domingo, 4 de novembro de 2018

Quando somos os maus da fita

Há uns tempos, por coincidência, na mesma semana vi "os portugueses" serem mencionados em duas séries estrangeiras.
Normalmente sinto um certo orgulho quando o meu pequeno país ou alguém da minha nacionalidade é mencionado em grandes produções, mas naqueles dois casos não foi isso que sucedeu. Tanto em "Outlander" como em "Jamestown" (não falei por aqui desta série porque é daquelas que vejo mas não acho nada de especial), os portugueses eram referidos devido a um período incrivelmente desumano da nossa história: o tráfico de escravos.
Na escola, sempre que falávamos dos descobrimentos e das colónias que conquistámos, os meus professores referiam os acontecimentos históricos com imenso entusiasmo e orgulho, que nos passavam. Foi anos mais tarde, com o estudo do Sermão de Santo António aos Peixes do Padre António Vieira, que me deparei com o primeiro opositor aos nossos feitos e à realidade da exploração de terras que já tinham donos.
Temos muita violência, sangue e xenofobia na nossa história, que muita vez nos foi dourada com fortuna e glória por quem nos ensina. Mas há que saber - e aceitar - que também já fomos os maus da fita. Felizmente também "compensámos"- mesmo não havendo compensação para a objectificação de uma vida - sendo dos primeiros países do mundo a abolir a escravatura. E quero pensar que podemos continuar a tentar ser dos melhores na tolerância, respeito e justiça. Seria um orgulho ainda maior ser portuguesa.


Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Biblioteca - Três livros que conheci através da sua adaptação a ecrâs

As minhas três últimas leituras têm algo em comum: ouvi falar dos livros devido ao sucesso do filme ou série que inspiraram. Quer seja um filme nomeado e vencedor de Óscar, uma série popular e vencedora de vários Emmys e um filme que me lembro de ter visto em parte na televisão há uns bons anos.



sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Amor é... (XI)

... Estar a dormir e acordar por sentir a mão dele a agarrar-se à minha enquanto sonha. 
Minha coisa boa.

Bom fim-de-semana!


Com amor,
Catarina

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Moscovo (Parte 1)

Moscovo foi a nossa primeira paragem da expedição de verão. Saímos de Lisboa à noite para acordarmos na capital russa, ainda que com algum jet lag e cansaço à mistura (são mais de 5h de avião).
Após fazermos check-in, tomar banho e um bom pequeno-almoço - pelo menos bom dentro do parâmetro russo - dirigimo-nos à estação de metro mais próxima para irmos para o centro da cidade. No entanto, o metropolitano de Moscovo já é uma atração em si, sendo todas as estações diferentes e ricamente decoradas, com alusões à história do país e de personagens ilustres. O metro funciona bem, está assinalado também com o nosso alfabeto e o tempo de espera entre comboios é inferior a dois minutos. No entanto é gigante, com mais de 200 paragens distribuídas em 14 linhas.


terça-feira, 25 de setembro de 2018

Vaidosices - Pedaços do meu Verão

Não há volta a dar, o Verão acabou. Acho que ninguém vai ter saudades daqueles dias infernais de 40ºC em que nem dentro de casa às escuras se conseguia respirar, mas custa-nos despedir dos tecidos mais leves e das peças mais frescas que usamos nas férias e reencontros com amigos e familiares que só vemos nesta altura.
Embora as fotografias não tenham a maior qualidade, não queria deixar de partilhar umas roupinhas que comprei e outras que me foram oferecidas que marcaram o meu Verão, tão bom.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Podcasts interessantes, precisam-se

Ultimamente, tenho conduzido muito mais sozinha, o que se traduziu num maior consumo de episódios de podcasts do que o habitual. Actualmente só oiço o Officinalis (de que falei aqui) e o Ask.tm do humorista Pedro Teixeira da Mota, mas estou rapidamente a ficar praticamente actualizada e sem nada para ouvir.
Por isso hoje peço-vos a vossa ajuda. Se alguém desse lado também gosta de ouvir podcasts, pode deixar-me nos comentários os seus preferidos para eu experimentar? Não sou esquisita, só preciso de algo que me faça rir, aprender ou simplesmente entreter.



Obrigada e o resto de uma boa semana!


Com amor,
Catarina

sábado, 15 de setembro de 2018

8 curiosidades sobre a Rússia

As últimas viagens em família têm sido das mais incríveis dos últimos anos. Se cá pelo nosso belo país temos aproveitado para aumentar o contacto com a natureza e ir a banhos, internacionalmente temos viajado para países com uma cultura diferente da nossa.
No início de Agosto estivémos num roteiro que nos apresentou três cidades que até aí nos eram desconhecidas: Moscovo, São Petersburgo e Helsínquia.
Como a maior parte da viagem foi em terras russas, venho falar-vos hoje de algumas coisas que achei bastante curiosas neste país. Vamos a isso?


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Coragem (Desafio 1+3)

Em pequena, numa situação em que o meu irmão estava nervosíssimo e amendroado, a minha mãe disse uma frase que me ficou na memória: "Corajoso não é quem não tem medo, é quem tem medo e o enfrenta."
É impossível não se ter medo de nada. Aliás, não ter medo de consequências e não ponderar nas nossas acções torna-nos irresponsáveis e não uns super-heróis corajosos.
No nosso dia todos praticamos pequenos actos de coragem. Seja sair da cama quando sabemos que temos um dia complicado à nossa frente, seja falar com alguém com quem não temos à vontade, seja em admitir que cometemos um erro ou pegar no carro quando somos inseguros a conduzir. Há pequenos actos de coragem todos os dias.
Depois existem aqueles maiores, que agradecemos todos os dias por termos feito. Para mim, assim de repente, foi admitir o curso que queria tirar, entregar-me ao rapaz de quem gostava (e que agora é meu namorado), ter ido pessoalmente deixar o meu currículo, tirar a carta de condução e ter ido fazer um estágio em Inglaterra.
Podem parecer coisas pequenas para quem não tem os mesmos medos que eu, mas tive que ultrapassar aquelas vozes irritantes na minha cabeça para o fazer, até porque não sabia na altura que o resultado seria positivo.



E vocês? Quais os pequenos actos de coragem que praticam todos os dias?

Com amor,
Catarina

(Publicação no âmbito do desafio 1+3, criado pela Carolina)

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Tenho cara de miúda

Lembro-me de na pré-adolescência e adolescência haver uma certa satisfação entre as raparigas da minha idade de parecermos mais velhas do que realmente éramos. Queríamos que nos vissem como miúdas crescidas (sendo "crescidas" 15 ou 16 anos de idade) em vez de crianças e quando alguém tentava adivinhar a nossa idade e dava o número certo saíamos um pouco desiludidas.
O que eu não sabia era que nunca mais ninguém iria adivinhar corretamente a minha idade...
Eu tenho um irmão que é 3 anos mais novo, mas sempre que alguém de fora vem falar connosco ou os nossos pais acham sempre que é ele o mais velho. Há dois anos uma senhora chegou a ficar super chocada quando a minha mãe lhe disse a minha idade real. Depois veio ter comigo a dizer que não me dava mais de 15 anos. Ouch.
Não é que parecer mais nova seja a pior coisa do mundo, sei bem que não. Ter que mostrar a minha identificação sempre que vou a algum lado reservado a maiores de idade ou ter vendedores de porta-a-porta a peguntar se posso ir chamar um adulto é um pequeno preço a pagar pelos ares de juventude. 
O problema é que estou quase a começar a trabalhar e preciso que as pessoas me levem a sério. Os médicos veterinários querem-se já com experiência e uns cabelinhos brancos senão o cliente desconfia, eu percebo. Eu, que raramente me maquilho, já tenho base e CC creams para usar nos dias de trabalho a ver se pareço pelo menos andar nos 20s. Os (três) cabelos brancos também já cá estão há 5 anos. A ver vamos.


Mais alguém com o problema de parecer bem mais velho ou novo?
Se tiverem alguma situação caricata partilhem, por favor. Antes rir que chorar!

Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina 

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Somos fortes um pelo outro

Nunca me descreveria como uma pessoa forte. Sou tímida, insegura, sensível e tenho tendência a não lidar muito bem com pressão intensa e situações completamente inesperadas.
No entanto, quando se trata de tratar de pessoas que gosto, a força aparece.
E é engraçado que acontece o mesmo com o meu namorado. Ele pode estar a ter um dia mau ou a atravessar uma situação difícil que, se eu precisar, ele vai assumir a liderança e ajudar-me a ver as coisas de forma positiva e procurar soluções enquanto me conforta num abraço.
Não somos o super-homem ou a mulher-maravilha. Mas quando o outro está em apuros a nossa super-força e visão positiva emergem e salvam (ou pelo menos melhoram) o dia.

By Puuung
O resto de uma óptima semana!


Com amor,
Catarina

sábado, 28 de julho de 2018

5 dicas para manhãs descomplicadas

Quando era miúda era uma sortuda. Era a minha mãe quem me acordava quando tinha que ir à escola de manhã. Acordar com o barulho dos estores a abrir e a ouvir "Catarina, acordar!" era um milhão de vezes mais simpático do que utilizar um despertador.
Na faculdade, nem sempre me deitava a horas simpáticas, por isso colocava o horário do despertador quase ao milésimo de segundo para dormir durante o maior período de tempo possível, tomar um duche rápido, comer leite e cereais e sair de casa a correr para apanhar o autocarro que me permitia chegar à aula mesmo à hora.
Ter esta rotina matinal logo assim stressante quebrava logo o meu espírito para aquele dia. Felizmente, ao longo do tempo fui aperfeiçoando a minha rotina matinal.

terça-feira, 17 de julho de 2018

Medo (Desafio 1+3)


Tenho medo de não ser boa o suficiente.
Tenho medo de não ser uma pessoa boa o suficiente, uma namorada, filha, neta, irmã e amiga como os respectivos merecem.
Tenho medo de não ser inteligente o suficiente. 
Tenho medo de que haja um limite para o que consigo aprender, que a minha memória não seja a melhor, que as emoções superem o meu lado racional.
Tenho medo de não ser saudável o suficiente.
Tenho medo de não comer tão bem quanto devia, de tentar e não conseguir fazer as posturas de yoga que gostaria e que a minha falta de resistência me complique o dia-a-dia.
Tenho medo de não me amar o suficiente.
Tenho medo de me ver sempre como o patinho feio, como a amiga menos gira, a namorada mais chata ou a veterinária mais insegura.

Simplesmente tenho medo de não ser suficiente.

Felizmente, há dias em que este medo não vem à superfície. Dias em que estou tão ocupada a receber abraços apertados, mensagens inesperadas e o calor do sol na pele que simplesmente não há como não estar agradecida por ser quem sou. Dias em que consigo ajudar o próximo, em que promovo sorrisos e gargalhadas e até mesmo quando estou sozinha apenas a cuidar de mim. Hoje é um dia misto: de manhã fiz uma rotina de yoga que me fez sentir uma super-mulher e à tarde recebi uma notícia que me pode trazer mudanças num futuro próximo e deixou novamente com medo. Não vou deixar que o medo leve a melhor. Vou fazer o que posso e o resto logo se verá. Serei suficiente.


Com amor,
Catarina

(Publicação no âmbito do desafio 1+3, criado pela Carolina)

domingo, 15 de julho de 2018

Querida Anne M. Frank,

Querida Anne,

Obrigada por teres escrito o teu diário. Sei que no início serviu apenas como um escape aos problemas do dia-a-dia, mas que depois, enquanto estavas escondida no anexo secreto e ouviste o Sr. Bolkestein pela rádio a dizer que seria feita uma coleção de diários e cartas após a Guerra, quiseste partilhar a tua escrita e uma parte tão pessoal de ti com toda a gente.
Confesso que adiei a leitura da tua famosa obra mais de uma década. Lembro-me de estar na biblioteca da minha escola no 5º ou 6º ano e ver o teu livro em destaque. Muita gente falava dele, mas eu sabia que retratava uma das épocas mais negras da história e não tive coragem. Para ti deve parecer algo disparatado: não querer ler um livro. Tu, que encontravas nos livros uma escapatória à realidade e onde aprendias sobre história, mitologia grega e a tua odiada matemática.
Isso para além da "falta de coragem". Eu aos 12 anos não quis ler um livro, quando tu aos 12 anos estavas a passar o último ano da tua vida em liberdade. Já aí falavas das diferenças entre um cidadão judeu e um cristão, mas mesmo assim continuavas a poder ir à escola e estar com os teus amigos.
Foi uma querida amiga minha, que visitou o teu refúgio em Amesterdão, que me emprestou o teu querido diário para, aos 25 anos de idade, lê-lo finalmente.
E como é estranho eu, aos 25 anos de idade, ler os pensamentos de uma adolescente de 13 anos. Somos tão dramáticos e cataclistas nessa idade. É absolutamente normal. Os pensamentos que tiveste sobre os teus colegas serem infantis, sobre os teus pais não te compreenderem e até os pensamentos sobre ti própria e a descoberta do teu corpo e do amor são normais. O que não é normal é teres passado por essa fase da tua vida obrigada a viver todas as horas do teu dia com mais 7 pessoas num espaço pequeno, só porque alguém decidiu que queria exterminar pessoas inocentes.
Lamento tanto, Anne, que não tenhas tido a oportunidade de ter uma melhor amiga com quem falar sobre todas estas coisas, para saberes que não estavas sozinha. Lamento que não tenhas tido a oportunidade de sair à rua e espairecer de cada vez que tinhas um desentendimento com os teus pais. Lamento que tenhas passado as noites e os dias com medo de seres descoberta e levada para um campo de concentração, longe dos que amas.
Deixa-me dizer que o teu talento é ímpar Anne, escrevias mesmo muito bem, principalmente em tão tenra idade. Escreveste "Quero ser útil e levar prazer às pessoas, mesmo àquelas que nunca conheci. Quero continuar a viver depois da minha morte!" e acredita que conseguiste realizar o teu sonho de pequena escritora. Mesmo que não tenhas conseguido sabê-lo em vida.
Agradece ao teu pai - o Pim - que tanto amavas. Foi ele que partilhou este diário com o mundo. Foi ele que possibilitou tocares no coração de tanta gente e deixares a tua marca na história.
Que continues a inspirar a humanidade por muitos muitos anos querida Anne.

Com amor,
Kitty


(Se como eu, andam a adiar a leitura d'O Diário de Anne Frank, deixem de o fazer. Vale mesmo muito a pena, mesmo com a sensação de coração partido a cada página)

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Podia morar em qualquer lugar

À medida que o meu curso se foi aproximando do fim, muitas pessoas da minha família e amigos me questionaram para onde queria ir morar: se queria voltar para a minha cidade natal - Leiria - ou continuar na cidade onde estudei - Lisboa.
Respondi sempre com um "logo se vê", mas a partir do momento em que o meu namorado começou a trabalhar em Lisboa, num sítio que não tem qualquer equivalente em Leiria, eu no fundo soube que provavelmente ficaria na capital.
Porém, de cada vez que viajo, gosto de imaginar como seria se eu vivesse naquela cidade, naquelas ruas. Onde iria fazer as compras para a semana, qual seria o meu meio de transporte, onde encontraria uma casa cuja janela do meu quarto me oferecesse uma vista bonita.
Tenho a sorte de que o único requisito para a minha profissão ser necessária num local é a existência de pessoas, que por sua vez terão animais de estimação. 
E, embora a distância às minhas pessoas e o clima fossem pontos que poderiam diminuir um pouco a minha alegria, sei que seria feliz em qualquer parte porque consigo encontrar a beleza em qualquer lugar.
No entanto, sei que sou uma pessoa muito mais ligada ao campo do que à cidade. Quando imagino o sítio onde cresceriam os meus filhos, existe sempre um quintal, árvores de fruto e uma pequena horta. Imagino cães a correr com eles e, como sonhar não custa, imagino-me a ter um pequeno santuário com um burro, algumas ovelhas, galinhas, cabras e vacas. 
É um futuro longínquo, eu sei, mas realmente não me imagino a viver num ambiente urbano para sempre.


E vocês, são mais de cidade ou campo? Ou preferem o litoral?

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Souvenirs

Para finalizar as publicações sobre a viagem ao Japão, queria partilhar coisas fofinhas que trouxémos de lá. Não estão cá (a maioria d') as escolhas dos meus pais e irmão, mas mesmo assim a publicação está bastante grandinha. É um sítio tão distante e uma cultura tão diferente que não resisti mesmo a trazer muita coisa.

 

terça-feira, 3 de julho de 2018

Produtos de Beleza Cruelty-Free #4

Gosto de publicar aqui estes exemplos de produtos de marcas que não testam em animais, porque valorizo este tipo de partilha. Gosto dos blogs/páginas/grupos em que, mais do que se concentrarem nos "nãos" e "proibidos", promovem a partilha de produtos que são "do bem" e boas descobertas.
Aqui estão as adições recentes à minha rotina de higiene e beleza, dos menos preferidos até aos que causaram óptimas impressões:

domingo, 1 de julho de 2018

Animais da Blogosfera - Goji & Silvestre

Após uma pausa no mês de Junho, a rúbrica "Animais da Blogosfera" volta com a estreia de participantes felinos.
A convidada deste mês é a Andreia Moita que actualmente escreve no blog "As gavetas da minha casa encantada". Licenciou-se em Educação Básica, tirou o mestrado em Educação Pré-Escolar e é apaixonada por fotografia. Um dos seus sonhos é escrever um livro e, se tomarem o blog como amostra, tenho a certeza de que será bem-sucedida.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Um objetivo que já está a ser cumprido (Desafio 1+3)

No início deste ano decidi não comprar uma agenda, como é habitual, e tentar fazer o meu próprio Bullet Journal.
Tinha receio de que, passando o factor novidade, desistisse deste método e optasse por usar uma agenda padronizada que é bem menos trabalhosa.
No entanto, escolher um provérbio popular e ilustração para cada mês, assim como o esquema de cores tem sido um processo criativo ao qual gosto imenso de me dedicar mensalmente.
Quando estou a fazer a parte da agenda semanal e do "tracker" de hábitos saudáveis tenho que estar bastante concentrada no que estou a fazer, o que funciona quase como uma terapia para mim. Durante essa hora, só existo eu, o material de escrita e às vezes uma música de fundo. 
Foi uma boa decisão e ainda mais feliz execução.





Que resolução andam a arrasar?

Com amor,
Catarina


(Publicação no âmbito do desafio 1+3, criado pela Carolina)

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Três de uma vez

Para iniciar bem o mês em que estamos, os meus pais decidiram combinar um fim-de-semana no Algarve, na zona onde costumavam ficar de férias antes de me terem a mim e ao meu irmão: Albufeira.
Por isso lá fomos os quatro, sempre com um bocado de receio porque o tempo estava fresquinho e chuvoso, nada propício a banhos.
Embora o clima não se comparasse minimamente com o Verão algarvio, deu para passar umas boas horas de barriga para o ar, a caminhar e a ler na praia. Estar deitada na areia, a sentir o calor do sol no corpo e ouvir o barulho de fundo das ondas é, sem dúvida, uma das minhas maneiras preferidas de  pôr a leitura em dia.
Foram três os livros que levei na mala e sobre os quais quero partilhar a minha opinião.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Cantinho Veterinário - Praganas (as sementes do mal)

Estamos numa época do ano bem propícia a passeios com os nossos cães. Os dias são mais longos, o tempo ameno convida a sairmos de casa e é também agora que grande parte da população tira férias. Porém, há uma pequena, mas grande chatice que também entra na equação: as praganas.

O que são praganas?
As praganas são sementes de cereais ou ervas em formato de espiga. O formato destas sementes tem como objetivo agarrar-se ao pelo dos animais que passam para as levarem mais longe e poderem dar início a uma nova planta. Em crianças, até atirávamos estas sementinhas para as costas uns dos outros para saber quantos namorados tínhamos. Lembram-se dessa brincadeira?

Crédito

Qual o perigo das praganas?
O problema destas sementes é que, como são bicudas, muitas vezes enterram-se demasiado profundamente na pele criando feridas, ou então podem ficar presas nas narinas ou orelhas dos vossos animais. O resultado disso podem ser abcessos, otites (por vezes com ruptura do tímpano) ou lesões no olho (como úlceras).

Crédito

Desconfio que o meu animal tem uma pragana. O que fazer? 
Como escrevi, há imensos locais onde as praganas podem alojar-se no animal, por isso os sinais de que o animal tem este "corpo estranho" são variados:

  • Lamber ou coçar uma zona insistentemente;
  • Abanar a cabeça;
  • Esfregar ou não conseguir abrir o olho;
  • Corrimento ocular;
  • Espirrar repetidamente sem parar;
  • Sangue numa narina (epistaxis);
  • Feridas (com ou sem pus);
  • Coxear.
Caso a pragana não saia simplesmente com a escovagem ou ao puxar cuidadosamente com os nossos dedos, pode ser necessário levar o animal a um médico veterinário. Aí, de acordo com a profundidade da pragana e os danos por ela causados, pode ser necessário fazer uma sedação para se retirar a semente e fazer uma limpeza cirúrgica na ferida.


Como posso prevenir?
Não têm que deixar de dar passeios com medo que o vosso animal apanhe uma destas malvadas, mas se conseguirem evitar zonas onde existam estas espigas que largam praganas (na foto abaixo) melhor. Depois do passeio, basta gastarem cinco minutos a inspeccionar o pêlo do vosso animal e tirar estas sementes. Tenham especial atenção às patinhas, já que as praganas têm tendência para se enfiar no espaço entre os dedos.


Bons passeios!

Com amor,
Catarina

sábado, 16 de junho de 2018

Uma Regra (Desafio 1+3)

"Baixar as expectativas."
Esta é uma regra que criei de forma a proteger-me. 
Lembro-me perfeitamente do porquê. Tinha recebido uma óptima notícia: ser aceite  para voluntariar num sítio que eu desejava. Festejei muito sozinha, partilhei a notícia com as pessoas mais próximas e depois veio-se a ver que afinal não se iria concretizar. Fiquei de rastos.
Desde aí que tento manter as expectativas em baixo. Seja com pessoas, resultados que quero obter e até no dia-a-dia com coisas tão simples quanto fazer uma receita nova ou até a meteorologia do dia. E só partilho as notícias quando tenho mesmo a certeza delas ou até depois do acontecimento.
No entanto, há que ter em atenção que esta regra não é um convite para o desleixo ou o pessimismo. Dou o meu melhor à mesma, mas tento dizer na minha cabeça "se conseguirmos x é óptimo, mas provavelmente é y que vai acontecer e não faz mal."
Nem sempre a consigo cumprir, é verdade, mas prometo que graças a ela, as lágrimas de desilusão são menos frequentes e os saltos de festejo ainda mais altos.


Com amor,
Catarina

(Publicação no âmbito do desafio 1+3, criado pela Carolina)

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Tóquio

Acho que é impossível dizer qual foi o meu local favorito do Japão, mas se tivesse a oportunidade de voltar e o tempo fosse escasso Tóquio estaria sem dúvida no itinerário da viagem.
A capital do Japão é um mundo. Os seus edifícios, cartazes luminosos e parques no meio da cidade podem ser comparáveis a Nova Iorque, mas a arquitetura de alguns bairros e todos os pormenores kawaii que vamos encontrando não nos remetem apenas para o Japão, remetem-nos para o "Futuro".
Querem saber quais os locais que visitei e recomendo? Basta carregar no "Ler Mais".

sábado, 9 de junho de 2018

Wishlist - "Tea-shirts" brancas

Sim, eu sei que os últimos dias não têm sido convidativos para andar de manga curta mas... se o calendário não mente, dentro de duas semanas chega o Verão.
Para além de adorar vestir branco, por ser uma cor fresca e que dá com tudo, as t-shirts também são o que uso na maior parte dos dias quentes. Acho que são versáteis ao ponto de me sentir bem ao usá-las com umas calças ou calções de ganga, jardineiras e saias ou calças de cintura subida.
Por isso quando a Zaful me convidou para mais uma parceria, foi esta peça que andei a pesquisar no site. Ainda não sei se a qualidade é a melhor, mas pelo menos variedade não falta.


Acho que a 1ª é a minha preferida (adoro uma boa pun), mas a 3ª está no segundo lugar do pódio e é um visual minimalista óptimo para qualquer  Potterhead. A 2ª é mais uma pun fofinha e a 4ª e última t-shirt acho lindíssima para usar com uns calções ou calças de ganga devido aquele bordado assimétrico.

Qual a vossa preferida?

Como é o Zaful 4th anniversary há uns descontos extra no site:
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Tenham um óptimo fim-de-semana!

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Quais são as minhas melhores 13 qualidades? (Desafio 1+3)

Este fim-de-semana estive a ler o livro "Licenciei-me... e agora?" de forma a preparar-me melhor para o processo de entrar no mercado de trabalho. Quero depois deixar aqui a minha opinião sobre ele, mas posso dizer que uma das questões que aborda é que devemos "vender-nos" quando nos candidatamos para um emprego.
Como muita gente da minha idade, sofro um pouco com o "Síndrome de Impostor". Ou seja, estudei durante 6 anos da minha vida, tive vários estágios mas mesmo assim ainda não me sinto como se fosse outro dos meus colegas já veterinários.
Portanto, como é que é suposto eu convencer alguém que sou a melhor pessoa que podem ter na sua equipa se não estou totalmente certa disso devido às minhas inseguranças?
A Catarina, a autora, sugere que treinemos as respostas àquelas perguntas clichés de entrevista, das quais destaco "quais as suas melhores qualidades?". 
Adaptando o tema do Desafio 1+3 desta semana, vou partilhar convosco este exercício de encontrar 13 qualidades minhas que, de certa forma, me ajudam a ser uma boa (colega) veterinária.
Vamos a isso?

terça-feira, 5 de junho de 2018

5

O 5 sempre foi o nosso número da sorte, já que foi neste dia que começámos a namorar.
Que o facto de ser o nosso quinto ano de namoro nos traga ainda mais sorte, meu bem.
Obrigada por estares sempre do meu lado. Feliz aniversário de namoro!

By Puuung

Com amor,
Khaleesi

sábado, 2 de junho de 2018

TAG - Sunshine Blogger Award

Há imenso tempo que não trazia aqui uma TAG, mas a verdade é que não perdi pela demora. Fui desafiada pela Rititi e fico-lhe muito agradecida por se ter lembrado de mim para responder a estas perguntas engraçadas.


Regras:
- Agradecer à pessoa que te nomeou;
- Responder às 11 perguntas;
- Nomear 11 bloggers e fazer as nossas próprias 11 perguntas;
- Colocar as regras e o logotipo no post;

1. Mais do que "O que te fez criar um blogue?", a questão é o que te faz manter o blog?
Li algures que na vida devemos ter uma ocupação que nos dê dinheiro, outra que nos traga saúde e uma última que nos permita ser criativos. O blogue é, sem dúvida, esta última. O processo de escrever sempre me desafiou e há poucas coisas que me façam tão feliz quanto terminar um texto e sentir que realmente consegui exprimir o que a minha mente conjurava. Poder partilhar as minhas opiniões e registar momentos para mais tarde recordar são outras das minhas motivações, assim como o carinho que recebo de quem está desse lado.

2. O que os leitores poderão encontrar no teu blog?
Sinceramente, um pouco de tudo. Normalmente escrevo sobre coisas que me fazem feliz, sejam viagens, comida, livros ou momentos do dia-a-dia. Também gosto de sentir que o blog é util para quem lê, por isso também partilho dicas que resultam comigo ou sobre a minha área: medicina veterinária.

3. E o que é que tu encontras no blog? O que é que ele significa para ti?
Encontro uma Catarina em crescimento ao longo dos anos, assim como comentários de pessoas que me têm acompanhado e pelas quais não poderia estar mais grata. 
O "Marquesa de Carabá" sou eu, ou pelo menos parte de mim da qual me orgulho muito.

4. Quantas vezes, se é que aconteceu alguma vez, pensaste em desistir de escrever?
Não me lembro de uma única vez em que tenha pensado em desistir de escrever. Por vezes, quer por estar numa fase mais ocupada ou por ter falta de inspiração adio a escrita, mas sei que é inevitável voltar onde sou feliz.

5. O que desejas para o futuro do blog?
Tendo em conta que estou prestes a começar a minha vida profissional, só espero ter tempo e energia para continuar a escrever por aqui por muitos anos. Quero registar todo o meu crescimento e melhorar a minha escrita e criatividade nas publicações.

6. E para ti... como te imaginas daqui a uns anos?
Equilibrada. Que tenha conseguido conciliar a vida profissional, com a vida familiar, os amigos e os meus hobbies. E mais sábia, espero eu.

7. Até agora, o que de bom o blog já te trouxe?
Trouxe-me a certeza de que quando gosto de algo, aplico-me e dedico-me sem sentir que é "trabalho". Também me trouxe a descoberta de muitos autores de outros blogs e o carinho que sinto quando existe um comentário novo por aprovar. E por fim, não minto quando digo que também gostei de estabelecer algumas parcerias.

8. Quais os blogs que não deixas de seguir e que ainda queiras divulgar?
Para além dos que estão ali na barra lateral, o da Rititi que nos brinda todos os dias com conteúdo que nos faz sorrir, o da Tim que tanto partilha situações caricatas que lhe acontecem como opiniões honestas sobre as suas leituras, o da Daniela, que tem uma visão tão focada e honesta das coisas e o da S., que chegou há pouco à blogosfera mas tem um blog com textos doces e inspiradores.

9. Já conheceste pessoalmente alguém da blogosfera?
Conheço pessoalmente a Mariiana, mas não conta porque nos conhecemos antes de ambas sabermos que tínhamos blogues. De resto, já reconheci uma pessoa da blogosfera na rua, mas não tive coragem de ir ter com ela e dizer "Olá!". Sou uma miúda tímida.

10. A Blogosfera anda de mãos dadas com as redes sociais, o que achas disso? Consideras importante esta ligação ou um blogue é um blogue e um instagram é um instagram (por exemplo)?
Acho que as redes sociais ajudam a criar uma ligação ainda maior com os bloggers que lemos. Até porque, normalmente, as publicações em redes sociais como o Instagram ou o Twitter são muito mais espontâneas do que uma publicação no blog. No entanto, não acho de todo que sejam indispensáveis e que não se pode ter um blog de sucesso sem estar constantemente a actualizar todas as contas de todas as apps possíveis.

11. Vende-nos o teu peixe [leia-se, publicita o teu blog ahaha] da maneira mais cativante possível.
Vou dizer isto da maneira mais aliciante que me lembro: Se ficarem por aqui, dou-vos bolachas de pepitas de chocolate! (Eu ficaria, pelo sim pelo não...)


Vou então deixar aqui as 11 questões que reuni:
1. Conta-nos uma história engraçada de quando eras criança.
2. Tens animais de estimação?
3. Diz o título de um filme, de um livro e de uma música que aconselhas toda a gente a ver, ler e ouvir.
4. Em que ano criaste o teu primeiro blog?
5. Se um multimilionário fosse ter contigo e dissesse "Quero realizar um sonho teu.", o que escolherias?
6. Preferes pipocas doces ou salgadas?
7. Qual foi o melhor elogio que já te fizeram?
8. Confessa: qual foi a tua primeira crush (famosa)?
9. Menciona três blogs que recomendes visitar.
10. Se só pudesses escrever sobre um tema, qual seria?
11. Estás apaixonado(a) neste momento?

Vou fazer batota e deixar aqui a TAG para todos os que estão a ler e que ainda não fizeram este desafio e gostariam. Sintam-se nomeados.

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Jardins Zoológicos

Esta semana, para além da vitória do "contra" na despenalização da eutanásia, houve também outra notícia que causou grande debate e discussão nas redes sociais: a morte de uma girafa no Jardim Zoológico de Lisboa (notícia aqui).
Os factos são estes: as instalações das girafas no Jardim Zoológico têm um fosso que separa os animais dos visitantes. É proibido dar comida a animais no zoo. Um visitante foi apanhado em flagrante a aliciar a girafa com comida. Ao se aproximar do homem, a girafa desequilibrou-se e teve uma queda fatal no fosso. 
Acho que não é preciso ser-se o Poirot para perceber de quem é a culpa. Existem regras por alguma razão e ao quebrá-las existem consequências.
No entanto, várias foram as pessoas que vi a dizer que o verdadeiro culpado era o Jardim Zoológico, por colocar fossos nas instalações dos animais.
Posso maçar-vos com um pouco de história dos Jardins Zoológicos da minha cadeira de "História Natural e de Medicina Veterinária"?
Antigamente, há uns séculos atrás, as famílias ricas gostavam de ter jardins bonitos e decorados ao redor das suas mansões. Começaram por apresentar as espécies botânicas mais bonitas e exóticas, depois começaram a aprimorar a arquitectura do espaço e, por fim, começaram a introduzir espécies animais também para "decoração". Entretanto, começaram a abrir estes jardins ao público tanto para se exibirem, como para ganhar algum dinheiro de bilheteira.
Se foram ao Jardim Zoológico de Lisboa nos anos 90, como eu, lembram-se que alguns dos animais estavam em espaços com paredes de arquitectura marroquina ou com inspirações portuguesas ou orientais. Também me lembro perfeitamente da ala dos felinos, onde os animais estavam em espaços do tamanho de um quarto, com grades a pouca distância de nós para os podermos ver bem.
Felizmente, as mentalidades mudaram e a pressão para melhorar o bem-estar animal também. Os jardins zoológicos passaram a usar paisagens bem mais similares às do habitat natural dos animais e a deixar os gradeamentos e o chão de cimento de lado. O ambiente estéril foi substituído por um ambiente enriquecido com esconderijos e actividades que promovem comportamentos naturais, a distância aos seres humanos barulhentos foi aumentada e as grades que permitiam a separação entre visitantes e animais foram substituídas por elementos naturais dos quais o animal não se aproximaria na natureza como cursos de água ou declives.
O objetivo dos zoos deixou de ser uma "montra" de animais, passando a ser um sítio que mantém animais que estão em programas de reprodução mundiais para se inserirem indivíduos de volta no seu habitat natural ou, se este estiver em risco, para manter a espécie mesmo que em cativeiro. São várias as espécies que se extinguiram na natureza, por destruição humana do seu habitat, e de momento existem apenas em centros de reprodução ou jardins zoológicos.
Se todos os jardins zoológicos são bons? Não, de todo. Visitei sítios cujos animais apresentavam comportamentos típicos de stress por enclausuramento, cujos limites das instalações tinham arame farpado ou até falta de meios para combater uma temperatura desfavorável aquele animal de outro clima. A meu ver, se não conseguem manter os animais em boas condições, não os deviam ter em primeiro lugar.
No mundo ideal não existiriam Jardins Zoológicos. Ou então existiriam apenas aqueles - usando as palavras de uma colega minha - "Zoos dos Deficientes" onde só se encontram animais que têm alguma condição física que não permitiria a sua sobrevivência na natureza.
Não existiriam Jardins Zoológicos porque a única premissa que me faz defender os zoos é que trabalham para deixarem de existir. Trabalham para conseguir manter a diversidade genética das espécies, reintroduzi-las no seu habitat natural enquanto ao mesmo tempo educam as actuais e futuras gerações para agirem de maneira a este futuro ideal acontecer. 
Não me lembro da primeira vez que vi um elefante na televisão, mas lembro-me perfeitamente da primeira vez que vi um ao vivo, ao colo do meu avô. E percebi logo que aquele gigante cinzento era tão ou mais inocente que eu. Pode ser que daqui a umas décadas só seja possível encontrar um animal indo ao seu habitat natural. Mas até lá, gostava que todos os pequenos humanos olhassem para os animais, vissem um igual, e se sintam na obrigação, tal como eu, de os proteger.


Com amor,
Catarina

terça-feira, 29 de maio de 2018

Uma Peça de Roupa (Desafio 1+3)

Este tema daria pano para mangas (desculpem, não resisti à piada fácil). 
Poderia falar de uma peça antiga, herdada, usada numa ocasião especial ou até oferecida por alguém que amo, mas quando li o email da Carolina pensei instataneamente numa peça que adquiri há três ou quatro anos atrás: um singelo crop top às riscas. Não porque seja a peça mais gira do meu armário, mas porque requer que eu sossegue e cale as minhas inseguranças quando o visto.
Nunca tive excesso de peso, mas a barriga é uma parte do meu corpo da qual nunca fui fã nem me senti muito confortável em mostrar. Só na praia e mesmo assim, quando estou com amigos ou pessoas não tão próximas, prefiro usar fato-de-banho. Para além de não ser lisa e não ter abdominais para mostrar, é uma zona onde se nota aquela linha de pelinhos, sabem? Tenho o cabelo escuro e, consequentemente, esses pelinhos também se vêm demasiado bem. Não tenho barriga de modelo e sabia-o.
Quando comprei este crop top era para utilizar apenas com saias e calças de cintura subida. Porém, um dia decidi deixar-me de larélias e aproveitar o sol para mostrar o umbigo ao mundo. E adivinhem: nada de mal aconteceu.
Sinto-me melhor agora a mostrar a barriga com 25 anos e 54 quilos do que aos 18 anos quando pesava 48. Nunca foi uma questão estética, eram só os monstros que estavam na minha cabeça.
Se gostam, usem. Quem se incomodar tem provavelmente também os mesmos monstros a dar-lhe inseguranças, por isso ataquem-nos com o vosso melhor sorriso e afastem-se bamboleando o vosso lindo corpo.


Para mais informações sobre este desafio vejam este post.

Com amor,
Catarina

(Publicação no âmbito do desafio 1+3, criado pela Carolina)

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Desafio 1+3

Por mim, as iniciativas que promovam a interação entre blogs nunca são demais. Mas quando essas mesmas iniciativas visam desafiar os vários bloggers a reflectir e ser criativos para promover o auto-conhecimento e a inspiração então tem tudo para dar certo.
O Desafio 1+3 partiu da Carolina do blog "Thirteen" e os temas serão surpresa. É bastante flexível na medida em que não têm que fazer uma publicação de cada vez que é lançado um tema. O texto que escrevem sobre o mesmo pode não vos fazer sentido colocar público, ou pode ser apenas um tema que não vos diz nada e não serem prejudicados por isto.
Para mais informações podem enviar-me um email para catarinadecaraba@gmail.com ou contactar directamente a Carolina.
Aceitam o meu (nosso) convite?



Com amor,
Catarina

sábado, 26 de maio de 2018

De volta

Já não me lembro da última vez que tinha passado tanto tempo sem publicar aqui. Porém, foi (maioritariamente) por boas razões.
Tenho neste momento duas primas a viver em Nova Iorque e a mais velha estava sempre a pedir-me para as ir visitar, que ia ser giro. Como os prazos de entrega e defesa da tese não eram fixos, fomos adiando esta visita. E ainda bem, porque assim pude usufruir desta viagem como uma prenda de aniversário e final de curso.
Tinha planeado escrever pelo menos uma ou duas publicações no fim-de-semana antes de ir para não deixar o blog ao abandono, mas a morte da minha bisavó apanhou-nos desprevenidos e mudámos todos os planos. Sim, estou bem. De certa maneira já me tinha despedido da minha querida bisavó há alguns anos, quando ela deixou de me reconhecer e sorrir quando me via.
Quanto à viagem, foi inesquecível, com direito a abraços às minhas primas lindas, visitas a espaços que só com a companhia de locais descobriríamos e mostrar ao Didi os meus pedaços preferidos de Nova Iorque, já que para ele foi uma estreia. 
Espero contar-vos tudo em breve.


Com amor,
Catarina

domingo, 13 de maio de 2018

It's my B-Day!

Que os 25 sejam o sinónimo de crescimento, aprendizagem, felicidade e muita diversão!

Tenham uma óptima semana!

Com amor,
Catarina

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Hakone

Estamos quase a chegar ao final da viagem. Desta vez, apresento-vos a cidade que foi o nosso último dormitório antes de chegarmos a Tóquio: Hakone.
Hakone é conhecido por ser uma das regiões com uma das mais belas vistas para o monte Fuji (sobre isso falarei mais para o fim), mas oferece-nos também uma das mais antigas cidades famosas pelas suas termas, com uma paisagem só por si relaxante num vale entre montanhas ricas em cedros e o rio.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Sou Médica Veterinária!


Sou Médica Veterinária.
Por muitas vezes que o diga ou escreva parece que ainda não caí em mim. Sou médica veterinária.
Tive a minha Defesa de Tese na sexta-feira de manhã, com a minha família e amigos próximos na sala. Estava muito nervosa e todos os ensaios que tinha feito da apresentação tinham ficado aquém do que pretendia, mas quando apresentei para o júri a voz saiu-me clara e consegui dizer tudo o que queria.
Tive muita sorte com a arguente. Prolongou-se um pouquinho no tempo, mas foi bastante tranquila e simpática enquanto foi-me pedindo para explicar melhor determinada parte ou enquanto sugeria coisas que, na óptica dela, tornariam a minha dissertação ainda melhor.
Tive um belo 17, que me soube a 20 porque estava à espera do 16. Espero também que a minha tese sirva para ajudar em trabalhos e estudo de outros colegas e futuros colegas veterinários.
Se tudo correr bem, amanhã irei entregar a dissertação definitiva, tendo em conta as sugestões da arguente, e tratar de toda a papelada (e pagamentos) para poder inscrever-me na Ordem dos Médicos Veterinários. Acho que só aí me parecerá real.
Por acaso, ou não, hoje estava cá em casa a neta da minha empregada (Dona "O") e a avó dela contou-me que ela lhe tinha dito que também queria ser "médica dos animais". Sorri e disse-lhe que achava muito bem, que com estudo tudo se conseguia. Acrescentei que ainda tinha muito tempo para decidir, e que eu só tinha escolhido o curso quase à última hora. A Dona O. disse que na verdade, quando ela tinha vindo cá para casa tomar conta de nós, eu já dizia que queria ser médica veterinária. Não tinha mesmo nada essa ideia, até me lembro de as minhas carreiras rondarem entre cabeleireira, professora ou pasteleira.
Engraçado não é? Como, pelos vistos, há 15 anos atrás era eu que estava a dizer aquela senhora que queria ser médica veterinária. Era aquela miúda envergonhada, ainda com tanto para aprender e viver.
E agora aqui estou eu.
Após anos e anos a estudar, a aprender, a viver, a sonhar, a cair, a subir, a evoluir cá estou eu.
Sou uma mulher e sou veterinária.


sábado, 5 de maio de 2018

Animais da Blogosfera - Belka

A convidada para a rúbrica "Animais da Blogosfera" do mês de Maio, o meu preferido do ano, é também ela a autora de um dos meus blogs preferidos: o Bobby Pins. A Inês é licenciada em Ciências da Nutrição, apaixonada pelo Espaço e tem uma das contas de Instagram mais bonita e delicada que sigo. Hoje vamos falar da sua melhor amiga de quatro patas e focinho sardento: a Belka .


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Threading de sobrancelhas - A minha experiência

Já há vários anos que oiço falar da técnica de fazer a depilação, nomeadamente as sobrancelhas, com fio. Parece que na cultura oriental é uma técnica utilizada há imenso tempo, mas cá em Portugal ainda estamos muito habituadas à clássica pinça ou cera.
A curiosidade sobrepôs-se ao receio e, há uns meses atrás, fui experimentar pela primeira vez.
Fui à conhecida Wink (no Leiria Shopping), marcando previamente por telefone.
Atendeu-me uma menina muito simpática, que me foi descrevendo o que ia fazer, perguntava-me como eu queria o desenho da sobrancelha e fazia também sugestões.
Quanto à experiência em si: Não é menos dolorosa do que cera, até porque ambas consistem em arrancar os pelos, mas é menos aborrecida do que utilizando pinça, para mim. É mais demorada (cerca de 20 minutos) e temos que fazer caretas ou esticar a nossa pele com as mãos para se conseguir fazer bem a técnica.
Então porque é que eu já repeti a experiência mais duas vezes? Porque as sobrancelhas ficam mesmo muito bonitas, adoro o resultado final e não queima como a cera.
Acho que acima de tudo, é preciso terem sorte com a profissional que vos calha, tal como quando fazem a cera/pinça. Em Leiria já fiz com duas profissionais diferentes e gostei sempre do resultado e do cuidado.
Paguei 16,50€ por cada visita (sobrancelhas + buço) e à 10ª visita ganharei um vale para um threading de sobrancelhas grátis. Segundo o site, fazer apenas as sobrancelhas será 10,50€ por visita.
Continuo a ir à minha esteticista regular quando preciso de depilar também outras partes do corpo, mas fiquei fã.

Já experimentaram esta técnica? Gostaram ou nem por isso?

Com amor,
Catarina

terça-feira, 1 de maio de 2018

Cantinho Veterinário - Como poupar nos custos dos animais

Os nossos companheiros de quatro patas dão-nos imensas coisas impagáveis como amor, carinho, gargalhadas e até um melhor sistema imunitário. Porém, quem os tem sabe que também são uma fonte de despesa, tornando-se essencial equacionar os custos quando se pensa em trazer um patudo à nossa família.
No entanto, existem algumas maneiras de controlar um pouco a mossa na carteira, sem deixar que isso afecte a nossa relação com eles.
Fonte

sábado, 28 de abril de 2018

Tolerância

Sinto-me sempre um pouco desconfortável quando estou a falar com alguém e de repente surge um comentário um pouco... antigo (para não dizer retrógrado).
Foram precisos alguns anos para perceber que alguém que faz comentários sexistas, racistas ou homofóbicos não é necessariamente má pessoa. Parece estranho, mas é preciso ter uma mente aberta para perceber que nem toda a gente teve a mesma educação que nós, nem viveu o mundo da mesma maneira. Têm uma mente mais fechada.
Acredito que sou mais tolerante porque tive oportunidades para isso.
Cresci habituada a ver pessoas de todas as cores e etnias nos meus livros, desenhos animados e filmes. Já conheci pessoas de vários países, com diferentes crenças religiosas, com hábitos e tradições diferentes dos meus. O facto de saber falar mais do que uma língua, permite-me falar com meio mundo e ver notícias, testemunhos e histórias de que outra maneira não teria acesso.
Tenho até a sorte da minha família ter possibilidades económicas e ter visitado diferentes países, continentes e culturas. Sentir o que é ser o "estranho" ou o estrangeiro de outra terra e olhar para ruas que, para mim são desconhecidas, mas a que outros chamam de "casa".
Conheço pessoalmente pessoas que representam cada letra da sigla LGBT. Sei que não são "modernices", porque existem exemplos desde que existe história e até que não é exclusiva ao ser humano. Sei que o coração não escolhe de quem gosta e que nem toda a gente tem a sorte de ter um corpo que corresponda ao que é na sua alma.
Sei que um casamento pode acabar sem ser o fim do mundo. Que a vida é demasiado curta para viver com medo, infeliz ou aprisionado. Que o homem pode e deve deixar os seus sentimentos virem ao de cima e que uma mulher não tem a obrigação de ser ela a tratar sozinha dos filhos e da casa, apenas se ela o entender.
Sei que não há um "nós" e um "eles". E no dia em que a maioria das pessoas perceber isso, o mundo conhecerá a paz, o amor e o perdão.
Até lá, ensino pelo exemplo.

Com muito amor,
Catarina

quinta-feira, 26 de abril de 2018

As séries que ando a ver de momento

The Good Place
Se não tivessem muito tempo em mãos e só pudessem escolher ver uma das séries que vos falarei nesta lista, esta era a que eu vos recomendaria mais vivamente. 
No início pode parecer apenas mais uma série leve e cómica, mas acreditem que tem muito mais que se lhe diga. A Kristen Bell faz o papel da sua vida, como Eleanor Shellstrop, uma mulher que morre e vai parar ao "The Good Place". Neste sítio é suposto estarem apenas as pessoas mais altruístas do mundo e Eleanor sabe muito bem que a sua vida na terra está bastante longe dessa realidade. Isto vai criar confusão e a partir daí têm que ver o que acontece, mas acho o enredo muito bem escrito e envolvente. Fiquei muito feliz por ter começado a ver quando a segunda temporada já tinha saído, porque a primeira acaba com um cliffhanger tal que dei por mim quase às 2 da manhã sem vontade alguma em querer ir dormir.



La Casa de Papel
Como tenho estado mais tempo em casa dos meus pais, aproveitámos para ver uma série os três e elegemos a tão badalada La Casa de Papel. Atenção, ainda não acabámos! Não deixem aqui spoilers, já me basta ter ouvido um mega-spoiler numa pizzaria, de um pessoal que estava a falar (alto!) na mesa ao lado. Uma pessoa vai toda contente comer pizza e depois isto... enfim!
Não me vou prolongar sobre a história porque meia internet está a falar do assunto. O enredo passa-se durante um assalto, minuciosamente planeado, à Casa da Moeda em Espanha e vão vendo tanto o lado dos assaltantes como da polícia. 
A verdade é que as expectativas estavam altas. Nos primeiros episódios não achei que a série estivesse assim tão bingy, mas agora que estamos a chegar ao final da primeira parte começo a perceber a ânsia em que se fica no decorrer dos episódios. E a dualidade de sentimentos porque, se por um lado estamos a torcer pelos "ladrões", por outro também queremos que tudo corra bem para a Inspectora Raquel. 
Estou a gostar muito e acho que merece os elogios que lhe têm sido feitos.



Love
Gosto de ter sempre uma série de episódios curtos para ver, especialmente quando estou sozinha em casa às refeições ou para ver um episódio antes de ir dormir. Como temos netflix, andei a explorar e cheguei ao "Love", do qual me lembrava ter lido críticas positivas.
Já acabei a série - passou num ápice - que conta a história de Mickey e Gus. A Mickey é uma mulher bonita, mas que tem alguma falta de confiança e gosta da vida boémia, enquanto o Gus é um homem introvertido, awkward, mas que não é tão santo quanto a sua imagem transparece. Pelo título podem adivinhar que se trata de uma série de comédia romântica e é engraçado acompanhar as aventuras destes dois e dos seus amigos (a Bertie, roomate da Mickey é a minha personagem favorita). Espero que haja quarta temporada



Outlander
Não, nunca li a famosa saga Outlander de Diana Gabaldon, mas após ter visto tanta gente a recomendar a série (desde a Mariiana até à Diana) quis dar-lhe uma oportunidade. A única coisa que sabia é que acompanhava a aventura de Claire, uma enfermeira inglesa que depois de servir na 2ª guerra mundial vai de férias com o marido para a Escócia. Aí, através da magia das fadas, viaja no tempo para a Escócia do século XVIII.
Acho que não é spoiler nenhum se disser que é uma série de romance histórico e que a Claire conhece um escocês bastante interessante - o Jamie - e se apaixonam. Gosto imenso do facto de a série retratar vários períodos históricos e de as personagens terem um papel activo no decorrer de acontecimentos importantes, adoro o guarda-roupa (meu deus, na 2ª temporada então...), as paisagens são sempre lindíssimas e gosto que tenha no papel principal uma mulher forte e determinada, que nunca nega as suas aptidões de enfermeira para ajudar quem precisa.



E vocês, que séries andam a adorar de momento?

Com amor,
Catarina

segunda-feira, 23 de abril de 2018

É Dia Mundial do Livro!

A todos os que se refugiam no meio de páginas, que andam sempre com um livro atrás ou se perdem em livrarias, um feliz dia do livro!
Mesmo antes de saber ler, sempre adorei folhear livros. Tem piada porque, ao olhar para trás, reparo que para além de bandas desenhadas e literatura infantil, os livros que mais gostava de ter ao colo eram aqueles que mostravam a anatomia do corpo humano e como as coisas funcionavam. Se calhar foi aí que o gosto por Biologia despertou e, mais tarde, me levou a escolher um curso que aliava o gosto por biologia ao amor pelos animais.
Não tinha nenhuma publicação para comemorar este dia, mas ao ver o desafio proposto pela Sofia do "a Sofia world" quis imenso juntar-me à festa. Vamos a isso?

O livro que tenho há mais tempo
Na verdade este livro não é meu, mas é dos mais antigos que temos lá em casa e provavelmente o livro mais antigo que li. Trata-se de "Pappillon" de Henri Charrière e a capa é igual à da imagem abaixo. Decidi lê-lo há um ano ou dois porque o meu avô materno contou-me que era o seu livro preferido. O meu avô adora ler, principalmente westerns, e foi ele que passou o amor à leitura à minha mãe que, consequentemente, o passou a mim. Sendo um livro de acção, estratégia e aventura, consigo perfeitamente perceber porque é o livro preferido do meu avô.


O livro que tenho há menos tempo
Nas férias da Páscoa fiz uma viagem à Islândia e, para além de ser um país lindíssimo, descobri que tem um folclore muito rico e diferente do sul da Europa. Trouxe comigo este "The trolls in the knolls", um livro de histórias e lendas islandesas que, embora tenha gostado bastante, deixou um pouco a desejar na síntese e tradução das histórias.



O livro que li mais vezes
Deram-me este livro em pequena e na altura gostei da história, mas não a achei nada de especial. Quando o voltei a ler mais tarde, na adolescência, descobri novos pormenores e significados aos quais não tinha dado importância antes. Se bem me lembro, já o li uma terceira vez, já com 20 anos.



O livro que já devia ter lido
Se antes vos falei do livro preferido do meu avô materno, agora tenho que referir a autora preferida da minha mãe: Agatha Christie. Temos a coleção completa lá em casa, mas até agora não peguei em nenhum. Não costumo ler muitos policiais, mas sei que quando lhes der uma oportunidade não me irei arrepender.



O livro com mais valor sentimental
Se calhar sou a primeira pessoa a pôr um livro de receitas nesta categoria, mas tem uma óptima razão para estar aqui. Recebi "As 5 cores da cozinha saudável" da Vânia Ribeiro este Natal do meu namorado. A melhor parte era que eu não lho tinha pedido e acho que nunca sequer o tinha mencionado. Foi ele que reparou que costumo seguir muitas das receitas que a Vânia põe no blog ou no Youtube e depois associou quando viu o livro. O amor está nos detalhes.


O livro que emprestei e não voltei a ver
O único livro que emprestei e não voltei a ver foi o "A Rapariga do Comboio" a uma amiga da minha mãe. Só nos vimos uma vez depois disso e nenhuma se lembrou do livro, por isso não o tenho como perdido. Digamos que considero que ainda está dentro do prazo de empréstimo.

A pechincha literária
Como já contei em cima, sou de uma família que lê bastante. Sendo assim, são raras as vezes em que compro livros porque tenho imensas coisas para ler lá em casa e a minha mãe anda sempre em cima das novidades literárias. Acho que a maior pechincha até hoje foram os livros da faculdade para os quais encontrei o pdf online (ahahah!).


Espero que tenham gostado tanto de ler este desafio, como eu de o fazer. Obrigada à Sofia por o ter criado e por unir a blogosfera na celebração deste dia especial.

Com amor,
Catarina

domingo, 22 de abril de 2018

Catarina na Terra do Sol Nascente - Shirakawa-go

Shirakawa-go foi uma das povoações mais fofinhas que já vi. Não será por acaso que é Património da UNESCO. Fica num vale e, no Inverno, as casas com um telhado que faz lembrar as casas típicas de Santana na Madeira, ficam cobertas de neve e há fotografias lindas disso.
Em Agosto visitámos uma versão muito verdinha desta bonita paisagem, que estava cheia de turistas japoneses, mas mesmo assim com uma tranquilidade e beleza típicas do campo.