bonitas, canções pirosas, a família junta, comida boa e decorações em tudo o que é canto na casa - a minha mãe até na casa-de-banho põe motivos natalícios.
E, mesmo sabendo que não é o mais importante, gosto da troca de prendas. Gosto de pensar no presente ideal para aqueles que gosto e, admito, adoro quando recebo algo que é mesmo a minha cara e revela que a pessoa me conhece e é atenta aos detalhes.
Vou deixar aqui a lista de coisas que não me importava de receber no sapatinho. Não só porque o meu namorado lê o blog *wink wink*, mas também porque pode ser que vos dê ideias para oferecer a alguém.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Thank u, Ari

A Ariana Grande não é daquelas artistas que sigo mais atentamente, mas vou gostando da maioria das suas músicas que apanho na rádio (a Break Free é uma das minha preferidas para fazer exercício, p.e.) e acho que tem uma voz bem cheia e bonita.
Não estando sempre em cima das coscuvulhices e revistas cor-de-rosa, sei que lhe caiu meio mundo em cima quando o ex-namorado, o rapper Mac Miller, se suicidou. Pouco tempo depois acabou o noivado com o humorista Pete Davidson. 
Podia ser a desculpa perfeita para fazer uma pausa ou retirar-se do spotlight, mas a artista (ou a equipa que tem por trás) decidiu aproveitar o momento e dar a volta por cima com o anúncio de um novo álbum: "Thank u, next".
É o nome do primeiro single a ser lançado, com uma mensagem sobre amor-próprio, aprender com os dissabores da vida e gratidão. Não bastasse a música ser um sucesso - pelo menos vi meio mundo a falar sobre ela no Twitter - lançou a semana passada o videoclip, associado a alguns filmes icónicos dos anos 90. E o que eu adorei o vídeo! Fez-me voltar a sentir uma adolescente ao ver as referências a Mean Girls, Legally Blond, 13 to 30 e Bring it on. Tudo filmes que quando apanho na televisão gosto de rever porque acho que são clássicos das comédias românticas com um pouco de drama adolescente pelo meio.
Se ainda não viram este vídeo, vejam. Vejam mais que uma vez para repararem nos detalhes e caras conhecidas e, lamento, provavelmente vão ficar o resto do dia com a música na cabeça.
You go, Ari!




Tenham o resto de uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

domingo, 25 de novembro de 2018

Moscovo (Parte 2)

A tarde do nosso primeiro dia em Moscovo (podem ver aqui o que vimos de manhã) começou com a visita ao Kremlin, a fortaleza vermelha no coração de Moscovo onde, para além de museus, catedrais e palácios, se situa a residência do Presidente e edifícios governamentais.


terça-feira, 20 de novembro de 2018

Em casa (Desafio 1+3)

Desde que vim estudar - e consequentemente morar - em Lisboa, que o meu coração se dividiu em dois lugares. 
Por um lado, tenho Leiria, a cidade que me viu dar os primeiros passos no mundo e onde estudei e cresci, rodeada pela (maior parte da) minha família e amigos que fui fazendo.
Por outro, aqui em Lisboa tenho as raízes de parte da minha família materna, tive a experiência fantástica que foi a faculdade, conheci pessoas incríveis e encontrei o meu amor.
Durante muito tempo, incomodava-me ter deixado de me sentir 100% "em casa" tanto na minha casa de Lisboa como na de Leiria. Parecia sempre que faltava qualquer coisa, que não tinha absoluto controlo de tudo. Este sentimento também se alargou à casa dos pais do meu namorado.
Sim, eu gosto da parte de ser eu a fazer as compras e "tomar conta" da casa de Lisboa. Mas depois também adoro o meu quarto de infância, do jardim enorme e de ver toda a gente e o meu cão em Leiria. Há dias em que odeio o trânsito em Lisboa. Há outros dias em que me sinto limitada pela falta de diversidade em Leiria.
Até que um dia finalmente vi o copo meio cheio.
Eu tenho a sorte de ter duas cidades onde me sinto em casa. Melhor: eu tenho a capacidade de me encontrar e sentir em casa em qualquer parte do mundo. Porque a minha casa são as pessoas que amo, as paisagens que não me canso de admirar, os sofás onde me posso deitar a ler um livro e as músicas que me colocam um sorriso na cara. São as manhãs lentas em que consigo fazer yoga, as tardes em que consigo ir passear e apanhar sol e as noites em que me faço acompanhar de um chá quentinho.
A minha casa sou eu, sempre que me sinto eu. E neste momento sinto-me "em casa".


Com amor,
Catarina


(Publicação no âmbito do desafio 1+3, criado pela Carolina)

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Sitting Waiting Eating - "Água da cascata vai correndo na ribeira e acaba no mar"

Sim, leram bem o título. O restaurante de que vos vou falar hoje é capaz de ter o nome mais comprido de sempre: Água da cascata vai correndo na ribeira e acaba no mar.  O fôlego que tem de ter quem atende o telefone todos os dias neste restaurante...
Nomes à parte, este foi o restaurante escolhido num feriado solarengo em que nos apetecia sair de casa, almoçar e apanhar sol. O critério decisivo foi o facto de parte da carta ser completamente vegetariana e a outra metade ser sushi (a comida favorita dele). Lá fomos.